terça-feira, 17 de maio de 2011
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Sem sombra de dúvida, uma das músicas da minha vida
Foi enviada por uma leitora: a Mariana. Obrigada. Atentem na letra.
Meto-me em tudo, depois dá nisto...
Estou de rastos. Este é o último ano da MC naquele colégio. Para grande pena minha, mas é a vida. Termina aqui um ciclo na vida dela, que foi muito gratificante. Lógico que nada tem a ver com o facto de ser católico, mas a bondade daquelas Madres, daquelas pessoas é impagável. No mau momento que passei e que em parte ainda estou a passar, todas estiveram sempre aqui ao meu lado, sempre. Agora chegou está a chegar o fim do 4º ano e nós mães estamos a organizar uma festança para comemorar isso. Nada de grandes exageros que a vida e o estado do país não nos permitem, mas quem disse que só com dinheiro se conseguem fazer coisas giras?
Mas, a festa ainda nem foi e eu já ando a cair: ciclos de conferências, letras de músicas, inventar jogos, reuniões para a frente, reuniões para tras , Deus me livre. E emails, para responder? Só agora respondi a mais de 20. Já não aguento. E hoje à noite vou cantar (treinar, ou melhor fazer playback) com um grupo de mães. Isto é cansativo, mas digo-vos é muito divertido! Sem dúvida que a melhor parte da minha vida, é ser mãe da MC.
MC # 27
Aquilo deve estar a ser o máximo
Oh pá, vocês desculpem-me a insistência, mas quem é que está há dois dias de lua de mel e está no facebook a postar como se não houvesse amannhã? **acordei com a minha veia de cobra. a semana promete.
domingo, 15 de maio de 2011
Ah ah ah ah ah ah ah ah
Se um governo socialista fosse governar o Deserto do Saara, passados seis meses tinham que importar areia.
sábado, 14 de maio de 2011
Eu ainda não sei (bem) em quem vou votar. Mas sei MUITO BEM em quem NÃO vou votar
Um sujeito entra num bar novo, hi-tech, e pede uma bebida. O barman é um robô que lhe pergunta:
- Qual o seu QI?
O homem responde:
- 150.
Então o robô serve um cocktail perfeito e inicia uma conversa sobre aquecimento global, espiritualidade, física quântica, interdependência ambiental, teoria das cordas, nanotecnologia e por aí.
O tipo ficou impressionado, e resolveu testar o robô. Saiu, deu uma volta e retornou ao balcão. Novamente o robô pergunta:
- Qual o seu QI?
O homem responde:
- Deve ser uns 100.
Imediatamente o robô serve-lhe um whisky e começa a falar, agora sobre futebol, fórmula 1, super-modelos, comidas favoritas, armas, corpo da mulher e outros assuntos semelhantes.
O sujeito ficou abismado. Sai do bar, pára, pensa e resolve voltar para fazer mais um teste. Novamente o robô pergunta-lhe:
- Qual o seu QI?
O homem disfarça e responde:
- Uns 20, eu acho!
Então o robô lhe serve-lhe uma pinga de tinto carrascão, inclina-se no balcão e diz-lhe bem pausadamente:
- E então meu, vamos votar no Sócrates de novo?
- Qual o seu QI?
O homem responde:
- 150.
Então o robô serve um cocktail perfeito e inicia uma conversa sobre aquecimento global, espiritualidade, física quântica, interdependência ambiental, teoria das cordas, nanotecnologia e por aí.
O tipo ficou impressionado, e resolveu testar o robô. Saiu, deu uma volta e retornou ao balcão. Novamente o robô pergunta:
- Qual o seu QI?
O homem responde:
- Deve ser uns 100.
Imediatamente o robô serve-lhe um whisky e começa a falar, agora sobre futebol, fórmula 1, super-modelos, comidas favoritas, armas, corpo da mulher e outros assuntos semelhantes.
O sujeito ficou abismado. Sai do bar, pára, pensa e resolve voltar para fazer mais um teste. Novamente o robô pergunta-lhe:
- Qual o seu QI?
O homem disfarça e responde:
- Uns 20, eu acho!
Então o robô lhe serve-lhe uma pinga de tinto carrascão, inclina-se no balcão e diz-lhe bem pausadamente:
- E então meu, vamos votar no Sócrates de novo?
sexta-feira, 13 de maio de 2011
quinta-feira, 12 de maio de 2011
A minha companhia
Estou a escrever um texto com 10.000 caracteres. Se não fosse o youtube como companhia, não teria inspiração. Valha-me isso.
quarta-feira, 11 de maio de 2011
Almor - Parte 3
Recebi um email sobre o post do Almor, dizia o email que era exactamente o que a leitora sentia. Que estava muito bem explicado. Mas dizia que o almor dela é vivido às escondidas e que a faz sofrer.
Pois, mas o meu é gritado e lembrado e sussurrado e chorado (choro de emoção, como já expliquei) e vivido para mim e por mim. O meu almor só me traz felicidade. O amor é que julgo que, por vezes, pode trazer infelicidade. O almor não faz dessas coisas.
Esclarecimento - depois de conversas e emails, quero explicar o seguinte: a palavra almor não existe, foi inventada por mim. Alguns autores fazem isso, neste momento lembrei-me do Mia Couto (não, não me estou a comparar a ele, como é lógico). Ao processo de criação de uma palavra chama-se: nominalização. Decidi criar esta, porque não havia nenhuma que definisse o que eu sinto.
The Body Shop
Rasguei (literalmente) a caixa, e meninas nem vos digo, nem vos conto, tudo do melhor:
- um óleo seco daqueles que se usam no Verão no corpo e que nos deixam com a pele macia e dourada;
- um pó solto que dá o mesmo efeito de brilho, já o pus na cara vou fazer um sucesso, porque já estou com uma cor;
- um pó compacto;
- e finalmente tenho um rímel de jeito, vamos ver se é desta que não ando com os olhos borratados, pelo menos diz que é à prova de água.
Na caixa também trazia um creme de corpo inovador, umas luvas de exfoliação e um gel de banho com um cheirinho de fazer cair para o lado.
E pronto é isto, comecei bem o dia. Espero que nada mo estrague.
terça-feira, 10 de maio de 2011
Almor - Parte 1
Há algo muito mais grandioso que o amor, chama-se: almor. Escusam de ir pegar nos dicionários e procurar, não irão encontrar lá nada sequer parecido e muito menos com este significado. Almor é um sentimento que tal como o amor se sente poucas vezes na vida. Eu ainda só senti uma, por uma pessoa muito especial. É algo que gruda na nossa alma e que ao contrário do amor não passa, nem com o andar do tempo. O amor tem uma necessidade absoluta de se alimentar. O almor não, alimenta-se a si próprio, a alma alimenta-o com as recordações. O almor não precisa da presença física do outro, porque tem-no sempre presente dentro de si. O almor subsiste por si próprio, não precisa de cuidados especiais, nem de atenção. O almor não precisa de abraços, beijos, mimos, toques, mãos dadas, atenções, não precisa de ser elogiado. O almor é independente do objecto almorado. O almor não precisa de ser reconhecido, que se lembrem dele, que suspirem por ele. O almor não precisa que lhe digam que nunca vai morrer, porque o almorado sabe que quem o almora, jamais o esquecerá. O almor não precisa de ser escrito, nem falado, não há quem lhe dedique poemas, o almor só é sentido por quem tem essa capacidade grandiosa de almorar.
O almor não quer ser almorado. O almor não pede nada em troca, o almor só quer almorar. De vez em quando gosta de ter notícias do almorado, mas não é por causa destas que ele vive ou morre. Ele vive porque foi e ainda - mesmo depois de tudo - é forte. Aconteça o que acontecer o almor vai lá ficar, intacto. Quem almora até pode vir a amar e ser amado por um outro alguém, que o almor vai continuar ali, quieto e calado.
O almor não precisa de nenhum cuidado especial, alimenta-se de sorrisos e esses são trazidos pelas recordações que estão naquele lugar no meio do peito. O almor arrepia os vasos sanguíneos da alma (coisa que eu nem sabia que tinha) e provoca choques eléctricos. O almor também dá para chorar, mas é um choro com uma emoção estranha, que quem já sentiu não consegue descrever. Um choro que num minuto enche um balde de lágrimas. Mas um choro silencioso de quem não o sabe explicar. O almor sorri sozinho muitas vezes, vem do nada, por vezes em filas de trânsito. O almor é independente das atitudes do ser almorado. Pode ser injusto, egoísta, cruel que o almor não é beliscado. Em comum com o amor só tem o espaço que ocupa: aquele lugar no meio do peito, que eu teimo em chamar alma.
O almor é acompanhado desta música e deixa-nos felizes, sempre. O amor nem por isso.
MC # 26
- Oh mãe, a mãe gosta de alguém? Assim de um rapaz... oh mãe, a mãe gosta do R. daqui de cima?
- Que ideia é essa MC? Estás tolinha, só pode...
(rio-me como uma perdida)
E hoje lá vou eu de novo ver a minha amiga Argentina. Já vos falei dela, tem 82 anos, vive num lar e de vez em quando vou lá fazer-lhe companhia. Hoje vou levar-lhe música da Amália Rodrigues que ela adora, e pulseiras. Quer pulseiras pronto. Não mexe os braços, nem as mãos, mas depois de me ver cheia delas, disse: eu também queria ter pulseiras! Vou-lhas levar e deixar na mesinha de cabeceira. E quem é que disse que uma rapariga com 82 anos não é vaidosa? Ah pois, lá vai estar a Argentina a olhar para as pulseiras o dia todo.
Tenho que me rir, senão desato aqui aos pontapés a tudo. Não é que estou há 2 meses à espera de um despacho do Tribunal de Menores e quando este sai, vem com um erro crasso de datas. Eu fico doida, há coisas que nunca vou entender neste país. Qual Troika, qual carapuça! Já nada nos salva de estarmos entregues (há anos) à bicharada.
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