sexta-feira, 2 de outubro de 2015
quinta-feira, 1 de outubro de 2015
das coisas bonitas do meu verão {que ainda não acabou}:
podiam ser os nossos filhos
Lamar, 5 years old
Horgos, Serbia. Back home in Baghdad, the dolls, the toy train, and the ball are left; Lamar often talks about these items when home is mentioned. The bomb changed everything. The family was on its way to buy food when it was dropped close to their house. It was not possible to live there anymore, says Lamar’s grandmother, Sara. After two attempts to cross the sea from Turkey in a small, rubber boat, they succeeded in coming here to Hungary’s closed border. Now Lamar sleeps on a blanket in the forest, scared, frozen, and sad.
Mahdi, 1,5 years old
Horgos/Roszke. Mahdi is one and one half years old. He has only experienced war and flight. He sleeps deeply despite the hundreds ofhumans climbing around him. They are protesting against not being able to travel further through Hungary. On the other side of the border, hundreds of police are standing. They have orders from the Primary Minister Viktor Orbán to protect the border at every cost. The situation is becoming more desperate and the day after the photo is taken, the police use tear gas and water cannons on the humans.
Abdul Karim, 17 years old
Athen, Greece. Abdul Karim Addo has no money left. He bought a ferry ticket to Athens for his last euros.
Now he spends the night in Omonoia Square, where hundreds of humans are arriving every day. Here, smugglers are making big money arranging false passports as well as bus and plane tickets to people in flight – but Abdul Karin is not going anywhere. He is able to borrow a telephone and call home to his mother in Syria, but he is not able to tell her how bad things are.
“She cries and is scared for my sake and I don’t want to worry her more.”
He unfolds his blanket in the middle of the square and curls up in the fetal position.
Ahmad, 7 years old
Horgos/Roszke. Even sleep is not a free zone; it is then that the terror replays. Ahmad was home when the bomb hit his family’s house in Idlib. Shrapnel hit him in the head, but he survived. His younger brother did not. The family had lived with war as their nearest neighbor for several years, but without a home, they had no choice. They were forced to flee. Now Ahmad lays among thousands of other humans on the asphalt along the highway leading to Hungary’s closed border. This is day 16 of their flight. The family has slept in bus shelters, on the road, and in the forest, explains Ahmad’s father.
quarta-feira, 30 de setembro de 2015
independentemente do meu voto
achei de uma anormalidade sem fim, porem crianças a gritar pelo nome do passos coelho*. havia de ser eu, mãe de uma daquelas crianças e metia um processo à escola.
* no telejornal da sic
{a propósito do último post: só por ter escrito isto aqui o gajo já vai perder as eleições}
domingo, 27 de setembro de 2015
quarta-feira, 23 de setembro de 2015
domingo, 20 de setembro de 2015
minha nossa senhora de fátima
estão a ver a sic?
viram as entrevistas a alguns dos participantes na manifestação «contra o acolhimento de refugiados»?
oh pá, um poder de argumentação brutal: consegui deduzir que não querem, porque não querem e é isto...
deus meu, estou de boca aberta.
quinta-feira, 17 de setembro de 2015
mãe siria
- se não quiserem levar-nos, levem a minha filha e ponham-na na Alemanha ou noutro sitio seguro. eu volto para a Síria, mas levem a minha filha.
foda-se. ca puta de inércia. isto é uma vergonha.
incrédula com o que vi
quarta-feira, 16 de setembro de 2015
só para ti:
Não lhe peço nada
mas se acaso você perguntar
por você não há o que eu não faça
Guardo inteira em mim
a casa que mandei
um dia
pelos ares
e a reconstruo em todos os detalhes
intactos e implacáveis
Eis aqui
{...} planta, céu,
estante cama e eu
logo estará
tudo no seu lugar
Eis aqui
{...} chão,
espelho, luz, calção
no seu lugar
pra ver você chegar
Só para ti: Asas - adriana calcanhotto
Suas asas, amor
Quem deu fui eu
Para ver você conquistar o céu.
Observe tudo em baixo ser
Menor do que você,
Como tudo é.
E enquanto arde a coragem dos desejos seus,
Sem véus,
(proteus).
Abra seus poros, e papilas, e pupilas.
À luz da manhã.
E muito acima de Ipanema,
tão pequena, tão vã.
Viva o prazer, o som,
O estrondo de uma onda
Na arrebentação.
Enquanto eu piro à sua espera,
na esfera do chão.
segunda-feira, 14 de setembro de 2015
foda-se
ia-me caindo tudo, quando apercebi-me há pouco, que a campanha eleitoral [ainda] não começou. dassssse, vai ser esta porra até dia 3?
tragam-me o xizato, pelo amor da santa. já não os aguento.
{vou votar, vou. só não digo em quem. o meu voto já está decido há muitoooooo}
domingo, 13 de setembro de 2015
domingo, 6 de setembro de 2015
quando és uma mãe que só segue o coração
e o mostras. não obrigues os teus filhos a seguirem outro caminho. eles só seguem o teu exemplo: não seguem o que tu queres que eles façam. eles não ouvem o que tu dizes: vêem o que tu fazes.
quando os obrigas: dá merda, acredita.
ontem obriguei e arrependi-me. quero que ela continue a seguir o coração e o amor como fez até ontem. faço aqui «mea culpa». desculpa, filha.
quinta-feira, 3 de setembro de 2015
o meu verão não é só azul
não vivo alienada do mundo.
para ser sincera: durante 15 dias, vivi. mas, já chorei muito desde que cheguei desse mundo « à parte»:
entretanto vejo nações {incluindo portugal} a darem respostas. AQUI . aos meus amigos de esquerda: ora, vejam que estes gajos que só queriam lixar a grécia, ajudaram. até parece impossível. afinal, são humanos. como nós.
{ também } deste verão:
AUSÊNCIA
Por muito tempo achei que a ausência é falta.
E lastimava, ignorante, a falta.
Hoje não a lastimo.
Não há falta na ausência.
A ausência é um estar em mim.
E sinto-a, branca, tão pegada, aconchegada nos meus braços,
que rio e danço e invento exclamações alegres,
porque a ausência, essa ausência assimilada,
ninguém a rouba mais de mim.
Carlos Drummond de Andrade
o verão não acabou, mas para relembrar a parte que já terminou
terça-feira, 1 de setembro de 2015
sexta-feira, 21 de agosto de 2015
hoje enquanto lia as notícias e vi que este irresponsável se demitiu
lembrei-me deste texto maravilhoso.
e lembrei-me também de quem defendesse {será que ainda defendem? não sei, estive de férias} que lhes devíamos seguir os passos. enfim...
segunda-feira, 27 de julho de 2015
só quem me conhece mal
sábado, 25 de julho de 2015
é. é mais ou menos isto :-)
Eu amanheço pensando em ti,
Eu anoiteço pensando em ti,
Eu não te esqueço,
É dia e noite pensando em ti,
Eu vejo a vida pela luz dos olhos teus
Me deixe ao menos
Por favor pensar em Deus
Nos cigarros que eu fumo
Te vejo nas espirais
Nos livros que eu tento ler
Em cada frase tu estais
Nas orações que eu faço
Eu encontro os olhos teus
Me deixe ao menos por favor pensar em Deus
é, estou irremediavelmente apaixonada :-)
sexta-feira, 24 de julho de 2015
desejosa
de ver esta %%#")=% / fofa com um filho adolescente.
desejosa... a ver se mantém aquela fronha de santa. foda-se o ruca não cresce?
terça-feira, 21 de julho de 2015
quarta-feira, 15 de julho de 2015
terça-feira, 14 de julho de 2015
Eunice Munõz diz dez poemas de Florbela Espanca
Amiga
Deixa-me ser a tua amiga, Amor,
A tua amiga só, já que não queres
Que pelo teu amor seja a melhor,
A mais triste de todas as mulheres.
Que só, de ti, me venha mágoa e dor
O que me importa a mim?! O que quiseres
É sempre um sonho bom! Seja o que for,
Bendito sejas tu por mo dizeres!
Beija-me as mãos, Amor, devagarinho ...
Como se os dois nascêssemos irmãos,
Aves cantando, ao sol, no mesmo ninho ...
Beija-mas bem! ... Que fantasia louca
Guardar assim, fechados, nestas mãos
Os beijos que sonhei prá minha boca! ...
Se o sonho foi tão alto e forte
Que pensara vê-lo até à morte
Deslumbrar-me de luz o coração!
Esquecer! Para quê?... Ah, como é vão!
Que tudo isso, Amor, nos não importe.
Se ele deixou beleza que conforte
Deve-nos ser sagrado como o pão.
Quantas vezes, Amor, já te esqueci,
Para mais doidamente me lembrar
Mais decididamente me lembrar de ti!
E quem dera que fosse sempre assim:
Quanto menos quisesse recordar
Mais saudade andasse presa a mim!
Ódio?
Ódio por Ele? Não... Se o amei tanto,
Se tanto bem lhe quis no meu passado,
Se o encontrei depois de o ter sonhado,
Se à vida assim roubei todo o encanto,
Que importa se mentiu? E se hoje o pranto
Turva o meu triste olhar, marmorizado,
Olhar de monja, trágico, gelado
Com um soturno e enorme Campo Santo!
Nunca mais o amar já é bastante!
Quero senti-lo doutra, bem distante,
Como se fora meu, calma e serena!
Ódio seria em mim saudade infinda,
Mágoa de o ter perdido, amor ainda!
Ódio por Ele? Não... não vale a pena...
Florbela Espanca, in "Livro de Sóror Saudade"
{ private post }
«Nega-me o pão, o ar,
a luz, a primavera,
mas nunca o teu riso,
porque então morreria.»
Pablo Neruda
segunda-feira, 13 de julho de 2015
amor - também! - é:
quarta-feira, 8 de julho de 2015
segunda-feira, 6 de julho de 2015
quarta-feira, 1 de julho de 2015
todos os dias, mas todos
quando acordo, penso: «hoje à noite vou para a cama às dez e meia da noite», pois... vou, vou. nunca consigo. a vida mete-se pelo meio e vai daí...
terça-feira, 30 de junho de 2015
segunda-feira, 29 de junho de 2015
domingo, 28 de junho de 2015
chegar a casa
e ter a minha filha cheia de saudades [ela não foi], a dizer que me ama. encheu-me de abraços e beijos. espero nas próximas 27 horas 36 minutos e 6 segundos ter este tratamento.
entretanto cheguei a casa e já tenho a sala cheia de amigas, dela! arre :-)
e por aqui?
continuam os festejos de verão. acabadinha de chegar da comporta onde estive 3 dias inteirinhos ao sol, a dançar, a beber, a mergulhar, a rir. viva o verão e siga esta semana de trabalho que para o próximo fim de semana há mais.
conto só parar os festejos lá para outubro :-)
quarta-feira, 24 de junho de 2015
posso parecer ingrata, mas acreditem que não sou
estive semanas sem abrir a conta de email do blogue {a do hotmail} peço desculpa, já vi que tenho emails para responder. vocês são top, tenho leitoras que até se lembraram dos meus anos sem eu ter feito menção a isso {este ano}. muito obrigada. prometo responder a cada um deles com o mesmo carinho que têm por mim. dêem-me tempo, por favor. obrigada por tudo.
terça-feira, 23 de junho de 2015
★
créditos de imagem: coisas boas acontecem.
tenho fé nela, e ter fé é mais do que acreditar. o meu cérebro pede-me inúmeras vezes para deixar de ser assim, mas não consigo aceder ao pedido e sigo-a cegamente. diz-me ela, neste momento, que vai acontecer.
segunda-feira, 22 de junho de 2015
foi aqui que comemorámos a chegada do Verão
|miradouro santa catarina|
com outra luz: de um sol estonteante.
esta fotografia foi retirada da internet. quando tiver fotografias de ontem, prometo deixar aqui. foi aqui que dançámos o verão, tudo regado com champanhe :-)
leiam um bocadinho da história deste lugar mágico aqui.
domingo, 21 de junho de 2015
esperei-te durante 9 longoooosss meses
quinta-feira, 18 de junho de 2015
terça-feira, 16 de junho de 2015
nunca escondi que adoro fazer compras no Lidl
detesto quando o meu lado sopeiral vem ao de cima
hoje cheguei ao carro, quando fui buscar o comando da garagem, tinha molas da roupa por cima dele. molas da roupa! quem é que tem molas da roupa no carro? foda-se.
terça-feira, 9 de junho de 2015
segunda-feira, 8 de junho de 2015
chegou o meu junho e eu ainda nem vim aqui celebrá-lo
não esqueci o blogue.
segunda-feira, 1 de junho de 2015
para mim hás-de ser sempre criança
mas todos os dias queres ser crescida «à força toda» e eu ainda estou a habituar-me: a não caberes no meu colo, de não quereres que te agarre aos beijos, a não ir buscar-te ao portão da escola. ainda estou a habituar-me à ideia que já não és um bebé. Feliz dia da criança, MC.















































