quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Sim, divido-me entre a "minha" Clarissa e a Tati Bernardi



" Sou complexa, sou mistura, sou mulher com cara de menina... E vice-versa. Me perco, me procuro e me acho. E quando necessário, enlouqueço e deixo rolar...Não me dôo pela metade, não sou tua meio amiga, nem teu quase amor. Ou sou tudo ou sou nada. Não suporto meio termos. Sou boba, mas não sou burra. Ingênua, mas não santa. Sou pessoa de riso fácil.. e choro também!”

Tati Bernardi
 
{retirado daqui}

 

a felicidade


são momentos. são daqueles momentos que nós não queremos que acabem. e eu já tive tantos.

Ora, muito bom dia :-)


quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Private post



Ontem tive um embate com o meu passado, por muita coisa que estás a viver. Foi forte, mas estou cá para tudo. Venham os embates que vierem, nunca vou deixar de ser tua mãe. Nunca.

Ai Clarissa, vou atravessar o oceano só para te conhecer :-)

"Porque eu gosto de quem presta atenção em mim. De quem procura novidade mesmo me conhecendo do avesso. De quem não desiste de me descobrir. De quem não se cansa da rotina. De quem se entrega. Sempre."
 
Clarissa Corrêa

A semana passada em conversa com uma amiga


Contava-lhe que tinha esperado 40 anos para sentir uma deceção. Já me tinha sentido desiludida, magoada, mas que tinha percebido que a deceção é algo muito mais forte. É um embate muito violento, tão violento que não chega a doer, só mata. Essa deceção fez com que alguém morresse-me. Não há outra palavra e julgo que nem existe esta conjugação: morreu-me. Morreu-me na alma. Quatro dias depois chorei, mas as lágrimas foram tão vazias que nem sei se se pode chamar àquilo chorar. A deceção é algo avassalador, é brutal, de uma violência sem tamanho. Essa amiga dizia-me:
 
- Que bom que só agora a experimentaste: aos 40.
- Sim... é verdade. Tinha passado bem sem ela, mas chegar ao meio da vida e nunca a ter sentido é bom, sim.
- Faz-te acreditar menos na humanidade...?
- Não. Isso nunca. Eu tenho uma filha para educar. Isso nunca. Não perco a fé nas pessoas. Eu acredito que há muita gente boa, há gente má sim {que nem é o caso, porque quem me dececionou não é má pessoa}, mas que as boas ganham aos pontos. No dia em que deixar de acreditar nisso, não andarei cá a fazer nada.

Não

 

Não sei gostar com calma. Comigo é tudo com pressa. Corro maratonas dentro de mim, todos os dias - maratonas. Não me peçam para gostar com calma. Não me peçam isso.

★ Bom dia ★


fechem os olhos e vejam o que acontece. mas, peçam com fé.

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Eu... pela "minha" clarissa

 
"Eu. Eu sou errada. Eu escolho errado. Eu escolho a dedo. Eu acho que as coisas são como penso que deveriam. Eu me jogo. Me envolvo. Me dou. Me estrepo. Dou a cara pra bater. Me abro. Me entrego. Me fodo. Me ferro. Me queimo. Me desgoverno. Perco as estribeiras. Perco o chão. Perco tudo. Só não perco a identidade. Porque eu sou eu. Sem medo. Sem pé atrás. Sem crueldade. {...}Sem covardia. Sem hesitação. Sem pensar muito. Sem nada. Apenas vou. Apenas sinto. {...}Apenas quero. E quero mesmo…"
 
Clarissa Corrêa

Adoro estas calças, as duas



Ai, Clarissa tu és tão eu!

"Sei que não sou perfeita, posso brincar em horas erradas (eterna Síndrome de Peter Pan), posso ser impulsiva, cheia de manias, cabeça-dura, brava e etc. O “etc” fica por conta de crises de TPM assustadoras, draminhas librianísticos, esquisitices amorosas, chatice de querer tudo explicadinho e neurose do tipo I (preciso-falar-tudo-que-eu-penso-agora) e do tipo II (preciso-conversar-sobre-o-que-me-incomoda-nesse-momento). Tudo bem, eu concordo com tudo isso. Meus defeitos são péssimos. E eu queria ter o corpo da Cicarelli. Mas eu sou exatamente assim: imperfeita (e sem corpo de Cicarelli, sorry) {...}".
 
Clarissa Corrêa

Tão mas tão verdade


o que me ri.


segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Esta tinha que ser a música de hoje:

por vários motivos, mas também ...

Ca puta de dia

 

e que turbilhão que está dentro de mim. Às vezes, nem eu me aguento.

Que começo de semana

 
Nem estou a acreditar que estão os dois dentro do mesmo avião, a caminho de Luanda: o meu passado e o meu presente.
 
A vida é surpreendente.

domingo, 13 de outubro de 2013

" E mais: ir com sede ao pote não é errado. Errado é morrer de sede tendo um pote na mão".
 
Clarissa Corrêa

"Não sou tão forte e tão fraca quanto pareço. Me surpreendo o tempo inteiro: quando acho que serei fraca, fico forte. E vice-versa. Sou tudo ao mesmo tempo, preciso me acostumar com o turbilhão que nunca dorme."
 
Clarissa Corrêa