Será que ainda vou ter um filho rapaz? Radical, daqueles todos desportistas! Adorava! Outro dia olhava para uma amiga minha que tem 3 rapazes e pensava: isto deve ser o máximo! Eles fazem coisas que às meninas nem lhes passa pela cabeça. segunda-feira, 23 de maio de 2011
Será que ainda vou ter um filho rapaz? Radical, daqueles todos desportistas! Adorava! Outro dia olhava para uma amiga minha que tem 3 rapazes e pensava: isto deve ser o máximo! Eles fazem coisas que às meninas nem lhes passa pela cabeça. Gostava de ter um rapaz e logo a seguir uma outra filha (de preferência igual a esta que já tenho). Mas, isto são só sonhos...
domingo, 22 de maio de 2011
Agora, com licença sim?
Desabafo
Ontem no meu giro pela blogosfera e através de blogues que leio, cheguei a um (e com um pouco mais de esforço, encontraria mais, com toda a certeza) hateblogue. Por muito que puxe pela cabeça, não entendo para que é que uma pessoa se dedica a escrever algo assim. Será para ter graça? Não consegui rir-me com um único post que ali estava, mesmo aqueles em que os visados são bloggers com os quais não simpatizo. Ela (tem que ser uma mulher, que os homens não se dão a esse trabalho) não tem um pingo de graça, deve ter um QI inferior a 50 e com toda a certeza é das que quer a reeleição do Sócrates (e só isso diz tudo). Fiquei de boca aberta, com aquilo que lá escreve e como escreve. Não tem um único tema interessante, mas ainda o que me chocou mais, é quem comenta. Nós somos livres de criticar, de pensar mal, de escrever sobre comportamentos, sobre algo errado que vemos no dia-a-dia, mas eu quando o faço, falo de forma generalizada. Escrevo pensando num caso particular, mas escrevo de uma forma que ninguém entende quem é (nem tinha como, porque o meu blogue é anónimo, ninguém faz ideia de quem é a Rita. Só os meus amigos). Agora ir para ali escrever mal deliberadamente, fazer links para o blogue dos outros, gozar com o que lá leu, quando nem tem inteligência para perceber o que lá está escrito, é de uma presunção sem fim. É de uma filha da putice (como diria o Avelino Ferreira Torres), de uma falta de carácter sem fim. A gaja que escreve aquilo, é tão interessante (not) que na falta do que escrever, escreve com base no que lê nos outros blogues. E que mal que ela o faz.
Se há dias que aquela merda até me faria rir, há outros em que se ela me aparecia à frente, fazia-lhe a cara num bolo. Eu vi lá alguns posts dedicados ao meu blogue - com ligação directa para aqui e tudo - que deram para rir-me, porque a gaja nem percebeu o que escrevi. Mas, vi lá posts para blogues totalmente cool, daqueles em que as bloggers estão totalmente na delas, não se metem com ninguém e a gaja a gozar como uma preta. Espero é que passe a fazer aquilo sozinha (ela poucos comentários tem), porque são merdas destas que me tiram a esperança na Humanidade e que me fazem crer que o mundo está repleto de cabras e cabrões.
A MC foi para casa de uma amiga fazer um trabalho de grupo (sim, já tenho uma filha que faz trabalhos de grupo. Estou velha). Estou no meu terraço a apanhar banhos de sol, a gozar o silêncio, com o pc para acabar um texto, uma merda de um texto que me anda a moer o juízo há dias. Eu não sei inventar, Senhores, eu só sei contar/ escrever coisas que realmente aconteceram, existiram. Eu não sei escrever ficção, eu só escrevo sobre o que é real. Por isso, empanquei nas 5000 palavras e desconfio que vou ali ficar. Ou isso, ou mandar o texto para o espaço e dizer para o escreverem eles. Mas, depois penso: porra, não vou ser capaz de acabar esta merda? Era o que faltava. Vou acabar e vou acabar mesmo.
Não há bela, sem senão
A nortada, sempre a nortada na minha terra. Se há pessoas que ali estão atrás dos pára-ventos, imovéis para não comerem areia. A praia para mim, não é assim: eu preciso de me levantar; de ir ao mar; de mergulhar; de andar a saltar de pára-vento em pára-vento para dois dedos de conversa; de meditar em frente ao mar, sem ficar tipo croquete; gosto de estar junto à água a tomar conta das crianças sem tremer de frio. Eu não suporto a nortada. Mas, é que não suporto mesmo.sábado, 21 de maio de 2011
Eu dançaria no meio da rua
Se tu viesses ver-me hoje à tardinha,
A essa hora dos mágicos cansaços,
Quando a noite de manso se avizinha,
E me prendesses toda nos teus braços...
Quando me lembra: esse sabor que tinha
A tua boca... o eco dos teus passos...
O teu riso de fonte... os teus abraços...
Os teus beijos... a tua mão na minha...
Se tu viesses quando, linda e louca,
Traça as linhas dulcíssimas dum beijo
E é de seda vermelha e canta e ri
E é como um cravo ao sol a minha boca...
Quando os olhos se me cerram de desejo...
E os meus braços se estendem para ti...
Florbela Espanca
O meu almor
Afinal liga, afinal pensa em mim. As pessoas não pensam, nem se importam connosco só quando o dizem, podem perfeitamente fazê-lo em silêncio. Ele fá-lo em silêncio, só me resta respeitar.
sexta-feira, 20 de maio de 2011
Ontem um grupo de mães do Colégio da minha filha, iniciou um ciclo que conferências sobre o voluntariado. As crianças que estão a terminar o 4º ano, foram sensibilizados a ajudar o próximo. E assim será durante 4 semanas. Ontem - pela reacção deles - cresceu mais um bocadinho a minha esperança na Humanidade.O que mais gosto no Verão
quinta-feira, 19 de maio de 2011
Há uma coisa que me anda a preocupar e muito. Não tenho vontade de comprar roupa, já não o faço há meses e sempre que passo numa loja não me apetece entrar. Para a MC sim, mas para mim não. Também tenho que confessar que esta moda da côr é coisa que me deixa aterrada e de boca aberta uns bons 10 minutos e 37 segundos, mas a verdade é que não tenho vontadinha nenhuma de gastar dinheiro em roupa. Até já tirei a febre, mas estava tudo normal. Não sei mesmo o que se passa comigo.
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Desculpa?
Amigo: O costume, duas horas mal, uma bem...
Não percebo, juro que não entendo. Para quê, tudo isto? Se já houve alturas na vida que lutava (ou melhor chamava a isso de lutar. porque de luta nada tem) por uma relação. Nesta idade já não tenho pachorra para guerrinhas, discussões e merdas. Deus me livre. Para isso, prefiro estar sozinha ou partir para outra.
terça-feira, 17 de maio de 2011
Há anos que sou uma descrente na Justiça portuguesa, não é de agora. Mas, o tempo passa e a descrença tornou-se nojo e repugnância.
Os americanos podem ter os defeitos que quiserem, mas que aquilo que aconteceu nunca aconteceria cá. Nunca.
Li estas palavras da Saltos Altos Vermelhos e não podia concordar mais. Tudo isto a propósito desta notícia e desta.
O comentário que deu post # 11
"(...)É por isso que sei que muitas vezes num só momento, pode ser-se mais feliz do que muita gente numa grande cerimónia ou até mesmo numa vida inteira(...)"Eu sei, Vanda, a vida ensinou-me isso: antes uma vida com um (único)momento cheio, que uma cheia deles, totalmente vazios.
E depois tenho que comer gelado, claro que tenho
Tive que comer, senão morria. É o telefone que não pára de tocar com mensagens cretinas da Optimus, de viagens e do raio que os parta; sou eu que ainda não parei de escrever desde que acordei; é a merda do café que me pôs com palpitações; sou eu que já respondi a uns 378967 emails da festa de finalistas da MC; sou eu que tenho que escrever uma letra para a Professora da minha filha e a pu** da inspiração não vem; é a estúpida da minha conta bancária que decresce a olhos vistos; é a minha vida, na qual só me cruzo com covardes; sou eu que estou rodeada de papéis e a um passo de os atirar pela janela; é a cabra da chuva que me deprime; é a merda do telefone que não toca por nada de jeito; sou eu que ainda não entreguei o trabalho de fim de curso (um texto com dez mil caracteres, porra!) e já engatei em mais dois cursecos que nem sei se me vão valer de alguma coisa (vou agarrar-me à velha máxima: o saber não ocupa lugar); sou eu que não sei em quem votar, o gajo que já tinha o meu voto apareceu de boné do partido, para os 4 canais de televisão (já não posso esperar grande coisa do moço); sou eu que enviei um email para o Ministério das Finanças e prevejo estar 238 dias à espera da resposta e precisava dela para ontem; sou eu que estou a escrever uma carta à Segurança Social daquelas politicamente correctas e a segurar-me para não desatar aos palavrões e aos insultos; sou eu que já me estou a passar de estar aqui a escrever este post em vez de estar a fazer algo de verdadeiramente útil; sou eu que, hoje de manhã, tive que escrever um texto sobre o voluntariado e emocionei-me feita parva; sou eu que estou há uma hora a ouvir Djavan em modo repeat, depois não quero ficar neurótica; sou eu que hoje queria ir ver a minha filha de 82 anos - que vou ter uma merda de uma semana - e neste estado de nervos é melhor nem ir, não lhe vou levar nada de bom; sou eu que tenho que vir ao fim da tarde com a carrinha cheia de crianças, a minha e as dos outros (não esquecer de levar mordaças) e estou cansada; sou eu que dormi pouco e nestes dias sou uma cabra. Pudera, tinha mesmo que comer gelado.Pergunta número 46
Já não há homens com coragem? Já não há daquela raça de homens que os têm no sítio? Se sim, onde estão?Sei, que são três perguntas, mas isto são nervos. São nervos, minhas amigas! Lembrei-me deste post que escrevi há uns tempos, adequa-se como uma luva aos dias de hoje.
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