segunda-feira, 27 de abril de 2015



sou suspeita, eu sei. mas, a minha filha é tão bonita. tem valores morais que às vezes ainda me deixam de boca aberta: quando a elogiam, coro. gosto tanto de ti, minha mc doida.

neuróticas, pá


ontem à noite, toca o telefone da mc. do outro lado uma amiga chorava como uma desalmada. eu ouvia-a e a dada altura oiço a mc a perguntar:

- mas, oh maria quem é que morreu?

o meu coração parou. têm acontecido tantas merdas que eu nem estava a acreditar que alguém tinha morrido. fiquei tipo em «pause». entretanto:

- olha vai passear maria, quero lá saber do derek da anatomia de grey. tu estás louca, só pode...

do outro lado:

- não me apoias neste momento? então vou ter que desligar e telefonar a alguém que me entenda...

só bos digo, que cambada de doidas, deus meu.

domingo, 26 de abril de 2015

perseguir os sonhos


e do enorme gosto que tenho em ter-me cruzado com ele. amanhã parte para uma nova aventura. fui agora, há pouco, dar-lhe um abraço. boa viagem, querido Jonas.

Tudo aqui.

sexta-feira, 24 de abril de 2015

se havia dúvidas sobre a sanidade mental da mc, elas dissipam-se com este post:


a mc bebe coca cola diluída em água.
baaahhhhhh

isto  vindo de uma filha  de uma mãe, que durante anos foi viciada nesta bebida castanha e cheia de gás ... não se pode esperar grande coisa. enfim... ando a criar uma filha para esta pouca vergonha...

o abraço. o abraço do início. o abraço, minha gente

técnica infalível para tirar a mc da cama


ontem a mc não conseguiu tomar banho à noite. tivemos um jantar lá em casa e não deu.

hoje chamei-a 52356 vezes para se levantar, aliás, como de costume. nada. de repente, lembro-me:

- oh mc, senão te levantas agora, vais ter que ir de rabo de cavalo para a escola: não vais ter tempo de lavar o cabelo.

vaidosa como só ela, em 30 segundos estava dentro da banheira. tenho que lembrar-me disto mais vezes. vou proibir os banhos ao final do dia.

do muito do que eu acho da escola pública

do quão farta estou dela. do que faço força para a mudar; das barreiras que encontro. da merda que é não ter - para já! - dinheiro para a tirar dali.

no fim da leitura deste texto, pensei: é que o que está aqui escrito é MESMO verdade e há anos que o é. já no meu tempo era esta pouca vergonha.

quarta-feira, 22 de abril de 2015

terça-feira, 21 de abril de 2015


para - eu - aprender, já que falo pelos cotovelos.

ahahahahahahahahah


os coleguinhas - rapazes - da mc ofereceram-se para fazer uma vaquinha e mandá-la para um spa, durante um fim de semana; concordaram que ela anda muito nervosa. ahahahahahahahah

nunca escondi que sou portista








mas foda-se há mais mundo além do futebol, e há dias que OUTROS VALORES se levantam. Deixem o  meu menino treinador do Bayern em paz. Anda cá, que eu dou-te colo. Quero lá saber do jogo, foda-se. Não me vão pôr um homem destes a chorar, pois não?

sexta-feira, 17 de abril de 2015

quinta-feira, 16 de abril de 2015

nota mental:


quando for ao supermercado lembrar-me que não tenho bida para andar a limpar lulas. tenho que olhar bem para as embalagens. esta merda de andar a limpar lulas às oito e meia da noite não-tá-com-nada. também em abono da verdade, nem às oito e meia, nem a hora alguma.

oh pá, calainde-bos a miúda é minha filha


ontem durante uma reunião na escola da mc. estava eu, a outra representante dos EE, a diretora de turma e a professora de português.

prof. de português olha para a outra mãe e diz: ai a sua filha é um amor: caladinha, muito serena, nem se dá por ela na aula.
olha para mim de lado e diz: já da tua, não posso dizer o mesmo! {trata-me por tu porque fui aluna dela 3 anos}.
eu: ela é minha filha, não é filha das pedras da calçada e ainda me lembro das vezes que a Sr.ª Dr.ª me mandou sair da sala de aula.

detestava que ninguém desse pela minha filha. deus me livre. queixo-me da raça da miúda, mas detestava que fosse uma tótó.

quarta-feira, 15 de abril de 2015

o meu afilhado hoje


faz 8 semanas.
o afilhado mais querido e amoroso do mundo. quando ouve a minha voz fica muito atento e quando paro de falar, sorri. o meu orgulho. é tão fofo mas tão fofo que só me apetece enchê-lo de beijos todo o santo dia.

terça-feira, 14 de abril de 2015


adoro

como é que aos 80 anos se consegue ensinar alguém a lavar um tabuleiro?


tu conseguiste.
só tinhas 79 na altura, mas hoje fazes 80. oitentaaaaa anos. muitos parabéns, E-I.

segunda-feira, 13 de abril de 2015

post que se tornou viral


"Não sou preconceituoso, acho que cada um faz o que quer da sua vida. Mas acho absurdo eu ser obrigado a presenciar uma cena como essa", começa por dizer. E vai continuando com frases como "Eu me recuso a ver uma cena como essa e considerar algo normal. Não desejo mal a ninguém, mas as pessoas deviam se preservar. "O pior de tudo é o exemplo para as crianças. Como vai ficar a cabeça de uma criança que vê essa cena todos os dias? As crianças vão achar que é normal esperar o metro em cima da faixa amarela. Então, não faça como aquele cara ali. Siga o exemplo das meninas. Espere o metro ANTES da faixa amarela, e só cruze a faixa depois que o metrô estiver parado e com as portas abertas."

domingo, 12 de abril de 2015

sábado, 11 de abril de 2015

top


rita, a evangelizadora



tenho um grupo de adolescentes na minha sala. dançaram música pop até dar com um pau. estou numa de recordar coisas do passado, pus a dar esta maravilha e todas elas cantaram, lembrei-me de todas cantamos isto nas missas do colégio e emocionámos-nos. elas eram tão pequeninas {hoje ainda cantarmos na missa, mas nunca mais se «recuperou» aquele espírito: hoje, cantamos todas desafinadas:-) } que maravilha de tempo. é uma das minhas músicas preferidas. aqui, cantada pelo Padre Nuno Tovar de Lemos: dos poucos padres que me pôs a chorar e a rir na mesma homilia, não fosse ele Jesuíta :-)

sexta-feira, 10 de abril de 2015

tinha 12 anos



o meu mundo mudou com esta música. hoje ainda muda e eu acredito que o mudo, com o pouco que faço todos os dias. não sei porque é que me lembrei disto hoje.

já viram o que a «minha» cindy lauper pula? eu era ela e acho que ainda sou. e a música que continua - infelizmente - tão atual!

são os mesmos filhos da mãe que penhoram bolos de 0.20€

Partilhem esta história:

A história de uma família de Massamá, com três crianças, que está a ver a vida virada do avesso por conta da cobrança no IVA de recibos verdes desde 2008. O casal fez um pagamento de 5 mil euros da dívida numa repartição (possuem recibos a comprovar) e, oito meses depois, as finanças só dão como pagos 2.800 euros. Os salários estão penhorados e a casa deve ir a leilão.
Mário Pereira & Andreia Dias

Este texto destina-se a dar a conhecer a forma desumana como num país democrático uma família pode ser tratada pela Autoridade Tributária e seus funcionários.
Somos uma família de 5 pessoas, mãe , pai e 3 filhos, o Manuel de 10 meses, o Miguel de 3 anos e a Beatriz de 11 anos, até ao final de 2013 vivíamos como a maior parte da chamada classe média portuguesa, não fazíamos grandes aventuras financeiras mas vivíamos sem grandes dificuldades.
De repente o mundo colapsou, não ao início porque sempre acreditámos que a justiça prevalece sempre e que num estado democrático as famílias não poderiam ser destruídas em nome do saque a favor do estado.
Enganámo-nos e de que forma. No final de 2013 foi a minha esposa notificada pela repartição de finanças de Queluz sobre um processo de IVA, aparentemente e segundo as finanças, ela, trabalhadora por conta de outrem mas também a recibos verdes, deveria no ano de 2008 ter alterado o seu regime de IVA passando a cobrar IVA às entidades para as quais trabalhava.

Recebemos a notificação, confesso que ficámos apreensivos mas não desesperados, pensámos sempre “ok não cobrámos o IVA, as empresas também não o deduziram, mas quer dizer, não roubámos nem lesámos o estado em nada, já que não ficámos com nenhum imposto” eventualmente vamos ter de pagar multas pela não entrega das declarações ou por não termos mudado o regime tributário, sim porque multas isso há sempre, e o regime tributário é automático para o que lhe interessa mas para o que convém não o é…

Ora se verificaram pelas nossas declarações de rendimentos que a minha esposa tinha ultrapassado os limites nos recibos verdes porque não mudaram o regime de forma automática, porque não a notificaram de imediato logo em 2008? Na nossa perspectiva não o fizeram propositadamente de forma a cobrar mais ao contribuinte.

Passado pouco tempo após a notificação fomos junto da repartição de finanças onde nos foi comunicado que não tendo ela cobrado o IVA às entidades teria de o suportar integralmente e portanto tinha agora 30 dias para entregar todo o IVA de 2008 a 2013 sobre todo o rendimento via recibos verdes, sem direito a deduções e com multas e juros associados, um valor de cerca de 15.000€ a que acresciam juros e coimas.
Dois dias após nos terem apurado estes valores, e porque estávamos no inicio de Dezembro de 2013 e em período de perdão de juros dado pelo governo, emitimos algumas guias de pagamento via site das finanças e com a poupança da família tentámos reduzir esta divida injusta, a nosso ver, se não recebemos o imposto porque temos de o entregar?

Foi-nos dito pela repartição de finanças que teríamos de pagar porque o IVA era crime e levava a penhoras imediatas, X% do vencimento , 100% dos valores recebidos em recibos verdes, e penhora imediata de qualquer bens que estivessem em nome da minha esposa.

Assim pegámos em 5.000,00€ das nossas poupanças (todas as que tínhamos) e fomos com as devidas guias (emitidas via site AT pelo acesso da minha esposa) à repartição de finanças de Queluz para efectuar aquele pagamento que não só reduziria a divida como retirava os juros do montante liquidado.
Aqui começou o horror.

Quando fomos para pagar as guias no valor de 5.000,00€ inexplicavelmente o funcionário da repartição de finanças de Queluz disse que não podiam ser pagas, pedimos para chamar o responsável que nos veio dizer que não podiam ser pagas aquelas guias porque não estavam ainda em sistema (as guias foram retiradas do portal da AT).
Incrédulos com a situação e porque legalmente podemos pagar as guias em qualquer repartição de finanças, fomos à repartição de finanças da Amadora com as guias, contámos a situação e as funcionárias nem acreditaram no que estávamos a dizer, assim receberam os 5.000,00€ processaram as guias e colocaram as vinhetas de liquidação das mesmas.
Três dias depois verificámos que a divida que constava no site da AT era exactamente a mesma, dirigímo-nos novamente à repartição de finanças de Queluz com as guias devidamente validadas pelo sistema da AT como pagas e pedimos que fosse retirado ao valor em divida o valor pago nas guias e os respectivos juros, dado que foram pagas ao abrigo do regime dado pelo governo.

Foi-nos dito que não o poderiam fazer porque não conseguiam verificar o pagamento das guias por não ter sido feito naquela repartição (relembro que as guias estavam à frente deles com o selo de pagamento emitido pela repartição da Amadora), apesar disso foi-nos dito que teríamos de esperar e que teríamos de realizar um requerimento a pedir que fosse considerado aquele pagamento, porque a sr.ª da repartição não iria à procura nos extractos bancários da AT do nosso pagamento.

Nós ainda dissemos “pois não precisa de procurar porque temos as guias pagas que fazem prova de pagamento” ao que nos respondeu ”para nós não fazem, e se querem que esses valores sejam deduzidos têm de provar que os pagaram” era o que estávamos ali a provar com as guias validadas pela repartição, mas inexplicavelmente não aceitaram e a divida apesar de amortizada não foi reduzida.

Assim, dos 15.000€ que reclamavam, já tínhamos pago 5.000€ e continuávamos, segundo eles, a dever tudo na mesma, só que agora com as poupanças da família gastas.
Entretanto, e porque não tínhamos possibilidades de pagar o valor reclamado pela AT e as cartas de ameaças não paravam de chegar, realizámos um plano prestacional para irmos pagando o que reclamavam.

Um erro, porque ao fazermos isto assumimos que devemos o dinheiro. A malha fiscal é pior que qualquer esquema fraudulento que exista.
Os planos vieram mas com o valor total em divida mais juros e coimas e afins, mas e então os 5.000€ pagos aos quais eram ainda retirados juros e coimas onde estão abatidos?

Não estavam, continuavam sem reconhecer o pagamento desse valor e fizeram os planos prestacionais pelos valores totais que eles apuraram.

Mais surpresas para ajudar, para além de termos gasto os 5.000€ das poupanças da família continuávamos a dever tudo segundo eles e como era um processo de IVA o prazo máximo de pagamento prestacional era de apenas 24 meses o que dava uma prestação de cerca de 1.000€/mês. Nesse momento a nossa vida colapsou, 3 filhos, casa para pagar e 815€ de ordenados da minha esposa e 500,00€ meus, com uns extras em recibos verdes sempre inconstantes, como poderíamos pagar uma prestação de 1000€?

Mas era a única solução ou tiravam-nos tudo, dinheiro dos bancos, carros e casa… enfim com a ajuda dos amigos e da família fomos conseguindo cumprir todos os meses os planos, mas o bullying não parou, todos os meses somos bombardeados com penhoras, ameaças de venda da nossa casa entre outras ameaças, apesar de cumprirmos sempre com os pagamentos dos planos prestacionais, todos os meses nos penhoram 1/6 do ordenado da minha esposa (cerca de 160€ de um ordenado de 815€) mandam penhoras para todos os locais onde ela está a recibos verdes para lhe penhorarem os recibos, e durante 8 meses todo o dinheiro que foi penhorado, assim como os 5.000€ pagos e respectivos juros nunca apareceram.

Passados 8 meses começou então , depois da intervenção de uma advogada que já vai numa despesa de 2.000€ que o meu pai vai pagando, a aparecer algum dinheiro, fomos novamente à repartição de Queluz para vermos a melhor forma de se aplicar o dinheiro.

Idealmente amortizarem prestações nos planos para nos aliviarem mensalmente um orçamento agora muitíssimo apertado era a nossa ideia, mas quando lá chegámos as finanças já tinham aplicado o dinheiro, parte do dinheiro porque não apareceu todo (estranho porque os 5.000€ foram pagos todos ao mesmo tempo mas eles só acharam parte desse dinheiro), onde queriam e como queriam, e assim amortizaram umas prestações finais e nós continuávamos a pagar mensalmente o mesmo só que agora por menos meses.

Mas nós precisávamos era de liquidez um mês ou dois para podermos comprar leite para os miúdos que ia escasseando cá por casa.

O facto é que apesar de todos os meses, nem sei bem como, irmos pagando os planos prestacionais, o dinheiro das penhoras só agora passado mais de um ano começou a ser aplicado, ainda assim neste momento já sem poupanças nenhumas, com cartões de credito estoirados, com dinheiro emprestado de amigos e família que não sabemos como iremos pagar ou quando poderemos pagar, continuamos mês após mês a receber cartas de penhora de ameaças, surgem novos processos que nem sabemos o que são porque nunca nos conseguem explicar, temos bancos a ligar, rendas atrasadas compras por fazer e a AT só quer receber, receber, receber algo que nunca lhes tirámos nem recebemos.

Nunca quiseram notificar as entidades para que assumissem o pagamento do IVA porque não lhes queriam dar o direito às respectivas deduções, mandaram-nos a nós fazer isso. Imagine o que é chegar à entidade patronal e dizer “olhe tem de entregar os ivas desde 2008 porque eu devia ter cobrado e não cobrei…. “
Ontem, dia 07/04/2015, recebemos mais uma notificação agora para além de tudo o que pagámos e do que pagámos mas ainda não apareceu ou foi deduzido à divida, querem mais 2.000€ de multas por falta de entrega das declarações desde 2009 (sim porque entretanto conseguimos impugnar por prescrição o ano de 2008, mas eles tentaram receber claro) isto no mês de pagamento do IMI , é impossível.

A AT tem feito de tudo para que entremos em incumprimento e vai conseguir, recebemos 1.300€ cá em casa temos de pagar neste momento 700€ ás finanças, agora mais 2.000€ e mais o IMI não conseguimos e no mês de Março já não fomos capazes de pagar um dos planos prestacionais, agora não sabemos se nos vão vender a casa, já nos enviaram uma notificação a dizer que sim que vão vende-la em leilão, que vão proceder à penhora dos vencimentos em 1/6 e dos recibos verdes na totalidade e assim vão tirar-nos o pouco rendimento que temos, deixamos de poder pagar agua, luz, gás e renda, deixamos de poder comprar comida para os nossos filhos e claro deixamos de poder pagar-lhes e ai vêm mais multas, juros e coimas e nunca mais teremos vida, futuro ou qualquer tipo de perspectiva… estamos desesperados, fortíssimos enquanto família mas precisamos de ajuda a divulgar o bullying de que estamos a ser alvos, temos provas documentais de tudo e podemos provar que estamos a ser alvo de perseguição da AT, destruíram-nos a vida, acabaram connosco e continuam até nos matar de vez… por favor ajudem-nos a divulgar esta situação em nome da nossa sobrevivência e dos nossos filhos!

Aventar

terça-feira, 7 de abril de 2015

temos ou tivemos um lugar só nosso




« Num sítio só nosso. Onde ninguém nos encontre. Num sítio onde o tempo se suspenda e o abraço se estenda. Um local onde o beijo apareça e o colo apeteça.
Num sítio desconhecido. Onde ninguém nos importune. Num sítio onde o sorriso ganhe e o colo nos apanhe. Um local onde as mãos se dêem e os pensamentos se lêem.
Só nós.
Vamos?».
 Rita Leston 

segunda-feira, 6 de abril de 2015

tinha aqui um texto todo arquitetado na minha cabeça


mas não consigo: acho - que hoje - os meus dedos não acompanhariam a minha alma.foi tudo tão rápido, que acho que o meu coração perdeu o comboio na estação do teu banho. foi enquanto tomavas banho e eu preparava uma merda qualquer. disseste-mo e eu já nem lembro o que fazia na altura. tudo ficou em branco na minha mente, tudo ficou turvo. saí de casa, fui comprar cigarros e encontrei-o. tinha que contar a alguém: contei-lhe a ele {não acredito em acasos, mas hoje essa merda não interessa nada}tu contaste-me, eu fui ao multibanco levantar dinheiro e respirar. aqui em casa não o conseguiria. voltei mais leve depois dele ter -me dado os parabéns. não os entendi na altura, mas sorri porque senti que eram merecidos, entendi-os depois durante o jantar. até isso foi o universo: vieram cá a casa cozinhar ameijoas. não sabiam que só comes o molho com pão, mas comeste e foi durante a noite que percebi porque é que estava de «parabéns». estou, mas tu também, minha filha.

sexta-feira, 3 de abril de 2015

a comissão de proteção de menores vem atrás de mim, só pode

mc maquilhou-se. estou lixada. obriguei-a  atirar aquela merda de cara, só bos digo: fodeu-me um tubo inteiro de algodão.
meu deus, dá-me paciência! esta merda só ao estalo.*

* só não fotografei o algodão porque ela não deixou :-)

quinta-feira, 2 de abril de 2015

aviso à navegação:

quando me mandam: sms; press release; emails; sinais de fumo como blogger, ou até mesmo como rita, para marcas de grávidas. eu uso o DIU, esperooooo nos próximos 500 anos, não estar grávida. obrigada na mesma pelo contacto.
no entanto, posso aceitar vouchers para pré-adolescentes, tais como: jantares na pizza hut, saídas à noiteeeee [coisa que me incomoda bastante. têm que pagar bastante.], viagens a nova york, roupa [muita roupa] estejam à buntadinha ....

quarta-feira, 1 de abril de 2015

abril águas mil

mas não penso nisso.
só penso que falta 1 mês para maio e 2 meses para o MEU  mês, o resto são balelas. aquilo: ai cutchi cutchi todos os meses têm a sua beleza, quilhande-bos: eu quero é sol, eu quero é calor. o resto ca sa lixe, para não dizer outra coisa, mas a esta hora da noite não quero ferir suscetibilidades. vem lá abril, mas passa rápido que o pessoal quer é maio e junho.
mas por acaso amanhã, bou à praia, só por causa das tosses.

não, não é mentira de 1 dia de abril


hoje, eu e a mc fomos confessarmo-nos para a páscoa. sim, temos este ritual: somos católicas praticantes. antes da páscoa e do natal - e quando entendemos - vamos. a minha confissão foi mais rápida [? nem quero perguntar o porquê...], saio do confessionário, rezava na Igreja [não tive penitência, mas rezava ] e oiço o padre que ouvia a mc, à gargalhada. ela ria-se com ele. nem na igreja, ela é bem comportada está visto. esta miúda leva gargalhada a todo o lado. não me contou nada, só me disse que o padre tinha falado da história de Portugal. só podia estar a rir-se da ignorância dela. espero eu... ou não, já nem sei.

na minha opinião




esta nova moda dos elásticos invisíveis  (que de invisíveis nada têm, alguém me explica como é que se abota um elástico rosa ou cor de laranja e ninguém vê? pelo amor da santa!) é igual à moda da molinha no cabelo. deumalibre é que nem em casa. a molinha dá aquele ar que se fugiu do cabeleireiro sem pagar e sem fazer o brushing; os elásticos parece que trazem um fio de telefone enrolado no cimo da cabeça. dos telefones antigos, tá benhe? nasci em 1973. 

terça-feira, 31 de março de 2015

Nós



Eu
Soube que disseram por aí
E foi pessoa séria quem falou
Que você tava com saudades
De me ouvir cantar por aí

Eu
Sei que você disse por aí
Que não tava muito bom
Teu novo amor
Você tava mais querendo
Era me ver passar por aí
Pois é
Esse samba é pra você
Ó, meu amor
Esse samba é pra você
Que me fez sorrir
que me fez sonhar
Que me fez cantar
Que me fez chorar
Que me fez feliz
Que me fez amar

pois é: é para você: que só há muito pouco - tempo - soube que amava



« {...} Pois é
Esse samba é pra você, ó, meu amor
Esse samba é pra você
Que me fez sorrir, que me fez chorar
Que me fez sonhar, que me fez feliz
Que me fez amar {...}».

Cássia Eller

segunda-feira, 30 de março de 2015

estou tão feliz

hoje recebi a notícia. tenho o maior dos gostos em ser tua madrinha, meu querido.

domingo, 29 de março de 2015

vem buscar-te


« Há ainda em mim tanto de ti.
Esqueceste-te de ti aqui. Ficaste por cá sem pedir autorização à dona do espaço. Arrumaste-te no canto mais profundo onde eu tento não te encontrar. Permaneces por cá há tão longo tempo, como que enraizado em mim, que começo a duvidar que algum dia decidas vir buscar-te. Lembra-te onde te deixaste e vem-me buscar a mim.
Há em mim tudo de ti.».

Rita Leston

sábado, 28 de março de 2015

Aconselho vivamente



num mundo tão diferente do nosso, mas é aqui: no nosso mundo.

detesto apontar o dedo

mas foda-se a ser verdade a entrevista que a namorada do Andreas Lubitz deu a um jornal alemão, a gaja é tão ou mais culpada que ele. pelos vistos esta não esta doente.

ai e tal vem aí uma onda de calor


ontem tive que ligar a salamandra. dormi de botija, com edredom. fui fazer o pequeno-almoço e tremi de frio.
meti férias a contar com o calor e pelo que vejo vai chover.

ontem por engano

publiquei aqui um texto do meu outro blogue. sim, tenho um outro blogue. secreto fechado a leitores. comecei a escreve-lo há 5 anos quando percebi que não podia escrever tudo aqui. ontem, num momento febril enganei-me e publiquei-o neste. entretanto apaguei-o. detesto escrever e apagar, mas aquele texto não poderia aqui ficar. sempre que conto aqui alguma coisa de bom, tudo descamba. sei que não é pela maioria de vocês, mas há uma mão de leitores deste blogue que vem para aqui destilar veneno e desejar-me o mal. outro dia li por aí algures, qualquer coisa do género: se queres que corra bem, guarda segredo. é mais ou menos isto.

sexta-feira, 27 de março de 2015

às vezes olho para a minha filha e vejo-me na idade dela


a mc não gostava de viver onde vive: a mc gostava de viver onde vivem as amigas. eu entendo: já fui assim e mudarem-me de matosinhos para leça da palmeira - na altura! - matou-me. só que eu não quero viver onde ela quer: isso obriga-a a fazer kms de autocarro, a pé e a mim - por vezes - de carro. ela não gosta e eu também não. mas, a vida não é um mar de rosas, eu sei e ela vai sabendo. vamos gerindo. só que há dias que não dão para gerir: hoje é um deles. eu ia jantar fora, mas com a febre e com o mal-estar que sinto não consegui. ela quer estar lá e eu quero estar aqui. e mesmo estando uma grande amiga com ela no sofá a ver séries, eu olho para ela e vejo-me a mim, na idade dela. esta miúda vai sofrer horrores tal como eu sofri na idade dela. faz parte: mentalizo-me eu.

quinta-feira, 26 de março de 2015

quarta-feira, 25 de março de 2015

depois do último post

só poderia voltar aqui para escrever sobre algo sério.
não costumo divulgar tudo o que me pedem, mas este pedido não me é indiferente: diabetes.





A Maratona da Saúde é uma associação sem fins lucrativos que pretende alertar e esclarecer a população para a importância do investimento em investigação científica de forma a possibilitar uma melhor prevenção, um melhor diagnóstico e melhores tratamentos para as principais doenças que ainda não têm cura definitiva.

Esta sexta-feira, dia 27 de Março, a Maratona da Saúde e a RTP+ vão realizar um espetáculo solidário, numa emissão de nove horas, entre as 14H00 e as 20H00 e as 21H00 e as 00H00. Esta é uma maratona televisiva que une a música e o humor à angariação de fundos para a investigação científica sobre a Diabetes, o tema deste ano. Jorge Gabriel é o embaixador e vai apresentar este espetáculo solidário em conjunto com Catarina Furtado sob o mote “Juntos Vencemos a Diabetes”.

Ao longo da emissão, os telespectadores poderão contribuir para esta causa através de chamadas para o número de valor acrescentado 760 20 60 90 (0,60 euros + IVA).

A Diabetes afeta mais de 1 milhão de portugueses! É urgente alertar para os seus perigos e consequências e ajudar na investigação científica desta doença.

em choque


hoje almocei sozinha em casa e chorei como uma madalena. estou chocada. já liguei mais de dez vezes à minha filha. sei que é uma estupidez, que todos os dias há acidentes, mas a queda deste avião - talvez pela proximidade - transtornou-me.

tarefa árdua, a da minha filha


uma das tarefas da mc cá em casa é dobrar meias. a miúda está de férias: veio cá casa - de passagem - tomar banho, encher o bucho e já marchou para outro lado. bai daí a mula aqui esteve a dobrar as ditas cujas, para não lhes chamar putas. e hoje entendi-a: para onde vão as cabras?
a próxima vez que me disser: oh mãe, já não aguento, por favor dobre o resto. vou ser mais tolerante, mas vai dobra-las na mesma. isso é um facto.

terça-feira, 24 de março de 2015

as férias da mc


cansam-me tantooooooo

para um homem me pôr a ler um blog é preciso muito

https://factosdetreino.wordpress.com/

leio muito poucos blogs escritos por homens, por norma acho-os uma valente seca. gira sempre tudo de volta das gajas boas, do futebol, da política, da piadola fácil. não tenho pachorra.

já tenho este debaixo de olho há uns tempos. adoro. ide ber, ide...

factos de treino

para ti:



« quero sua risada mais gostosa


esse seu jeito de achar que a vida pode ser maravilhosa [...] ».

segunda-feira, 23 de março de 2015

QUEM ME DERA




o que já desejei e que agora já nem sei.

bethânia e pessoa= tudo o que precisava hoje



adenda ao último post

quem me deixa para segundo plano por causa dos filhos, tem: os meus aplausos, a minha vénia e a minha admiração.

isto de ser pai / mãe tem muito que se lhe diga

fiquei sem companhia para o jantar. mas este silêncio preenche-me a alma.

deus ouviu as minhas preces

e com a graça de nosso senhor, parece que o grupo que cá dormiu bazou para outra paragem. mas antes, almoçaram cá todas e fizeram -me vir a correr fazer um arroz de polvo que já tinha adiantado ontem à noite [uma vida fodida a minha! comandada por adolescentes como podendes ber]. deixaram-me a casa de banho cheia de cabelos [ mas, antes isso que o pelo da barba de um estupor qualquer], o quarto parece que foi invadido por gregos em fúria e a caixa das bolachas ficou literalmente vazia. nos entretantos, a cambada bazou para outra casa [ coitada da marta!] e eu estou rodeada de patés, vinho tinto, umas tostas do outro mundo [ do lidl, claro!], preparo-me para jantar em ótima companhia e ver o filme que comecei a ver ontem [adormeci ao minuto 40] e que promete: the good lie e proantos é isto: vou ali ser feliz.
adolescentes? hoje? nem vê-los. a não ser que o meu vizinho se ponha a tocar flauta e aí já não respondo pelos meus atos.

do que vou conseguindo e me orgulho


na minha filha. nos vossos emails. nas vossas confidências. no caminho que faço todos os dias. em quase tudo o que me escrevem. obrigada.

domingo, 22 de março de 2015

isto de me pôr a ler o blogue dá nisto

o texto que um dia me dedicaram:

« Há pessoas que sentem com todas as células que compõem o seu humano corpo. E essas pessoas cultivam em mim uma certa curiosidade. Gosto da forma como querem resolver o que outros julgam impossível, só porque o sentimento que as define as faz acreditar. Gosto da forma como querem desvendar os mistérios no coração dos outros. Gosto da forma como os querem entender, como se compadecem das suas dúvidas e perdição. Gosto da forma como são, estupidamente, humanas.
Como sentem com o corpo, quando se trata daqueles sentimentos menos fervorosos, daqueles que por vezes machucam, há toda uma resposta traduzida em forma de lágrimas, impaciência no olhar, ritmos cardíacos alucinados, por vezes até rash cutâneo. E não, não estão a fazer de propósito para serem notadas... é-lhes completamente inerente e não conseguem controlar... mas vão tentando aprender. Essas pessoas que sentem com o corpo, sentem em demasia, querem sentir em demasia, necessitam dessa demasia. Não conhecem outra forma de ser, de agir. Mas nem sempre são entendidas. É fundamental esclarecer que essas pessoas não têm a prepotência de achar que essa forma de viver é única. Sabem que não é, respeitam isso, como necessitam que respeitem e aceitem a sua forma de sentir.
É certo que é muito mais difícil de reparar uma pessoa que sente com o corpo, porque quando adoece o sentimento o corpo ressente-se, e muito. É muito mais sufocante, e até mesmo desgastante, uma pessoa comportar em si esta característica. Por vezes, chego a achar que é mordaz, exageradamente perfeccionista e até mesmo psicótica a necessidade de sentir tudo. Mas admiro-as. Admiro a honestidade, a transparência, o desafio que nos deixam no ar. Gosto destas pessoas porque dificilmente escondem intenções maquiavélicas. Estas pessoas odeiam jogos de intenções. Odeiam ter que supor, odeiam questões dúbias. Fogem dos mal-entendidos e, principalmente, são fiéis, compulsivamente fiéis, ao sentimento que ousam partilhar. A segurança que nos dão é tão relaxante, cultiva nos mais íntimo de nós a confiança nelas e, muito raramente, criam em nós expectativas defraudadas.
Eu gosto destas pessoas e quero-as ardentemente na minha vida. Elas ensinam-me a promover a leveza, ensinam-me a respeitar o que sinto, da forma que sinto, mesmo que ilógico aos olhos da maioria. Elas obrigam-me a encarar os erros como aprendizagem e a perceber que o sentimento provocado, por mais penoso que seja, é também libertador do meu medo incontrolável de sofrer. É nelas que busco a força para, dia após dia, consolidar a força para fazer jus ao que verdadeiramente sinto, ao que verdadeiramente sou. Gosto da ideia simplista que ostentam: são o que são, sentem o que sentem, sem pudores ou necessidade de explicação. Dizem as más línguas que são pessoas mais frágeis, mais expostas ao perigo, menos protegidas e, portanto, sofrem mais e vivem mais o sofrimento. Mas porra... sentem tudo na vida como deve ser! São vivas. São cativantes. São desafiantes. Corre-lhes nas veias a vontade de lutar por um mundo com pessoas mais humanas. Querem que, no decorrer da vida, haja quem se deixe encantar.
Eu sou uma dessas pessoas. Estou encantada. {...}.».

daqui da minha querida Lovely.

dos tempos em que eras tu, de verdade:

Eu não sou uma mulher de cutchi-cutchi, não sou uma mulher de grandes declarações {se bem que já não sinto amor há uns bons anos. Mas bolas, apaixonei-me entretanto, e nem assim...}. Eu sou uma gaja meio bruta, que faço piadas de tudo. As pessoas sabem que gosto delas, quando implico. Se não implicar, se não brincar, podem acreditar que me são totalmente indiferentes.

 
E também sou assim em relação "a com quem estou": detesto lamechices. Detesto merdas e conversas da carochinha. Gosto de homens práticos. Outro dia, a brincar, ele perguntou: queres que te trate por amor ou por princesa? ri-me e respondi: antes cabra, que fofa, ou princesa ou o raio que parta. Quero ser tratada por Rita que é o meu nome! Rimo-nos os dois {a coisa que mais fazemos juntos}. Detestava ter um homem daqueles melosos; detestava ter um gajo que me desse flores e me fizesse declarações a toda a hora. Eu quero que ele tenha vontade de estar comigo e que o diga, sem jogos, sem merdices. Que se nos apetecer cometer uma loucura, a cometamos. Mas, sem alaridos, sem que tenhamos que espalhar ao mundo o que estamos a viver. Eu sou muito prática e isso é o que faz o meu caminho. É lógico que como qualquer mulher, gosto de uma mensagem a meio do dia, sinal que ele se lembrou de mim; gosto dos nossos cafés de manhã; das nossas conversas à noite; das vezes que fugimos os dois para aquele que é o nosso lugar no mundo, mas o que temos é só nosso. Muito nosso.
 
{...}
 
Por isso peço-te: continua assim: meio-aluado, a dar uma no cravo outra na ferradura, a mostrares a tua admiração por mim, com palavras normais, com esse ar de mal ajambrado, de cigano. De não estares sempre disponível, de não sermos nada um ao outro e depois acharmos que somos alguma coisa. Olha, continua assim como és.

post escrito a 21.06.2013

porra


o que eu era e no que me tornei.

o que me cantarias:



Uma tigresa de unhas negras e íris cor de mel
Uma mulher, uma beleza que me aconteceu
Esfregando a pele de ouro marrom do seu corpo contra o meu
Me falou que o mal é bom e o bem cruel
Enquanto os pelos dessa deusa tremem ao vento ateu
Ela me conta sem certeza tudo o que viveu
Que gostava de política em mil novecentos e sessenta e seis
E hoje dança no Frenetic Dancin' Days
Ela me conta que era atriz e trabalhou no Hair
Com alguns homens foi feliz com outros foi mulher
Que tem muito ódio no coração, que tem dado muito amor
E espalhado muito prazer e muita dor
Mas ela ao mesmo tempo diz que tudo vai mudar
Ela vai ser o que quis inventando um lugar
Onde a gente e a natureza feliz, vivam sempre em comunhão
E a tigresa possa mais do que o leão
As garras da felina me marcaram o coração
Mas as besteiras de menina que ela disse não
E eu corri pra o violão num lamento e a manhã nasceu azul
Como é bom poder tocar um instrumento


só tu o poderias fazer. é o me achas: uma tigresa. apanhaste-me / compreendeste-me a alma sem nunca ma teres tocado. só tu poderias cantar-me isto, meu querido M. hoje pensei tanto na tua genuidade e no quanto me faz falta a tua loucura e espontaneidade. tanta falta. gosto de gente que grita tudo e tu gritas.

eu mereço

há pouco saíram todas cá de casa. fui tomar banho, sorri e pensei: até que enfim, paz! vou poder esticar-me no sofá, jantar descansada...
pois, parece que não. diz que vem aí mais uma fornada de adolescentes, desta vez para dormir... deus meu! isto é um entre e sai que não se aguenta :-)


ca puta de domingo

vesti o bikini, aliás ainda o tenho vestido. quando saí de casa, chuviscou. desisti da praia, mas estive ao sol. já estou bronzeada, é uma verdade mas o tom da minha pele não condiz com o tom da minha alma.
fiz umas panquecas que embora soubessem bem, estavam com um aspeto mais próprio para irem para o lixo.
fui a correr, fotografar o pôr-do-sol, quando cheguei ao spot tinha acabado de desaparecer no horizonte, como dizia a mc quando era pequenina: oh mãe, o mar comeu o sol.
apetecia-me ter vegetado no sofá, mas este foi tomado de assalto por um grupo de adolescentes.
tenho roupa para arrumar como se vivessem 20 pessoas cá em casa + um recém-nascido.
estou com zero de pachorra e quando penso que amanhã é segunda, só me apetece cortar os pulsos.

hoje lembrei-me de ti


Ele: Ai Rita, adoro ver-te a entrar no mar...

sexta-feira, 20 de março de 2015


tigresa


Com alguns homens foi feliz com outros foi mulher