domingo, 12 de junho de 2011

A primeira costatação do dia de ontem

Quando nos separámos, nós rejuvenecemos, ficamos giras, com outro brilho, um makeover total. Eles ficam um caco.

sábado, 11 de junho de 2011

Pormenores







Querias?

Vai mas é trabalhar...

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Private post

Eu estou a ir para aí, em pensamento.

Hoje estou contente com a nortada

É que como vou trabalhar como uma preta, não fico com aquele sentimento (triste) de não poder ir à praia. Quando estão bons dias e não posso lá ir, fico com uma coisa aqui dentro a remoer que nem sei bem descrever.

Bom dia.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

E depois é isto: perco-lhe o rasto. Não vale a pena insistir, ele é do mundo e esses são livres. Aos livres, não se pode pedir nada, só esperar que regressem e que no regresso ainda se lembrem de nós.

Vou ter um dia cheio. O meu portátil não apanha o wireless, assim a modos que bou estar morta para o mundo da blogosfera. Não chorem, eu volto em breve :) já, já...

quarta-feira, 8 de junho de 2011

O ensaio de hoje. Vou cantar para a professora da minha filha, ou seja vou fazer umas figurinhas... e rir, rir muito.

Private post

Sei que não o devia dizer, mas tenho saudades e estranho tanto silêncio.

Meio milhar

Obrigada. 500.000 visitas. Muito obrigada. Ainda não entendi para que lêem estes disparates todos, mas a verdade é que os lêem. Espero que vos faça tão bem a vocês, como me faz a mim.

Huuummm, não sei...

Tudo a preparar-se para um fim-de-semana prolongado daqueles bons, bons. Pelo menos, parece pelo tempo. E eu a preparar-me para um fim-de-semana cheio de trabalho. Cada um tem o que merece, sempre ouvi dizer.

terça-feira, 7 de junho de 2011

Não tenho a mínima dúvida

que o que me salva é a minha criatividade. A mínima.

Adenda: nunca saí assim à rua, está?

O que eu gostava de acordar todos os dias com este cabelo. Em versão morena, pois está claro.

O almor é uma forma de gostar de alguém

mas que poucas pessoas entendem. Até aquelas que são mais sensíveis, têm dificuldade em entender. Enquanto explico, é verdade que fico a perceber um pouco mais deste sentimento que também é novo para mim.

Eu queixo-me do nosso país, indigno-me. Mas há muito poucos lugares no mundo, onde ainda se possa trabalhar de porta escancarada para trás, sem medo.

Ao contrário de ontem

o dia começou cheio de luz...

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Não se pesca, não se procura. Simplesmente, encontra-se.

Estava aqui a pensar

enquanto estudo o reinado Filipino com a MC: porque é que esses gajos foram embora? Porra.

Almor - Parte 9

Porque não peço nada em troca. Só que estejas aí para ser almorado.

O pior é a distância de sentimentos. Quando estes caminham para lados opostos.

Nós caminhamos lado a lado, não nos vamos encontrar à frente, tais como as linhas paralelas, mas vamos olhar sempre um para o outro :)

Hoje começo um (outro) novo projecto. Vamos lá a isto, que temos é todos que trabalhar para sairmos do buraco.

Bento Amaral



Há semanas que ando para ver isto, aconselhada por vários amigos em comum. Vejam com calma. Eu conheço a história do Bento e tenho uma imensa admiração por ele. Até chorei na parte final.
"E se pudesse voltar ao dia do acidente?" - arrepiante!

Eu até já nem tenho a panca que tive noutros tempos, por vestidos. Mas, estes tons nude encantam-me. O do lado esquerdo é do outro mundo.

Segunda-feira + este tempo = combinação bombástica para o meu humor.

domingo, 5 de junho de 2011

A última constatação do dia

E eu não votei em quem queria, realmente votar.

Noite de eleições

A pergunta da jornalista da Rádio Renascença, na conferência de Imprensa... Ah ah ah ah ah ah ah ah ah ah

- Teme que a sua saída acelere processos judiciais, como por exemplo o caso Freeport?

ah ah ah ah ah ah ah ah ah ah

Mesmo sendo mulher, teve-os no sítio. E a reacção dos militantes e apoiantes? Sem comentários.

Constatação do dia

Do mal, o menos. Ufaaa, é que julgava mesmo que ele ficava.

Cuidado (provavelmente) esta pessoa votou

Eu e a MC, na porta do Bom dia Continente, a fazer a campanha da Associação Vida Norte. Passa um Senhor, olha para mim e diz:

- Esta menina não tem idade para estar aqui a trabalhar!

- Esta menina está aqui a ser solidária e para isso não é preciso ter idade...

- Porque não a põe antes a fazer uma telenovela na TVI?

- Oh amigo, a MINHA FILHA não está a receber dinheiro para aqui estar. A minha filha está aqui como voluntária, entende?

- Oh, oh...está bem... (com aquele ar: engana-me que eu gosto).


Virou-me as costas e foi embora a resmungar. Há pessoas que ... me tiram do sério, para não dizer outra coisa.

"Não escolhas só uma fatia
me aceita como eu me dou
inteira e tal como sou
não se engane à luz do dia.

Sou sinceramente tua
mas não quero ir, meu amor,
pela tua vida de visita
vestida para a ocasião.
Preferiria com o tempo
me reconhecer sem rubor.

Conta ao teu coração
que existe sempre uma razão
escondida em cada gesto.
Por detrás ou pela frente
cada qual é diferente
cada um tem seu defeito.
Nunca é triste a verdade,
o que ela não tem é jeito.".

Simone

sábado, 4 de junho de 2011

Eu sei, invejosa e egoísta

Comi uma (quase) inteira. Sozinha.

E a chuva trouxe-nos para casa mais cedo. Mas a MC ainda esteve uma boa meia hora na piscina à chuva. É por estas coisas que é bom ser criança.

Mas entretanto lá fomos nós...

... para outro piquenique. O que nós gostamos disto.

Durante este fim-de-semana, a Associação Vida Norte, vai fazer uma campanha no Norte Shopping de recolha de bens essenciais para as mães e para os bebés. Dia 4 e 5 nas entradas do Continente e do Bonjour. Se puderem lá passar, ajudem, nem que seja uma chupeta. Eu e a MC vamos estar lá a ajudar.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Almor - Parte 8

É a sensação que mais se assemelha com o almor.

Eu não digo?

Fo**-se! Já me cortei...

Não gosto de cozinhar

Nem para a pessoa que mais amo na vida: a minha filha. Há por aí alguém que se ofereça, humm? Não é muito: dois rolos de carnes frias e para aí uns 70 enroladinhos de salsicha, coisa pouca portantos. Alguém se oferece? Fazemos uma troca, eu sou óptima a fazer zapping em frente à televisão. Não me digam que não sou vossa amiga!

MC # 28

À hora do almoço, a propósito de um episódio no Colégio:


- Arre, vocês só dão trabalho...! - disse eu a rir-me

- Oh mãe, nós somos crianças, tudo isto faz parte!

(Deus meu, que faço à miúda?)

São uns infantis, prontooos :)

Ontem no Jumbo, assisti a uma cena caricata: um homem na casa dos 40, de calçõezinhos pelo joelho cor-de-laranja, chinelos com meias brancas. Mas, o que me chocou mais foi a forma como estava a experimentar a playstation. Ele estava tão absorvido, que estive a apreciá-lo e ele nem notou. Muito bom, mesmo... Aquilo (a máquina) deve ser top num casamento, para não os aturarmos.

Lá vou eu

E detesto, tanto como ir ao dentista. Mil vezes ter um filho.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Para quem eram as gomas. É que vocês comeram-nas todas :)



Instruções:
- Tal como fizeram com as gomas, estejam à vontadinha, sirvam-se;
- substituir a palavra amor por almor, quando estiverem a ouvir a música.

E julgo que assim percebem para quem eram as gomas ;)

São para ti:

Ora vamos lá votar TODOS neste cartaz

É de um português que concorre para a campanha «No to Violence Against Women» nas Nações Unidas. É por uma boa causa, é por todas nós. Eu já votei. Vamos lá, meninas ( e meninos, claro) toca todos a votar, aqui.

A minha professora de Ioga, a Carlota dizia sempre: "uma forma de recarregar energias é andar descalça na areia. Faça isso todos os dias e vai ver como dá um resultadão!".

Todos os dias, para mim, é impossível. Mas hoje vou fazer. Vem aí um fim-de-semana cheio e eu preciso das baterias todas em cima. Acho que aliado à areia o mar, opera verdadeiros milagres.

Podia ter sido eu a escrever isto:

"Eu gosto de errar. Sinto o cheiro e gosto dos meus erros e simpatizo com eles. O certinho me causa desconfiança. Antipatizo com o correto. Prefiro a minha infelicidade com flashes de felicidade momentânea... Esperar não é para mim. Produzo teorias que não servirão para nada. Invento palavras que não existem, faço meu próprio dicionário. Crio definições que só eu uso e, ainda por cima, me mato de rir. Prefiro a minha insanidade com flashes de sanidade instantânea... O que presta é o que me interessa. O que eu quero, agarro. O que eu desejo, abraço. O que eu sonho, desenho. O que eu imagino, escrevo. O que eu sinto, escondo. A perfeição está no meu humor. Está na minha emoção. Está nas minhas linhas tortas e devaneios tolos. Nem sempre minhas ações condizem com as minhas palavras. Me conheça. Me decifre. Me ame. Me devore"

Clarissa Corrêa




Encontrei este texto ontem. Andava a navegar pela internet e descobri-o. Desconheço a autora em absoluto, mas amei. Estas palavras podiam ser minhas, definem-me tão bem. A única coisa que me define menos bem, será esconder o que sinto. Eu não escondo, bem pelo contrário, eu grito.

CHEIRO DE ALMOR



" (...) De repente
fico rindo à toa
sem saber porquê (...)"

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Vou sonhar...

Eu recebo emails fantásticos. De leitoras e leitores (embora elas, em muito maior número) que contam histórias do outro mundo, histórias de vida. Eles dão avisos, são curiosos, fazem perguntas, tentam no fundo, perceber os disparates que para aqui escrevo.


Elas não, as minhas leitoras contam-me a vida: de luta; de amores; de desamores; de felicidade; de infelicidade; contam histórias dos filhos; do tempo noutros países; algumas delas juram que também sentem almor (tal como eu); das injustiças; das justiças; da família, dos namorados. Enfim, desabafam, com quem não conhecem e isso dá-me responsabilidade, isso enche-me de orgulho e agradeço sempre a confiança que depositam em mim. Por vezes, sei que demoro a responder, mas respondo sempre. Talvez seja mais fácil "falarem" com quem não conhecem, "ouvirem" conselhos sem ouvir a voz. Não sei o que as motiva a desabafarem desta forma, mas eu sinto-me lisonjeada de saber um bocadinho da vossa vida, porque eu ponho muito aqui da minha. Costumo dizer nos emails, que sou péssima a dar conselhos e acabo sempre a dizer: segue o coração, sempre!


Hoje e acabei de chegar a casa de uma reunião de trabalho (são nove da noite) abri a minha caixa de email do blogue e vi um email lindo, escrito por uma menina de 20 anos com uma vida cheia pela frente ( e ela sabe-o), é uma lutadora. reviu-se no tal post ficcional em que eu dizia que ia mudar de vida.Comoveu-me, um grande beijo Mafalda (eu vou responder, mas hoje ainda com 30 emails de trabalho para mandar fica difícil, amanhã de certeza).

Não, as cartas de almor não são ridículas.
"Escreve-me, escreve-me, envia tudo o que quiseres.". Vou enviar, sim. Tudo, com calma. O almor não se compadece de pressas. Vou escrever devagar (como costumas dizer).

Constatação do dia (de ontem)

Não se pode contar tudo, nem aos amigos. Há coisas que devemos guardar só para nós. Eu tenho a mania de contar tudo.

Dia Mundial da Criança

Já viram que linda imagem a do Dia Mundial da Criança no Google?