segunda-feira, 24 de abril de 2017

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domingo, 19 de março de 2017

ahahahahaahahahahahahahahahahahah


adoro. retirado daqui.

sábado, 18 de março de 2017

Confia



houve alturas que desconfiei da minha intuição - poucas, devo confessar, mas duvidei. em relação a esta, sempre, senti: que a admiração era mútua. hoje acordei com a certeza que é, confessaste a interposta pessoa que sou especial e esboçaste um - franco-  sorriso enquanto o dizias. Quem sabe nos encontremos mais à frente: quando a nossa alma estiver alinhada {será que isso existe? }.

quarta-feira, 15 de março de 2017

private post


quando conheceres um homem que escreva - muito! - bem: rouba-lhe um beijo e espreita-lhe um pouco mais a alma.

segunda-feira, 6 de março de 2017

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

passaram-se 2 anos e 3 meses


Num ato de amor puro, há 2 anos e mais qualquer coisa, pus o DIU. Foi um ato de amor com explicações que guardo para mim porque não interessam a ninguém. Nem o ser amado alguma vez soube disto. Hoje, num ato de profundo amor a mim própria fui tirá-lo. E que feliz que estou.

nota: o mirena engorda comó o raio, pá. 

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

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Para a Sofia.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

domingo, 29 de janeiro de 2017

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« Carrego seu coração comigo
Eu o carrego no meu coração
Nunca estou sem ele
Onde eu for, você vai, [...]
Não temo o destino
Você é meu destino, meu doce
Não quero o mundo pois, beleza
Você é meu mundo, minha verdade
Eis o segredo que ninguém sabe
Aqui está a raiz da raiz
O broto do broto
E o céu do céu
De uma árvore chamada vida
Que cresce mais do que a alma pode esperar
Ou a mente pode esconder
E esse é o prodígio
Que mantém as estrelas a distancia
Carrego seu coração comigo
Eu o carrego no meu coração»


Edward Estlin "E. E." Cummings

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quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Dos sonhos que um dia podem vir a ser realidade: estas palavras e escrever assim. Este último mais difícil:



Súplica

Agora que o silêncio é um mar sem ondas,
E que nele posso navegar sem rumo,
Não respondas
Às urgentes perguntas
Que te fiz.
Deixa-me ser feliz
Assim,
Já tão longe de ti, como de mim.

[...]

Mas o tempo passou,
Há calmaria...
Não perturbes a paz que me foi dada.
Ouvir de novo a tua voz, seria
Matar a sede com água salgada.

Miguel Torga, in 'Câmara Ardente'

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

para mim:


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diz-me com quem andas, dir-te-ei quem és.

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à mulher de césar não basta ser, também é preciso parecer.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

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« {...} Há alturas em que eu sei que, se nada for dito, nada se estragará.».

Miguel Sousa Tavares

terça-feira, 27 de dezembro de 2016

o meu desejo de natal


foi o único presente de natal que desejei realmente: o teu cheiro e a tua barba a roçar na minha cara. não queria beijos, não queria mais nada: só sentir o teu cheiro e essa barba mal amanhada a roçar em mim. não se concretizou. felizmente o natal passou. o desejo...

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

foda-se, foda-se, foda-se

como é possível assistirmos a isto de braços cruzados?

http://observador.pt/2016/12/13/este-pode-ser-o-meu-ultimo-video-as-mensagens-de-despedida-dos-residentes-de-aleppo/


Foda-se. Puta que pariu esta merda toda. Estou com o estômago embrulhado e farta de chorar.

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

sábado, 15 de outubro de 2016

Ando perdida de amores por Eugénio de Andrade

{Re} descobri Eugénio de Andrade há uns poucos de anos, a propósito deste poema:

«Creio que foi o sorriso,
o sorriso foi quem abriu a porta.
Era um sorriso com muita luz
lá dentro, apetecia
entrar nele, tirar a roupa, ficar
nu dentro daquele sorriso.
Correr, navegar, morrer naquele sorriso.».

Fui explorando melhor a obra. Esta semana entrei num alfarrabista à procura da 1ª edição de um livro dele: «O outro nome da terra» para oferecer. Perdi-me à conversa com uma rapariga que me atendeu: a Isabel. Quando ela declamou [de cor] este:

«Há um pequeno sismo em qualquer parte
ao dizeres o meu nome.
Elevas-me à altura da tua boca
lentamente
para não desfolhares.
Tremo como se tivera
quinze anos e toda a terra
fosse leve.
Ó indizível primavera».

Arrepiei-me e fiquei com os olhos rasos de água. A obra deste homem é brutal. De uma beleza, de uma candura absolutamente estonteante.