sexta-feira, 25 de junho de 2010

O problema estará em mim?

Hoje de manhã ao telefone com uma amiga, ela contava-me as palavras que um novo amigo lhe havia dito ontem à noite. Embora respeite, fiquei com uma enorme vontade de me rir. E perguntam vocês: Mas porquê?
Porque eu já não acredito no amor, porque acho tudo passageiro, porque as palavras leva-as o vento e o que nós queremos são atitudes. E isso já é mais complicado, exige tempo, atenção, dedicação. Todas as palavras que possam eventualmente dizer-me, cheiram-me a canção do bandido e dão-me vontade de rir.
Tenho uma outra amiga que pensa como eu. Outro dia, perguntava-me ela: "Já viste como deve ser frustrante lidar com mulheres como nós? Não acreditamos em nada. E se um dia aparece alguém a dizer a verdade?".

9 comentários:

Me 2.0 disse...

Rita, como te compreendo... sempre que uma amiga recem apaixonada me conta certas coisas...eu assinto com ar serio mas por dentro...estou a desmanchar-me a rir e a pensar...Ya! Right!


Talvez o mundo nos tenha tornado cinicas...não sei...

Mas tudo o que sai da boca de homem e me cheira a guia de comedia romantica...cheira-me a esturro!

rmf disse...

Eu também já tenho vontade de rir quando oiço essas balelas!

Girls Next Door disse...

eu tb sou assim! as palavras não deixam de ser so palavras... ou sera que nao?=)

Montana disse...

Com o avançar da idade deixamos de acreditar. Temos pena mas normalmente é assim:(

Kaf disse...

Isso é triste (sem ironias, e muito sinceramente).
Espero que um dia o "acreditar" volte.

Anónimo disse...

A palavra para definir essa maneira de estar, chama-se... Maturidade... é isso.. Maturidade.

Petra disse...

Também sou assim. Penso que é sinal de maturidade a nossa atitude, mas também é uma defesa contra possíveis desilusões.
Contudo, às vezes questiono-me...e se um dia encontro alguém que me ama realmente e não é mais um que vem com a típica cantiga?!Como vou reagir?! Vou deixar esse amor fugir?!

Ginger disse...

Até as "verdades" são temporárias.

Teresa disse...

minhas queridas, todas,

ter medo de "bater com a cabeça na parede" pode privar-nos de momentos fantásticos.

eu cá, prefiro arrepender-me do que faço, do que o que não faço!

...e, compete-nos todos os dias trabalhar para o nosso equilíbrio. assim, qualquer coisa que possa eventualmente desiquilibrar-nos, sabemos que será passageira e que temos força interior para "arrebitar".

e não pensem que estou para aqui a mandar "bitytes", que a rita bem vos pode dizer que eu vivo a vida assim.

acham que eu ia desperdiçar o meu italiano?!? nem pó! :)