sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
Estamos em Fevereiro e eu continuo a comprar livros escolares!
Comentário da MC aos 13 anos:
- A praxe é bullying, mãe!
Ora, aí está. É mesmo. Que é esta merda? Que cambada é esta? Que atrasados mentais...
do que vi hoje de manhã na minha rua
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
Macaé
Se eu tiver coragem de dizer que eu meio gosto de você
Você vai fugir a pé?
E se eu falar que você é tudo que eu sempre quis pra ser feliz
Você vai pro lado oposto ao que eu estiver?
Eu queria tanto que você não fugisse de mim
Mas se fosse eu, eu fugia
Ei, vai pegar mal se eu contar que eu imprimi
Todo o seu mapa astral?
Você foge assim que der, quando souber?
E se eu falar que eu decorei seu RG só pra se precisar
Você vai pra um chalé em Macaé
Eu queria tanto que você não fugisse de mim
Mas se fosse eu, eu fugia
Ei, se eu falar que foi por amor
Que eu invadi o seu computador
Você pega um avião?
E se eu contar de uma só vez
Como eu achei sua senha do cartão
Você foge pro Japão, esse verão?
Eu queria tanto que você não fugisse de mim
Mas se fosse eu, eu fugia
Ei, se eu contar como é que eu me senti
Ao grampear seu celular
Você vai numa DP?
E se eu mostrar o cianureto que eu comprei
Pra gente se matar
Você manda me prender no amanhecer?
Eu queria tanto que você não fugisse de mim
Mas se fosse eu, eu fugia
nota mental
{...}
Ide ber, ide...
não, não esqueci
Para ti, querida Sofia:
das nossas conversas
das nossas conversas
há uma história que tenho certeza que está em pause, mas nunca me fará voltar atrás. vejo o futuro, não o que ficou na memória e nos corpos. se um dia recomeçar, recomeçará naquele agora, não pensando no que ficou na nossa história. não podemos querer reviver constantemente o passado, refazê-lo, resolvê-lo. não é possível. o passado só é entendível no sentido de lição: de aprendermos com ele. errámos? ok, vamos lá tirar as lições do erro. já não há como corrigi-lo; há como evitar errarmos de novo, só isso, nada mais. e enquanto continuarmos a martelar nesses erros não vivemos o mais importante: o presente. E eu tenho sede de viver o aqui e agora. só isso me importa: o agora.
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014
gosto, gosto tanto
terça-feira, 4 de fevereiro de 2014
"Bastava que ela me dissesse: vamos. E eu iria. Não sei para onde. Não imagino para onde. Mas iria. Feliz como nunca. Feliz como estou feliz sempre que estou com ela. Vamos, diria ela, nos meus sonhos mais utópicos. E eu iria. Mas não vou. Ela não diz. Ela não diz nada e eu vou aguentando esta sucessão de nadas que tento transformar em tudo.
Amar é transformar uma sucessão de nadas em tudo.
Um segundo com ela a valer por todos os dias sem ela. Um segundo com ela a ser tudo o que vale a pena quando já não estou com ela. Não passa. O que a amo não passa. Quando se ama como eu a amo não passa. E cada segundo é para sempre.
Amar é elevar cada segundo à categoria de para sempre.".














