segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Ando com este post atravessado há dias

Eu nunca tinha precisado de recorrer à Justiça. Nunca. Em Fevereiro, necessitei e ia com esperança que tudo o que lia sobre o estado da Justiça em Portugal, fossem balelas e que no fim o que ganhasse fosse o bem. Pois, como já disse dei entrada no processo (tido como urgente) em Fevereiro, fui chamada para ser ouvida em Setembro. Reparem: processo urgente, 8 meses de espera. E como se não bastasse, a escrivã, não ouviu o que se passou lá e lavrou a acta com um erro crasso. Não consigo corrigir o erro, a Juíz faz-se valer pelo que a funcionária lá escreveu e eu e a minha filha altamente prejudicadas com toda esta incompetência.
Quem corrige isto? Ninguém. Ninguém, porque isto é um país sem Rei nem Roque e há quem se aproveite de uma falsidade em proveito próprio (que nem proveito é, pelo que sei. é mais uma birrinha e uma guerrinha). Tenho pena é da minha filha. Mas, eu não vou baixar os braços e vou lutar até ao fim. Vou até ao topo se preciso fôr.

11 comentários:

Marisa disse...

Força nisso e não desistas....
Tb temos um processo a correr... e estamos a tentar evitar que vá para tribunal, pois se isso acontecer, vai-se arrastar durante meses ou anos.... e nós é que sofremos com isso. Infelizmente neste país as coisas não andam mais rápido porque quem está lá por trás a tratar do processo, não é atingido, com tudo aquilo que nós somos... não sofrem como nós sofremos... porque se assim fosse as coisas correriam bem mais depressa.

Um bjinho

" Smile disse...

Acho que li qualquer coisa nas entrelinhas e acho que desse assunto também me irá tocar M-E-D-O

espero que não desistas e que tudo corra pelo melhor. Força

Isa disse...

Espero que resolvas isso rapidamente... Infelizmente a justiça portuguesa por vezes ainda tem muito pouco de justa...

Mónica disse...

Que vergonha...
Espero que corra tudo bem!
Beijocas

Charlotte disse...

Também tive de recorrer à justiça há cerca de dois anos e só este ano é que ficou "tudo assente"... Mas nem tudo foi/é um mar de rosas! Pessoalmente estou muito descontente com todo o processo: os juízes são incapazes de ouvir as vozes dos oprimidos. E isso incomodou-me e incomoda; pois todo o "julgamento" foi uma fachada... chegou-se ao ponto de a arguida me pedir desculpas a rir-se. Claro está que queria que fosse um final feliz na justiça - o meu caso - mas não está perto de o ser. Vou ter de voltar a tribunal pois o acordo não está a ser cumprido. Veremos o deslace da minha história... pelo andar da carroça... daqui por 5 anos. Enfim. Quanto ao teu processo, boa sorte!

tavares disse...

Força, não desistas. Boa semana.

José disse...

Às vezes mais vale um mau acordo que uma boa demanda :)))

Este Blogue precisa de um nome disse...

Smile

Segue o meu conselho: antes de saires de lá, pede com educação para repetirem aquilo que a juíza entendeu que ficaria acordado. Pede à tua advogada para o fazer. Antes de sairem da sala de audiência, pede para lerem a acta em voz alta. Faz isso por ti e plo piolho. Acredita em mim. Não sabes o que me fizeram. Um erro de uma simples escrivã. Uma simples escrivã... consegue cometer uma injustiça do tamanho do mundo. Uma escrivã... Põe-te em alerta máximo. À minha advogada também lhe serviu de emenda, disse-me que nunca tinha visto algo assim. Estavamos 7 pessoas naquela sala, todas ouvimos o mesmo, a escrivã passou mal e pronto faz-se acordo assim. E eu nada consigo fazer. É triste...

Márcia disse...

Rita, infelizmente não é só em Portugal que justiça deixa a desejar, há uma morosidade- no Brasil- na resolução de problemas que se aplicada fosse de fato a lei, tudo se resolveria num piscar de olhos. E temos ainda por aqui juízes que são assassinados por tratarem de fazer cumprir a lei ao decretarem a prisão de traficantes que atuavam na Policia.Quanto ao teu direito, luta, persiste!!Não desista!!Leve o tempo que for, mas luta!!! bj

Escrita Online disse...

Para quem gosta e QUER escrever.

Regulamento já disponível em

http://escrita-online.blogspot.com

Boa Sorte!

Maria. disse...

Força nisso Rita. Desistir é que não.