terça-feira, 13 de janeiro de 2015

hoje


foi dia de pôr a mc de castigo, esta merda mata-me. mas ela tem que aprender que quem manda aqui sou eu. isso da democracia é fora da porta de casa.

foda-se

isto foi um balde fria.

afinal

sou um bocadinho mais esperta do que aquilo que achava e o mapa não me fez mais cabelos brancos: embora, tenha que confessar que quando foi para inserir as fórmulas hesitei, mas a coisa andou.
agora tenho que ler um guião para um livro e apetece-me mandar tudo para o cara***, mas como o orçamento tem que ser enviado amanhã, bamos a isto...
nunca quis a vida das 9h às 18h, mas às vezes penso: porra, às onze estava na cama e a minha filha tinha uma mãe dita: normal. mas não, trabalha mula que o dinheiro não cai do céu. e no meio desta merda toda, ainda aqui escrevo e isso é bom. há lá coisa melhor que sermos senhoras do nosso tempo? isso também são balelas, foda-se que amanhã a puta do despertador toca às seis e meia da manhã. valha-me o amanhecer da minha janela, valha-me isso.
tenho é que parar de escrever que tenho que ir dar um beijo à minha filha que já dorme há uma hora e meia e puta que pariu que já só tenho um cigarro. já vos disse que adoro a minha vida? mesmo com aquele filho da mãe que não me ligou hoje*? e mesmo não tendo um único trabalho que me dê para viver: tenho que ter vários...
 
* acordei com 3 mensagens dele, enviei uma às oito da manhã. respondeu? não. mas, salva-o o facto de eu saber que também se esfalfa a trabalhar e que - tal como eu! - se faz à vida. haja trabalho. mas, o que me fode mesmo é não ter cigarros.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

isto com 3 cigarros pela noite adentro

está bonito, está... vou entregar o mapa lá para dia 30 de fevereiro de 2016.

agora vou fazer um mapa até de madrugada

 

sou tão burrinha que hão-de ser quatro da manhã e eu ainda aqui hei-de estar em cima do pc.

acredito


que as circusntâncias sou eu que as faço. essa do sujeitar-me a elas, não é para mim {aquela velhinha frase: eu sou eu e a minha circunstância do ortega y gasset, se não me falha a memória não é algo em que acredite}. foda-se eu tenho e devo [me] acreditar que quem faz as minhas circunstâncias sou eu. quem manda nesta porra tenho que ser eu. eu acredito em mim, querem maior crença que esta?

mainada



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roubado descaradamente daqui.

senhores automobilistas:

parem de ceder - nas passadeiras -passagem aos peões, quando o sinal está fechado para eles. seja por simpatia, porque estão parados, seja pelo diabo que vos carregue. há muitos atropelamentos por essas benesses que dão.quem vai na faixa de rodagem ao lado, se vê o sinal verde para ele não tem um dedo adivinho para saber que o gajo que está ao lado é altruísta. sejam civilizados, pelo amor da santa.

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domingo, 11 de janeiro de 2015

estou a acabar o dia emocionada


com os olhos rasos de água.

dos {nossos} momentos que guardo na memória:


aquele café quente naquela bomba de gasolina gelada. o café a fumegar que me aqueceu o corpo, o teu sorriso franco que me aqueceu a alma.

curiosidade que não interessa a ninguém, só a nós



mas apetece-me publicar isto aqui.
eu e a mc outro dia reparámos que eu tenho 41 anos e ela 14. achámos giro.

depois do episódio do ecoponto


era isto: sopas e descanso em cabo verde. a viagem que quero fazer há um ano e que nunca mais faço. merda. sempre a puta do dinheiro.

Se o Gervásio consegue, tu também conseguirás



das duas uma: ou o chimpazé gervásio é mais inteligente que eu [não descarto essa possibilidade: sempre me achei meio limitada] ou não está tão cansado quanto eu.
ontem dei comigo em frente ao ecoponto a pensar onde teria que colocar o lixo. é que estive seguramente 30 segundos a pôr papel no contentor amarelo. oh da guarda, ensandeci...

a minha mais recente descoberta blogosférica:

http://a-uva-passa.blogspot.pt/
 a uva- passa passou por aqui pelo blogue - por um desses acasos da vida {nos quais não acredito} tinha aberto a caixa de comentários àquele post - e ela comentou. se há coisa que gosto na vida é de gente com humor. é uma verdade que não costumo comentar blogues e cada vez leio menos, mas os sorrisos que me arrancou aguçaram-me a curiosidade e lá fui eu espreitar o blogue dela. a intenção era essa mesma: espreitar. não consegui, estive a lê-lo muito tempo. a escrita - na minha opinião - revela muito da pessoa, aquilo até pode ser um personagem, mas não me pareceu. inteligente, a rapariga, acutilante, com um sentido de humor muito próprio e embora não concorde com algumas coisas que lá escreve, fiquei a admirar a forma como vê a vida: parece-me prática e eu - também - gosto disso nas pessoas. um blogue que aconselho e que vou passar a seguir, sem dúvida. para já ainda só encontrei um defeito {deve ter muitos como todos nós}: é de esquerda :-)


Agora para ti, Uva

 o título do teu blogue fez-me recordar a série humorística «sai de baixo» onde um dos personagens {não me lembro qual}num episódio diz: tudo na vida passa, o ferro passa, até a uva passa...

Tu fizeste com que eu começasse a repensar se devo manter a minha caixa de comentários fechada. os anónimos e os insultos que se lixem! ando a perder muita coisa, está visto :-)
 

o que me salvou a tarde:



acordei com a neura. quando me preparava para sair para trabalhar, a mc lembrou-se que tinha deixado os livros em casa de uma amiga e precisava deles para estudar. vai que aqui a mula teve que fazer 12 kms para os ir buscar. já atrasada e com umas trombas daqui até lisboa, sintonizo uma rádio qualquer e aparece-me esta música e proantos o meu dia mudou: cantámos aos gritos e mesmo comigo a guiar, consegui dançar.

foi importante: presto serviços numa empresa de organização de eventos como rp, aquela cara número 635 teria espantado os clientes todos. fiquei com a cara 458 e a coisa compôs-se.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

parece-me bem


risoto de cogumelos e vinho branco.

depois de abrir o meu email


quero dizer aos fofos dos senhores da segurança social:

- Ide à grande... ai desculpem, ide para o raio que vos parta.

[não pretendo chocar ninguém a esta hora da manhã]

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porra a esta rapariguinha tudo fica bem. até a merda do padrão tigresse que abomino em casacos.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

isto não era adoção


só dois bufardos é que compõem isto :-)

- MC, põe a mesa, sff...

- tem mesmo que ser?

só agora consegui sentar-me e ver tudo de uma enfiada só


o meu próximo casaco:

 

a adoção tinha sido a solução há uns bons anos

 

quando ainda era bonitinha, usava vestidos de favinhos e laços na cabeça, não haviam de faltar pessoas a quererem ficar com ela, agora... agora? agora, isto não está fácil :-)

acordei às seis e meia, entro na casa de banho e tinha uma lista na banca da casa de banho:

- escova e pasta dos dentes;
- creme para a cara;
- desodorizante;
- escova para o cabelo;
- perfume V&S
- rímel.

???? oh pá eu mereço. era a lista das coisas que tinha que pôr na carteira. perguntem-me se tinha arrumado os livros para hoje. ai não querem perguntar? eu respondo na mesma: NÃO.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

será?



“O tempo não cura tudo. Aliás, o tempo não cura nada, o tempo apenas tira o incurável do centro das atenções.”

Martha Medeiros

ora outra perguntinha faxabor, isto não há nada como começar a perguntar :-)


estou apaixonada por este blazer da Zara.
achei-o muito caro quando o vi a primeira vez, mas agora acho que está com um preço mais simpático, só há um problema: já não encontro o S em lado nenhum. Alguém o viu em algum lado? Agradeço toda e qualquer ajuda ;-)

nota: detesto este conjuntinho e combinação só quero mesmo o blazer.

é de mim ou os senhores do pingo doce, agora, têm a mania que são uma mercearia?

não se aguenta.
quem lê este blogue sabe o quanto antipatizo com este supermercado. desde aquela história dos pagamentos dos 20 euros nunca mais lá fui com a frequência que ia. sim, eu não esqueço as coisas. acho um supermercado de merda, um supermercado pretensioso. mil vezes um lidl ou um minipreço, àquela merda. o lidl e o minipreço são supermercados baratos e assumem-se como tal; o pingo doce é aquilo: faz promoções, tem uns preços enganadores como o raio, mas depois na imagem é todo xpto. detesto o supermercado, não gosto do atendimento e até os clientes me irritam. como entro ali de má vontade {encontre eu, fita dentária como a deles e um detergente com aquele cheiro e nunca mais me vêem por lá} começo a reparar em coisas que não reparo nos outros, porque entro com outro espírito. outro dia na fila fiquei cega: há uma mania que os portugueses têm que me irrita solenemente: quererem que seja a empregada a pôr-lhes as compras no saco. vocês explicam-me como se eu fosse muito estúpida, porque é que não podem ser os clientes a fazê-lo? a fila anda muito mais rápido e a desgraçada que está ali na caixa poderia trabalhar menos. [outro dia assisti a uma cena caricata: uma família de 4 bichos, ai desculpem de 4 pessoas todos encostados ao carrinho das compras e a empregada a pôr nos sacos as compras suficientes para alimentar uma aldeia inteira durante 15 dias. é uma falta de tudo, mas sobretudo uma falta de respeito pelo próximo. abotem o olhinho nos nórdicos que até o código de barras põem para a frente: ganham tempo e poupam trabalho a quem está a ali a prestar-nos um serviço. não são escravos, nem nossos criados: estão a prestar-nos um serviço.] mas voltando ao assunto pingo doce: ora, agora além de estarem ali com os salamaleques todos, vão ao carrinho pôr os sacos que tiveram a amabilidade de irem enchendo, enquanto o clientes os coçava e cúmulo dos cúmulos: pedem ao segurança para levarem o carrinho ao carro do cliente. esta merda toda é para o lado que melhor durmo, porque com a graça de deus tenho dois bracinhos e duas pernas e posso bem lombar com as compras [também é só a fita dentária e o detergente], mas aquele senhor também tinha. o tempo que perco naquela porra é que me lixa a cabeça. digam aí uma fita dentária de jeito para eu deixar de ir lá para todo o sempre. confundir o conceito de supermercado com o de uma mercearia é de loucos.

apaga sempre, sempre.


e essa merda é que me lixa a pinha :-)

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não sei arrumar saudades


sempre tive a mania que sei, mas não sei. não vem mal ao mundo de assumirmos as nossas falhas e eu tenho esta: não sei em que sitio da alma devo arrumar o que me faz falta. não sei como não lembrar. outro dia lia em qualquer lado que - as saudades - se devem fechar numa caixa e pôr numa prateleira bem alta. faço isso, juro que faço, mas ela despenca várias vezes ao dia e abre-se tudo. sinto o teu cheiro, sinto a tua pele, aqui. aqui: exatamente onde estou. lembro-me do teu sorriso quando me vês ao longe e dou comigo com ar de parvinha. queria esgotar-te em mim, pensar tudo para caires no esquecimento, mas não consigo. sinto falta sobretudo do cheiro e do sorriso. é, acho que ainda não me cansei de lembrar-te.

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

adoro

 

aqueles homens que têm a mania que são muito bem resolvidos, mas depois ficam com ar de patetas a olhar para nós. que marabilha.

vou lembrar-me sempre


dos seus programas de culinária e uma personagem criada pelo Herman José que dizia: «imensa paprika».
estas mortes fazem-me confusão. julgamos sempre que são imortais. e de certa forma até são.

é saudável?


mas daquelas pessoas tão saudáveis, mas tão saudáveis que nem precisa de ir ao médico para confirmar? assim a modos que bruxo, está a ver o género? se é, tenho uma ótima notícia para si: faça um seguro de saúde na AXA. aquilo é brutal, mesmo bom, funciona que é uma maravilha.
há cerca de 4 / 5 anos fiz um seguro de saúde, respondi a um questionário, no qual não omiti nada: nem a doença que tenho no coração, nem que estava infetada  com o vírus do HPV. nada. ora, comecei por pagar 26 euros mais uns cêntimos por mês. sabem quanto iria pagar este ano se continuasse cliente desses ladrões, ai desculpem Senhores? 63 euros e qualquer coisa. não sei em que país é que estes gajos vivem, mas a taxa de inflação é bem mais baixa onde EU vivo.
felizmente, sou saudável. mas, tenho que fazer um papanicolau de 6 em 6 meses para saber se o vírus reincidiu e faço uma vez por ano um check up. para ser sincera é tudo, não uso o seguro para mais nada. ora se pagava quase 650 euros por ano [agora neste último] parece-me que não gastava nada de por ali além. digo eu... na minha humilde opinião cuidava da minha saúde para não lhes dar mais despesa no futuro, mas os fofos não tiveram esse entendimento e devem ter achado: ai cuidas da saúde para não ires desta para melhor, então toma lá mais quase 14 euros por mês e não digas que vais daqui. não entendo esta lógica de merda: então eu ia fazer um seguro de saúde para não cuidar dela? tenho 41 anos não é normal, pelo menos UMA VEZ POR ANO ir ao médico e fazer exames para ver se está tudo bem? pelos vistos não, estes senhores devem é querer clientes que se estejam a marimbar se estão doentes ou não [como se esses fizessem seguros de saúde] e que quinem de repente para não darem despesa à seguradora.
olha fofos do meu coração: ide roubar para a estrada que a mim já não me assaltam mais. há mais companhias e bem mais baratas.

foda-se

receber um email logo pela manhã com a seguinte pérola: «voçes» é coisa para me deixar assim a modos que enjoada o dia todo. dasssss.

fazes-me falta


«Fazes-me falta. Estou habituada a ter-te por perto. Não gosto quando te escondes. Irrita-me a tua ausência. Importuna a minha sanidade. Baralhas-me quando nada me dizes. Trocas-me as voltas ao humor e misturas os meus sentimentos mais opostos.

Fazes-me falta. A tua estabilidade acalma-me. A tua serenidade dá-me paz. O teu sorriso descansa-me e o teu olhar adormece-me.

Fazes-me falta, raios!»

Rita Leston

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

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do beijo.

que saudades do meu alentejo, do verão, do sol

 

praia da samoqueira, porto corvo

« Meu amor, essa é a última oração
Pra salvar seu coração
Coração não é tão simples quanto pensa
Nele cabe o que não cabe na despensa
Cabe o meu amor
Cabem três vidas inteiras
Cabe uma penteadeira
Cabe nós dois
Cabe até o meu amor, essa é a última oração
Pra salvar seu coração
Coração não é tão simples quanto pensa
Nele cabe o que não cabe na despensa
Cabe o meu amor
Cabem três vidas inteiras
Cabe uma penteadeira
Cabe nós dois
Cabe até o meu amor, essa é a última oração
Pra salvar seu coração
Coração não é tão simples quanto pensa
Nele cabe o que não cabe na despensa
Cabe o meu amor
Cabem três vidas inteiras
Cabe uma penteadeira
Cabe essa oração ».

Oração - « a banda mais bonita da cidade »

♥ música ideal para se ouvir no meu alentejo: no meu porto covo do coração ♥


créditos de imagem: pinterest da Joana Almeida.



(clique para tocar)

devo esta descoberta - «a banda mais bonita da cidade» - ao meu irmão. obrigada, f. linda de morrer.

ahahahahahahahahahahahahahahahahah



há muito que não me ria assim.

" [...] o teu tio não comeu nada desta bida, sabes o que é nada desta bida? é nada desta bida [...]"
" [...] duas garfadas de sopa [...]"
" [...] oh márcioooo...[...]"
" [...] hehehe dou-te uma estalada nesse cu, que te arregalas [...]"
" [...] tábemmmm [...]".

ahahahahahahahahahahah

mas eu adoro-a na mesma


a minha índia linda.

a ver vamos se não faço de ti um ser humano de jeito

 

volta e meia a minha índia estica a corda. faz parte dos seus 14 anos. há pouco liga-me e diz:

- tive um furo, vamos todas lanchar fora.
{ora, eu estava a meio de uma reunião, nem ouvi bem, respondi: ok.}
quando a reunião acabou, lembrei-me do que tinha dito, liguei-lhe:
- não sei se te lembras as férias acabaram ONTEM, imediatamente para casa...
- ah mas eu ia agora até a casa da Benedita e depois a mãe ia lá buscar-me...
- IMEDIATAMENTE para a paragem do autocarro, vemo-nos mais tarde...
- oh! mas está bem, já estou a ir...

ligou agora a dizer que já estava em casa, pela voz devia estar de trombas. está certinha... até a mandei adiantar o jantar. um dia destes fuma e sai de casa. arre lá para a chabala.

há segredos que não se podem / devem guardar # 20


já aqui tinha contado da minha bolha no pé.
usei as hunter dois dias seguidos: pimba, toma lá para não achares que és fashion. na altura, fui vista por uma veterinária o que mostra bem a lontra que sou.
pois, o alarme na altura foi tanto que eu fiquei um bocado muito em pânico, mas estava sem seguro de saúde: tinha mandado - há dois dias - os Senhores {not} da AXA {isto ainda vai dar post!} irem roubar para a estrada, logo estava bem lixada. à noite lembrei-me, que quando tive a mc o meu obstreta tinha-me dito que um dos melhores regeneradores de pele que existiam era o nívea de lata azul. ah pois! grande lição para os dermatologistas, que quando lá vamos só nos receitam cremes para cima dos 50 euros. [grandes bestas que isto só pode ter que ver com os laboratórios].
mas voltando à bolha: comecei a por o creme duas vezes ao dia. deu-se o fenómeno: passada uma semana: bolha, nem vê-la.
agora a ver se tenho tempo de abotar o creme nas trombas e se começo a ser uma lontra fofinha.

tão bonita


★‏ dia dos {re} começos

 

Renato Russo

domingo, 4 de janeiro de 2015

oh pá, não sei explicar: baixou em mim uma pomba gira

 

estava sentada no sofá, comecei a lembrar-me da puta da semana que vou ter, levantei-me, desfiz a árvore de natal e arrumei o presépio. a mc só dizia:
- e assim quebra-se uma tradição: de só desfazer dia 7.

{mas eu quarta lá tenho tempo para estas coisas}

top


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permitam-me a correção: our kitchen is for dancing. eu e a mc demos um show de dança - agora mesmo! - na nossa cozinha. top. a cozinha é nossa, a casa também e a vida...

com a última música que aqui pus :-)

liguei o ipod



e começou a dar esta música. não, não acredito em acasos.

se há aqui uns anos me dissessem

que estaria à meia-noite a cozinhar para alguém, não acreditaria. mas, estou.

um prato de puré e brocolos e salmão. as voltas que a vida dá :-) para ti, que eu tanto adoro.

constatação do dia:

podia viver a patés, tostas e queijo.

é que depois de ter dado uma lasanha CONGELADA COMPRADA NO SUPERMERCADO - como só dou destas merdas à minha filha duas vezes ao ano, lembro-me que hoje só é dia 3 e que já estou fodida  - e como não como carne, mas quis despachar a miudagem: estou aqui rodeada de queijos, patés e lembro-me como sou feliz assim.

ATENÇÃO À NAVEGAÇÃO:  comemos sopa feita hoje, está bem? e para sobremesa, houve fruta, ok?

há pouco no carro:

 

MC: se ela me dissesse HOJE o que me disse há uns anos, tinha resposta. ai tinha. nem sei como consegue dormir ao saber que me disse aquilo: eu era uma criança. e vou viver com isto atravessado para sempre...

Eu { engoli em seco }: para sempre é muito tempo, MC. e tenho certeza que um dia poderás convidar os mais pequeninos cá para casa e darem-se todos bem. uma coisa posso garantir-te: serão SEMPRE muito bem recebidos. como é que tu costumas dizer? "a vida resolve-se"*


* nunca leu o blogue da catarina beato :-)

olho para o sofá


e não reencontro a minha filha de há poucos anos atrás. olho para o sofá e vejo uma menina que se está a afirmar. uma menina que já não é criança: mas, ainda não é adulta. vejo a minha índia a definir o seu território.
vejo-te sentada com as tuas amigas no sofá e observo-te a rir: de que estarás a rir-te? aposto que de parvoíces: de rapazes, de tretas. porque embora to diga todos os dias, tu não acreditas: eu já tive a tua idade. acho que faz parte ,não acreditares. e outro dia apanhei-me a dizer aquilo que jurei que nunca diria: só vais perceber, quando fores mãe. tem tanto de estúpido, como de verdade. mas há uma coisa diferente: quando mo disseram, já não se lembravam de terem sido adolescentes e eu lembro-me: lembro-me tão bem.

sábado, 3 de janeiro de 2015

da fé que tenho em ti,

 
em ti.
hoje não me apetece falar no nós. a fé - inabalável- que tenho em ti. és um bom homem: ótimo pai; trabalhador; amigo, tão meu amigo; sexy; com um dos sorrisos mais bonitos que alguma vez vi; o fugitivo; com um ar blasé que eu amo; sempre mal-ajambrado; com ar de puto; o meu cigano; mesmo com tudo o que vi e que não devia ter visto, tenho uma fé inabalável em ti. a fé que ainda há homens que mesmo não sabendo o que querem, são bons: que se movem por aquilo que acredito; mesmo quando não correspondes da forma que eu quero {correspondes da forma que sabes}. isto que temos -que para tantos é tão pouco, e para mim tanto - é tão bom, quando estamos juntos. é sempre tão bom, tão bom. e aqui tenho que abrir um grande parêntisis para dizer que há um nós que grita: É TÃO BOM. porque imponho a distância, afasto-me, mas volto sempre para os teus braços. não encontro uma casa: aconteceu muita coisa. mas quando volto, volto inteira - como só sei ser - e reencontro a fé, a fé: em ti. não no nós, é que hoje não me apetece falar do nós. apeteceu-me falar de ti. embora, nenhum de nós negue que existe um nós: no nosso mundo, numa vida que só a nós pertence e da qual poucos sabem.

quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

o outro lado da minha vida

 

 

a minha índia.

de outros mundos, de outros anos, das lembranças


adoro-te, minha índia


adoro-te de paixão.
a nossa noite de ontem: cheia de confidências. a confiança que depositamos uma na outra :-) trabalhei tanto para isto. ontem vi o resultado, mais do que ver: senti. é mais importante sentir do que ver ou saber, muito mais importante.
adoro-te, minha filha louca = igual a mim :-)

o primeiro beijo do ano


soube a pouco. volta. resolve as merdas que tens para resolver e volta :-)

é este o {meu} espírito para 2015


com esperança, com otimismo. tenho certeza que vai ser um ano do caraças. bom anoooooooo