segunda-feira, 23 de junho de 2014
Alguém que a leve e ma traga no final das férias
sábado, 21 de junho de 2014
a quem se lembrou de conjugar
estes dois sabores: abóbora com nozes: o meu muito obrigada. uma das maravilhas da {minha} vida. com requeijão, então, é o céu.
e lá acabou por confessar
calma, pára tudo
A MC recebe TODOS OS DIAS, convites para sair com o filho de um ... ministro!
já lhe disse: Oh filha, tu tem cuidado com as companhias!
Ahahahahahahahahahahahahahah*
*antes que venham para aqui insultar-me: isto é uma brincadeira, o miúdo é amoroso.
sexta-feira, 20 de junho de 2014
ofereceste-me o bilhete
e ela cantou a música que mais me faz lembrar de ti. aí emocionei-me.
será que alguma vez nos vamos entender? andámos há mais de um ano aqui às voltas, eu continuo a vida como sei: faço o caminho, mas acabamos sempre por tropeçar um no outro. sempre. já te disse que ainda se ouve o barulho que fazemos quando estamos juntos?
como tu dirias: foda-se :-)
da noite de ontem
quinta-feira, 19 de junho de 2014
vieste para me ensinar
E que recuam mesmo.
Ganhar uma corrida é, amiúde, conseguir encontrar força para chegar depois de todos os outros.”
Pedro Chagas Freitas
o meu desejo para hoje:
quarta-feira, 18 de junho de 2014
{ private post }
Ele: Tens noção que fizeste uma das coisas mais bonitas que alguma vez na vida alguém me fez?
Eu: Tenho...
terça-feira, 17 de junho de 2014
um dos segredos do sucesso passa
da morte
coisas que me rasgam a alma e ma deixam em pedaços
quando quero viver algo, tenho tudo para conseguir. tudo. e a puta da vida faz tudo para que não viva. foda-se.
neste momento, decidi baixar os braços e não é covardia, não julguem. é achar que tenho que parar de dar murros em pontas de facas. estou com as mãos ensanguentadas há 1 ano.
olho para o futuro com coragem e esperança e sem sombra de dúvida mais preparada. vou ali lavar as mãos, desinfetá-las, quanto às cicatrizes que virão: vão lembrar-me sempre, do quão lutadora sou.
segunda-feira, 16 de junho de 2014
top. adoro este homem e tem tanta razão, mas tanta.
Não sou filho de escritores, nem de músicos, nem de presidentes de associações culturais, nem de editores, nem de livreiros. Sou filho orgulhoso dos meus dois heróis: um funcionário público e ...uma empregada de escritório (que mais tarde se tornou, por culpa das necessidades da vida e de uma personalidade de antes quebrar que torcer, esteticista – já depois dos seus quarenta anos).
Não sou amigo de ministros, de presidentes da república, de políticos. Sou amigo de poucas pessoas e estou-me nas tintas para as suas profissões.
Não frequento capelas literárias, não lambo botas a proeminentes figuras da cultura, sejam elas de esquerda ou de direita, não procuro protagonismo nem agradar a quem quer que seja. Frequento cafés de bairro, recintos desportivos, parques públicos, festas populares – e sobretudo a minha casa e a casa daqueles que amo e que quero bem.
Não faço questão de mostrar que li os clássicos, não uso citações de autores unânimes, não me esforço para escrever a literatura que os iluminados gostam de ler. Escrevo o que bem me apetece, quando bem me apetece, da maneira que bem me apetece.
Não creio que a literatura possa ser avaliada à luz de cânones, de preconceitos, de redes fascistas de análise. Creio que há dois tipos de literatura: a que mexe comigo – que é a boa; e a que não mexe comigo – que é a má. Seja escrita pelo escritor que vence prémios seja escrita pelo adolescente que responde no exame. Se mexe comigo é boa; se não mexe comigo é má.
Não me interessa particularmente que me chamem escritor, ou artista, ou qualquer coisa do género. Não me levo a sério em nada e muito menos naquilo que escrevo. Interessa-me que me chamem Pedro, porque é o meu nome, e que vejam em mim apenas isso: um Pedro como outro qualquer.
Não sou intelectual, nunca fui intelectual e nunca serei um intelectual. Sou um gajo que tenta ser porreiro, nada mais, e que tudo o que quer é estar de bem com a vida.
Não acredito em leitores de primeira e em leitores de segunda. Acredito que todo o leitor merece igual respeito, seja qual for a sua ocupação ou a sua formação. Porque a arte não é elitista. As pessoas é que o podem ser.
Em Portugal, meia dúzia de iluminados publica outra meia dúzia de iluminados. Depois, meia dúzia de iluminados elogia - nos seus jornais, revistas, rádios e programas de televisão – outra meia dúzia de iluminados. Mais tarde, a meia dúzia de sempre convida a meia dúzia de sempre para os seus programas de sempre onde faz as mesmas perguntas de sempre com as mesmas respostas de sempre para o mesmo público de sempre. Até porque um artista genial dessa meia dúzia de sempre ganhou o prémio literário de sempre, decidido pelo júri de sempre, composto por dois ou três dessa meia dúzia de sempre. Uma mão lava – e suja – a outra, numa espécie de máfia silenciosa, cobarde, invejosa. É esta máfia que, mais do que tudo o resto, afasta pessoas da leitura. Porque lhes inculca a ideia, bacoca, de que só alguns conseguem escrever como deve ser, de que só alguns conseguem ler como deve ser, de que só os livros que eles querem ler é que devem ser lidos. E é assim que a máquina vai funcionando desde sempre: num círculo fechado, um fenómeno de masturbação selectiva que alimenta toda a gente. E quem vem de fora – um filho de um funcionário público e de uma empregada de escritório, por exemplo – não pode entrar. A não ser, claro, que esteja disposto a pedinchar atenção, validação, aprovação por parte dos Excelentíssimos Padrinhos. Mimalhos.
Os iluminados deste país estão incomodados com o meu sucesso. Dizem que é uma vergonha eu estar no top de vendas. E é. Onde é que já se viu alguém que não os conhece nem tem o mínimo interesse em conhecê-los vender mais do que eles? Dizem ainda que os meus leitores são todos burros, que não percebem nada de literatura, e que os bons escritores são outros – os que eles, curiosamente, conhecem. Destilam ódio por todos os lados, enviam-me mensagens, criticam-me nas redes sociais. E têm toda a razão, os pobrezinhos.
Mas hoje escrevo para repor a justiça – e para, com sinceridade e com carinho, lhes comunicar que é a eles, mais do que a todos os outros, que devo estar onde estou. É a eles que devo nunca ter desistido de escrever, nunca ter parado de lutar, nunca ter pousado a caneta. Porque foram eles, com a sua soberba bafienta, que me levaram a perceber que não é por decreto que se decide qual é a arte boa ou a arte má – muito menos o que é arte e o que não é. Vim do povo, tenho um prazer maluco de ter vindo do povo e estou-me borrifando para o que a elite intelectual tem para dizer sobre mim. E os meus leitores são tão bons como os deles (eu tenho a certeza de que são melhores, mas isso sou eu e a minha opinião nisto é tudo menos isenta). Sejam trolhas, engenheiros, calceteiros, linguistas, cantoneiros ou médicos. Recebo todos os dias dezenas de mensagens elogiosas, e emocionantes, de pessoas de todas as idades, de todos os estratos; tenho nas minhas apresentações centenas (sim: centenas) de pessoas de todas as idades, de todos os estratos - pessoas que já leram Rimbaud, pessoas que já leram os almanaques da Disney e o jornal “A Bola” ou “O Crime”, pessoas que ouvem o Toy e pessoas que ouvem Mahler. Isso interessa-me zero. Nicles. São leitores – e cada leitor merece, de mim, o mesmo respeito. Sem tirar nem pôr. E para mim a arte é isso: tocar nas pessoas, agarrá-las, abraçá-las, fazê-las sorrir, pensar, chorar, olhar, querer ou deixar de querer. Fazê-las ser.
Já vai longa esta humilde prosa – que na verdade serve apenas para agradecer aos literatos, do mais fundo de mim, todo o apoio e toda a força que me têm dado. Sem eles, podem ter a certeza, nunca estaria no top de vendas. Prometam-me, por favor, que continuam por aí. Será essa a garantia de que também eu por aqui continuarei.
P.S.: Aos meus leitores, aqui fica um obrigado muito especial. E um pedido: continuem a mandar bugiar quem quer domesticar com dogmas, com preconceitos, com prenoções patetas. Não precisam de gostar do que eu escrevo – mas se não gostarem façam-no mesmo porque não gostam, e não porque um monte de inúteis vos adestrou. Combinado?
acho que foi por isto que me disseste que sou uma maravilha*
* Coisa ou pessoa que excede toda a ponderação.
in priberam
sou destravada, louca, impulsiva, movo-me pela emoção do momento. acho que somos iguais.
{ private post }
verbo transitivo
1. Causar espanto ou admiração.
verbo pronominal
2. Admirar-se; pasmar.
Palavras relacionadas:
maravilha, aturdir, espanto, encantar, maravilhador, milagre, assombro
ma·ra·vi·lha
substantivo feminino
1. Coisa ou pessoa que excede toda a ponderação.
2. Assombro, pasmo.
3. Espécie de malmequer do campo.
4. [Botânica] [Botânica] Planta balsaminácea do Brasil.
começo de mais uma semana
“Mas eu desejo, profundamente, que Deus também ouça as preces que lhe dirijo quando eu não consigo elaborar prece alguma.”
Ana Jácomo
sábado, 14 de junho de 2014
sexta-feira, 13 de junho de 2014
quinta-feira, 12 de junho de 2014
que hoje...
quarta-feira, 11 de junho de 2014
MB
"E alguém me pedia que cantasse mais alto
Quem me leva os meus fantasmas?
Quem me salva desta espada?
Quem me diz onde é a estrada?
Quem me leva os meus fantasmas?
Quem me leva os meus fantasmas?
Quem me salva desta espada?
E me diz onde é a estrada
Aquele era o tempo
Em que as sombras se abriam
Em que homens negavam
O que outros erguiam
E eu bebia da vida em goles pequenos
Tropeçava no riso, abraçava venenos
De costas voltadas não se vê o futuro
Nem o rumo da bala
Nem a falha no muro
E alguém me gritava
Com voz de profeta
Que o caminho se faz
Entre o alvo e a seta
Quem leva os meus fantasmas?
Quem me salva desta espada?
Quem me diz onde é a estrada?
Quem leva os meus fantasmas?
Quem leva os meus fantasmas?
Quem me salva desta espada?
E me diz onde e a estrada
De que serve ter o mapa
Se o fim está traçado
De que serve a terra à vista
Se o barco está parado
De que serve ter a chave
Se a porta está aberta
De que servem as palavras
Se a casa está deserta?
Quem me leva os meus fantasmas?
Quem me salva desta espada?
Quem me diz onde é a estrada?
Quem me leva os meus fantasmas?
Quem me leva os meus fantasmas?
Quem me salva desta espada?
E me diz onde e a estrada".
Maria Bethânia
segunda-feira, 9 de junho de 2014
quinta-feira, 5 de junho de 2014
ontem estive a papar a série The Good Wife no fox life
e fiquei tão feliz quando vi o Will, até cheguei a acreditar que tinha ressuscitado. Mas, não. Eram episódios de outras temporadas. Snifff , ele não imagina a falta que me faz.
Aliás, a Pipoca já disse tudo AQUI.
resposta para muitos emails que me mandam e que me perguntam muita coisa entre as quais:
Se não ficares perdida sempre que estás sem a pessoa que amas, nem que seja uns simples segundos, desiste de amar, porque, ficas a saber, quando se ama apenas se está no lugar certo quando se está no lugar onde está quem amas.
_______________________________________
in "Prometo Falhar", Pedro Chagas Freitas.
quarta-feira, 4 de junho de 2014
do renascer da esperança
mas depois há os outros
valorizo
voluntários precisam-se
Organização dos turnos (está indicado em cada turno o número de voluntários necessário):
Norteshopping
|
10H-13H
|
13H-16H
|
16H-19H
|
19H-22H
|
Sexta-Feira
| turno completo |
ajudarem na campanha4 Voluntários
|
4 Voluntários
|
4 Voluntários
|
Sábado
| turno completo |
3 Voluntários
|
3 Voluntários
|
4 Voluntários
|
Domingo
| turno completo |
5 Voluntários
|
5 Voluntários
|
2 Voluntários
|
Sede - VIDA NORTE
|
11h-13h
|
16H-18H
|
21H-23H
|
Sexta-Feira
|
2 Voluntários
| ||
Sábado
| turno completo |
2 Voluntários
| |
Domingo
|
1 Voluntário
|
2 Voluntários
|
2 Voluntários
|
Transportes
|
10H-13H
|
13H-16H
|
16H-19H
|
19H-22H
|
Sexta-Feira
|
1 Voluntário
|
1 Voluntário
| turno completo |
1 Voluntário
|
Sábado
|
1 Voluntário
|
1 Voluntário
| turno completo | turno completo |
Domingo
| 1 Voluntário | 1 Voluntário | turno completo | turno completo |
ora, uma perguntinha se faz favor
A Mary, talvez uma das leitoras mais antigas do blogue: uma sobrevivente a tanto disparate, ontem "passou-se" e bai de que ao fim de quase 2 anos de blogue sem comentários, desceu-lhe uma pomba gira e enviou-me um email.
Transcrevo-o aqui {nem vou pedir autorização, porque não existem essas merdas entre nós}: "
terça-feira, 3 de junho de 2014
De novo "a minha" Clarissa
friendship needs no translation*
"I´m in...!"
* para ti, D. para ti, que estás sempre aqui, mesmo quando não estás.
segunda-feira, 2 de junho de 2014
Aos Senhores do Pingo Doce:
domingo, 1 de junho de 2014
da criança {que já é adolescente} que vive cá em casa
" (...) É uma criança bonita de riso e natural.
Limpa o nariz no braço direito,
Chapinha nas poças de água,
Colhe as flores e gosta delas e esquece-as.
(...)
A mim ensinou-me tudo.
Ensinou-me a olhar para as cousas,
Aponta-me todas as cores que há nas flores.
Mostra-me como as pedras são engraçadas
Quando a gente as tem na mão
E olha devagar para elas.
(...)
Damo-nos tão bem um com o outro
Na companhia de tudo
Que nunca pensamos um no outro,
Mas vivemos juntos a dois
Com um acordo íntimo
Como a mão direita e a esquerda.
(...)
Ao anoitecer brincamos as cinco pedrinhas
No degrau da porta de casa,
Graves como convém a um deus e a um poeta,
E como se cada pedra
Fosse todo o universo
E fosse por isso um grande perigo para ela
Deixá-la cair no chão.
(...)
Fernando Pessoa
Feliz Dia da Criança, minha querida filha.





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