sexta-feira, 8 de julho de 2011

A minha compra da estação passada ou melhor, da que está a acabar

Este colar da Zara. É tão giro, mas tão giro que apetece usar todos os dias.

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Para quando?

Almor - Parte 10



E agora há pouco, tive que pedir uma cotação para aqui, para a empresa. Estava ao telefone e de repente passam-me a chamada a uma pessoa com a voz igual à do meu almor, igualzinha. Foi impressionante. Mas, não foi só a voz, foi: o riso fácil (tal como ele, noutros tempos), nós os dois às gargalhadas com os meus disparates, a mesma franqueza e generosidade que o meu almor em tempos teve comigo.
Como não aceitei o orçamento, não a vou voltar a ouvir. É uma pena :)

Ontem

Quando nos cruzámos na garagem, percebi que tinhas lido o post.

As saudades que eu tenho de poder trabalhar na esplanada e de sair de lá preta.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

A nossa vida (feminina)







E já que estamos numa de sentimentos

Eu: O meu almor não sente aquilo que eu sinto por ele.
P: Isso é uma pena...
Eu: Não, não é uma pena! É pura e simplesmente... a vida...!

Rendemo-nos as duas

Eu ao jeito que ela tem e ela ao desporto em si...
Corri que nem uma louca para ir vê-la.

Eu fiz o que prometi, afastei-me. E eu sou mulher de cumprir promessas. Nem na rua páro para te cumprimentar, aceno e sigo caminho. Foi o melhor que fiz e não me arrependo. Foi só uma atracção física e essas curam-se rápido.

Mas, eu sabia que mais cedo ou mais tarde ias voltar a procurar-me. Ontem foi o dia. Quero que saibas que: o coração não disparou, não fiquei atrapalhada, nem sequer sorri... porque o caminho é em frente. O meu seguiu e enquanto caminhava vi muita coisa. Vi algo que me desagradou: não eras merecedor daquilo que sentia por ti.

Desconfio...

que se o meu dia tivesse 36 horas, ainda assim, ficariam coisas por fazer.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

É ESTE...

O cabelo, o ar... tudo!

Com a neura que estou, só falando de futilidades

Gosto muito. Não o usava (acho!), mas gosto...

Raisparta o dia, que correu mal como o raio. Começou com um atropelamento à minha frente, logo aí não se podia esperar grande merda. Depois, trabalhei como uma mula e sempre com coisas a correr mal, tipo querer fazer algo e a coisa não arrancar, sabem como é? Acabar o dia num supermercado também é coisa para me deixar mal-disposta. Chego a casa ligo a televisão e não vi uma única notícia de jeito. A morte da Maria José Nogueira Pinto deixou-me doente. E ainda vou trabalhar. Porra, para esta merda toda!

Hoje não...

E grita: VAI PARA O RAIO QUE TA PARTA

É de mim ou as lojas da Mango estão a verdadeira feira? Ontem, fui à do marshopping e aquilo era a loucura total: roupa de Verão misturada com a de Inverno, com a de meia estação... Deumalibre, fugi dali a sete pés. Até casacos de fazenda vi. Nesta altura do ano, ter uma visão dessas é coisa para me dar a sufeca.

terça-feira, 5 de julho de 2011

Desmarcaram a tal consulta das pernas, onde eu ia ver o meu índice de gordura. Se calhar alguma delas leu o blogue e com medo de me entristecer, decidiu que não há avaliação para ninguém.

Já tive assim um cinto... onde andará?

Estava a ler o blogue




Tu ainda não existias, meu almor...

A parte que menos gosto do meu trabalho é liderar uma equipe de 20 e tal pessoas que são tão diferentes entre elas.

Há uns anos quando fiz este mesmo trabalho, corria tudo ao grito. Era nova, inconsequente e com um pêlo na venta que ninguém aguentava. Agora não, agora sou muito mais diplomática, mas demora muito mais tempo a atingir aquilo que quero.

Pergunta número 52

Estas p**** destas pontas espigadas que tenho no meu cabelo, só acabam com um corte, não só? Ou há alguma alminha caridosa, que tem um conselho para eu as lixar sem tesoura? É que o meu cabelo está do tamanho que quero.

Párem de me dizer: tens que engordar! Digam-me antes: tens que ganhar uma cor!

Senhor Ministro das Finanças

Por favor, dá para voltarem os recibos verdes de papelucho? Aqueles que preenchíamos à mão. Não me dou com estas modernices...

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Amanhã...

vou fazer uma avaliação ao estado das minhas pernas, numa clínica. A verdade, é que não tenho feito a ponta de um chavo e para quem andava em passo rápido 6 kms todos os dias, o facto de ter parado, tem que ter trazido consequências. Eu acho que as vejo, mas faço questão de fechar os olhos, porque não me sinto motivada a voltar a acordar todos os dias às seis e meia e ir transpirar para a marginal.

Espero (e rezo) para que o resultado de amanhã, seja: tem é que ir ao oftomologista porque as suas penas são igualinhas às da Macpherson. É que usar óculos não dá trabalhinho nenhum...

Sonho










Aqui na Cerca do Sul, sozinha com ("sozinha com", é muito bom!) a minha alma, música e livros.




(inspirada pela Miss Glitering)

Não se fala de príncipes e princesas, mas fala-se de casamentos








Uma noiva feliz, linda de morrer. O vestido era de tombar e toda ela irradiava felicidade. Há muito que não via umas fotografias de um casamento assim. Há muito, mesmo...

Muito giros sim Senhora

Mas por favor, só para quem tem pernas, tá?
É que vejo cada uma, deumalibre...

(olhem eu não tenho. aos 38 tenho é idade para ter juízo)

Só uma perguntinha...

... assim como quem não quer a coisa: vai ser isto, o Verão? Arre lá para o tempo...

domingo, 3 de julho de 2011

Private post

Preciso que alguém adoce o meu.

Cena passada na garagem:

Portas do carro abertas, música altissíma e nós aos pulos. Desconfio que é desta que somos expulsas do prédio.

Aqui não se fala de príncipes, nem de princesas...

...só de sapos!

sábado, 2 de julho de 2011

Hoje conheci uma menina muito especial. Uma menina a quem o seu anjo da guarda enviou uma família, que a esperava há muito. A M. teve hoje a sua primeira festa de anos, de verdade e estava deslumbrada. A M. é de uma gratidão sem fim, a quem lhe deu uma segunda oportunidade. A M. no alto dos seus 4 anos, sabe que é uma princesa porque um anjo a escolheu para ter um pai e uma mãe. Parabéns, M. desejo-te toda a felicidade do mundo!

O lugar onde trabalho...

...faz-me acreditar que o mundo tem muita gente boa, que ao fazerem a sua parte tornam tudo mais cor-de-rosa, com mais esperança. O lugar onde trabalho é cheio de riso de crianças, de gargalhadas, de imaginação, de histórias inventadas, de magia, com cor, muita cor. Um mundo totalmente cor-de-rosa e onde eu me sinto bem.

Cumplicidade...

... a nossa.

Ai e tal vou trabalhar a semana toda no duro, para não ter que trabalhar (tanto) no fim-de-semana. Ah ah ah ah ah aqui estou fechada no escritório a dar-lhe. Com milhões de coisas para fazer não só daqui, como textos para escrever, tudo com prazos para ontem.

Mas o tempo ajudou, é que quase que é Inverno de novo.

sexta-feira, 1 de julho de 2011


ou do que resta dela...

Acabei de chegar a casa, estou estafada. Vou enfiar-me numa banheira, barrar-me em cremes e ainda lhe vou dar forte hoje à noite. É lixada a p*** da vida. E a seguir vou para a cama e sonhar contigo.

Almor

Ontem foi um sonho. Hoje já tudo é real, de novo. A trabalhar como uma moura e sem (muito) tempo para pensar em mim sentada no capot do carro, a falar (de novo) contigo ao telefone.


Sinto a tua falta.

Sem palavras...

...com a chamada de ontem!

Para sempre é muito tempo, meu almor! Enquanto dure, pode ser?

A tua voz... sempre a tua voz! Não queria acreditar!

É muito para mim, não esperava a chamada, juro que não.

O tudo, é a minha alma que já ta dei há muito. Faz quase um ano, é tua. Essa sim, para sempre. Terás sempre um lugar dentro dela, sempre... embora saiba...