quinta-feira, 3 de setembro de 2015
o verão não acabou, mas para relembrar a parte que já terminou
vale do lobo| adolescentes| bebés| mergulhos| vinho branco | gargalhadas| perdermo-nos, mas sabermos que também é caminho | sal | crianças | gerir saídas noturnas | saladas | sol | areia agarrada à pele, mas sobretudo à alma | dormir na espreguiçadeira da piscina | a voz da minha filha | «engolir» à adolescência | salmão | sagres | martinhal | surf | procurar ondas | pequenos almoços e horas à conversa à mesa | fato de banho preto | rir até doer a barriga | ir «ao estendal » à noite | vinho tinto | sal na pele até às duas da manhã | vinho a copo | praia da cordoama | miúdos, muitos miúdos | o sentido de humor do henrique | gato | gatos | surfistas a seduzirem a minha filha {não me habituo a isto} | boa energia | comboio | carro | beijos | praia do beliche | geleira cheia de saladas | mar | gargalhadas da mc | pedralva | hamburguers vegetarianos | dromedário | comporta | ameijoas | muito queijo | praia do castelejo | conchas trazidas pelo mar | beijos na mão enquanto conduzias | amizade | amor | a casa cheia | « vai levarrrrr o lixooooo» | vestidos | havaianas | pés descalços | aldo | beijos, muitos beijos | cremes | praia do castelejo | sempre as ondas | skimming | drops: jungle | ipod | máquina fotográfica | arrifana | paixão | beijos no elevador | rede no jardim | cabo de são vicente | ver as estrelas | nevoeiro | vestidos de verão com camisolas e sem elas | aquecer biberons | procurar as estrelas | jantar no jardim | beijos na cama | levar a paixão a sério | caminhadas | levar a paixão a rir | top e cuecas | acordar e tomar banho | ficar com madeixas do mar e sal | piz buin | pele preta | as madeixas brancas da minha mc | os disparates do vicente | muitas gargalhadas | afilhado comigo debaixo do guarda - sol a rir com as minhas asneiras | vale do boi | vila do bispo | disparates | sms ao meu amor | a volta | os abraços | o secreto | a minha casa sempre cheia de amizade, amor e gargalhadas | reaprender a sorrir depois da morte | a minha cama cheia de tudo | ensinar a mc a escolher as amigas | mudanças na sala | o tom laranja que invade a minha casa ao final da tarde | o nevoeiro de manhã | o cheiro de sagres: que cheira ao meu alentejo | decidir deixar de fumar, mas ainda não consegui | as mesas bonitas às refeições | as loiças misturadas | as toalhas brancas | azul | a minha terra | o teu sorriso | o teu abraço | os abraços da mc | os «amo-te » | EUA | as viagens | as malas | «isto vai para o porto, eu fico» | natalie merchant - motherland | patés | bikinis | não comer bolas de berlim na praia | estou mais gorda 3 kg | tomar decisões | abraçar setembro como não consigo abraçar, sequer junho | esperar a luz de setembro | mergulhar em água a 24º graus | lounge vale do lobo | não sentir os pés em sagres | a minha praia de leça | recomeçar | festejar esta estação que me enche a alma | os dias maiores | as copas das árvores, que se vêem da minha janela da sala | o mar que vejo quando acordo | a tua janela | o amor que te tenho | a serenidade que este verão me trouxe, como mais nenhum | respeitar o ritmo dos outros | pôr alegria e amor em tudo o que faço | roupa branca | havaianas douradas e prateadas | túnicas com cor | calções de ganga | sopa de peixe | café | pão alentejano barrado com manteiga | não ter que arrumar a cozinha a seguir ao jantar: um luxo, para mim | lagos | beijos apaixonados | certezas na alma e na pele | o teu toque | o coração a rebentar de gratidão | água gelada a lavar-me o corpo e a alma | o meu pensamento em ti a cada mergulho | a voz | os projetos | a certeza que vem vindo, com os passos firmes que dou | adormecer embalada pela paixão | o corpo cansado, a adormecer embalado por tudo o que sentimos | a vida a pulsar dentro de mim | a serenidade, com uma calma que não me é característica | adormecer na praia com as vozes ao longe | motherland | o laranja que pinta o céu | as amigas da mc | « não se esqueçama do bebé» | good vibes | ver a vida a acontecer, quando a deixas fazer o seu trabalho | o verão.
terça-feira, 1 de setembro de 2015
sexta-feira, 21 de agosto de 2015
hoje enquanto lia as notícias e vi que este irresponsável se demitiu
lembrei-me deste texto maravilhoso.
e lembrei-me também de quem defendesse {será que ainda defendem? não sei, estive de férias} que lhes devíamos seguir os passos. enfim...
segunda-feira, 27 de julho de 2015
só quem me conhece mal
é que me oferece vinho tinto do douro*.
alguém, por favor, faz uma connection entre os produtores de vinho daquela zona e o américo amorim? é o saca-rolhas é o mesmo {aquela merda parte toda}.
* adorar só adoro da zona de setúbal e do alentejo do meu coração.
sábado, 25 de julho de 2015
é. é mais ou menos isto :-)
Eu amanheço pensando em ti,
Eu anoiteço pensando em ti,
Eu não te esqueço,
É dia e noite pensando em ti,
Eu vejo a vida pela luz dos olhos teus
Me deixe ao menos
Por favor pensar em Deus
Nos cigarros que eu fumo
Te vejo nas espirais
Nos livros que eu tento ler
Em cada frase tu estais
Nas orações que eu faço
Eu encontro os olhos teus
Me deixe ao menos por favor pensar em Deus
é, estou irremediavelmente apaixonada :-)
sexta-feira, 24 de julho de 2015
desejosa
de ver esta %%#")=% / fofa com um filho adolescente.
desejosa... a ver se mantém aquela fronha de santa. foda-se o ruca não cresce?
terça-feira, 21 de julho de 2015
quarta-feira, 15 de julho de 2015
terça-feira, 14 de julho de 2015
Eunice Munõz diz dez poemas de Florbela Espanca
Amiga
Deixa-me ser a tua amiga, Amor,
A tua amiga só, já que não queres
Que pelo teu amor seja a melhor,
A mais triste de todas as mulheres.
Que só, de ti, me venha mágoa e dor
O que me importa a mim?! O que quiseres
É sempre um sonho bom! Seja o que for,
Bendito sejas tu por mo dizeres!
Beija-me as mãos, Amor, devagarinho ...
Como se os dois nascêssemos irmãos,
Aves cantando, ao sol, no mesmo ninho ...
Beija-mas bem! ... Que fantasia louca
Guardar assim, fechados, nestas mãos
Os beijos que sonhei prá minha boca! ...
Saudades! Sim.. talvez.. e por que não?...
Se o sonho foi tão alto e forte
Que pensara vê-lo até à morte
Deslumbrar-me de luz o coração!
Esquecer! Para quê?... Ah, como é vão!
Que tudo isso, Amor, nos não importe.
Se ele deixou beleza que conforte
Deve-nos ser sagrado como o pão.
Quantas vezes, Amor, já te esqueci,
Para mais doidamente me lembrar
Mais decididamente me lembrar de ti!
E quem dera que fosse sempre assim:
Quanto menos quisesse recordar
Mais saudade andasse presa a mim!
Se o sonho foi tão alto e forte
Que pensara vê-lo até à morte
Deslumbrar-me de luz o coração!
Esquecer! Para quê?... Ah, como é vão!
Que tudo isso, Amor, nos não importe.
Se ele deixou beleza que conforte
Deve-nos ser sagrado como o pão.
Quantas vezes, Amor, já te esqueci,
Para mais doidamente me lembrar
Mais decididamente me lembrar de ti!
E quem dera que fosse sempre assim:
Quanto menos quisesse recordar
Mais saudade andasse presa a mim!
Ódio?
Ódio por Ele? Não... Se o amei tanto,
Se tanto bem lhe quis no meu passado,
Se o encontrei depois de o ter sonhado,
Se à vida assim roubei todo o encanto,
Que importa se mentiu? E se hoje o pranto
Turva o meu triste olhar, marmorizado,
Olhar de monja, trágico, gelado
Com um soturno e enorme Campo Santo!
Nunca mais o amar já é bastante!
Quero senti-lo doutra, bem distante,
Como se fora meu, calma e serena!
Ódio seria em mim saudade infinda,
Mágoa de o ter perdido, amor ainda!
Ódio por Ele? Não... não vale a pena...
Florbela Espanca, in "Livro de Sóror Saudade"
{ private post }
«Nega-me o pão, o ar,
a luz, a primavera,
mas nunca o teu riso,
porque então morreria.»
Pablo Neruda
de hoje de manhã
Why do you walk in the dark | Hoping that love finds a spark | Did you ever lose | Something you refused | Something that you wish came true | You were never looking | I stood like a rose | How could you have found me | so close | And now you stare at the sun | Blinded so why should I run | Did you ever lose | Something you refused | Something that you wish came true | Remember you would root for me | Remember I would root for you | It's too late to return, I know | Did you ever lose | Something you refused | Something that you wish came true | You were never looking | I stood like a rose|
segunda-feira, 13 de julho de 2015
amor - também! - é:
fazer salada russa {coisa que detesto} para a loira mais gira dos arredores. mas, não julguem que é salada aldrabada: descasquei as batatas, as cenouras e só não descasquei ervilhas, porque isso era no tempo do arroz de quinze.
e mais amor é ter que jantar esta trampa, porque já não tenho pachorra para fazer mais nada.
quarta-feira, 8 de julho de 2015
segunda-feira, 6 de julho de 2015
quarta-feira, 1 de julho de 2015
todos os dias, mas todos
quando acordo, penso: «hoje à noite vou para a cama às dez e meia da noite», pois... vou, vou. nunca consigo. a vida mete-se pelo meio e vai daí...
terça-feira, 30 de junho de 2015
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