terça-feira, 18 de junho de 2013
segunda-feira, 17 de junho de 2013
Não querendo parecer incoerente, e como ainda há poucos dias elogiei os professores da MC, quero salientar que tenho o maior respeito pelos Professores da minha filha e que hoje, quando não teve aulas, não foi porque estes tenham feito greve, foi sim porque estiveram a substituir quem a fez.
Como em tudo na vida, há professores e professores.
Eu, tal como a Sara Maria, também não concordo com {quase} nada do que este Senhor diz. Mas, desta vez foi na mouche
"{...} Só uma classe que recusou, como ultraje, a possibilidade de ser avaliada para efeitos de progressão profissional – isto é, uma classe de medíocres reivindicam o direito constitucional de ganharem o mesmo que os competentes – é que se pode permitir a irresponsabilidade e a leviandade de decretar uma greve aos exames nacionais. Nisso são os professores exemplares: transmitem aos alunos o seu próprio exemplo, o exemplo de quem acha que os exames, as avaliações são um incómodo para a paz de um sistema assente na desresponsabilização, na nivelação de todos por baixo, na ausência de estímulo ao mérito e esforço individual.
Mas a greve dos professores vai muito para lá deles: reflecte o estado de espírito de uma parte do País que não entendeu ou não quer entender o que lhe aconteceu. Deixem-me, então recordar: Portugal faliu. O Portugal das baixas psicológicas, dos direitos adquiridos para sempre, das falcatruas fiscais, das reformas antecipadas, dos subsídios para tudo e mais alguma coisa, dos salários iguais para os que trabalham e os que preguiçam, faliu. Faliu: não é mais sustentável. (…) Se alguém conhece uma alternativa mágica em que se possa ter professores sem crianças, auto-estradas sem carros, reformas sem dinheiro para as pagar, acumulando dívida a 6,7 ou 8% de juros para a geração seguinte pagar, que o diga."
Mas a greve dos professores vai muito para lá deles: reflecte o estado de espírito de uma parte do País que não entendeu ou não quer entender o que lhe aconteceu. Deixem-me, então recordar: Portugal faliu. O Portugal das baixas psicológicas, dos direitos adquiridos para sempre, das falcatruas fiscais, das reformas antecipadas, dos subsídios para tudo e mais alguma coisa, dos salários iguais para os que trabalham e os que preguiçam, faliu. Faliu: não é mais sustentável. (…) Se alguém conhece uma alternativa mágica em que se possa ter professores sem crianças, auto-estradas sem carros, reformas sem dinheiro para as pagar, acumulando dívida a 6,7 ou 8% de juros para a geração seguinte pagar, que o diga."
Miguel Sousa Tavares
* e agora vou procurar para o youtube o que o mesmo Senhor, acabou de dizer na SIC.
Da greve
A MC não teve aulas de preparação para os exames {que entretanto já foram remarcadas}, eu andei feita barata tonta toda a manhã, mas com isto, lidei "bem". Contudo, digo-vos: se a MC andasse no 12º ano não estaria assim tão calma.
Inadmissível o que aconteceu hoje neste país. Estes jovens, vão este ano para a Faculdade! Pelo amor da Santa...
sábado, 15 de junho de 2013
sexta-feira, 14 de junho de 2013
♥
O que me deixaste escrito no carro, mal se vê. Mas, eu sei que estava escrito. Havia ali rastos de ti :-)
quinta-feira, 13 de junho de 2013
terça-feira, 11 de junho de 2013
segunda-feira, 10 de junho de 2013
domingo, 9 de junho de 2013
sábado, 8 de junho de 2013
★
“Não gosto de café morno, de conversa mole, nem de noite sem estrela. Sou bem mais feliz que triste, mas às vezes fico distante. E me perco em mim como se não houvesse começo nem fim nessa coisa de pensar e achar explicação pra vida. Explicação mesmo, eu sei: não há.”
Fernanda Mello
sexta-feira, 7 de junho de 2013
Uma amiga ontem
Já a ficar louca com os programas das duas filhas adolescentes:
- Se vocês fossem adoptadas, devolvia-vos já hoje!
{ah ah ah ah ah ah ah ah ah ah ah ah ah}
Ainda a propósito do post das línguas
Quando fiz a pergunta, já a decisão tinha sido tomada. Aliás, a decisão foi tomada há uma semana, pela própria MC. Ela é uma menina muito sensata e quando me fez a pergunta há uns meses atrás, eu respondi:
- Oh MC, tu vai para espanhol que é muito mais fácil e isso vai ajudar-te na média!
{dois segundos depois já estava arrependida da resposta que tinha dado. Então eu como mãe, mando-a ir pelo caminho mais fácil. Que imbecilidade!}
- Oh mãe, mas não é a mãe que está sempre a dizer que o caminho mais fácil nem sempre é o mais acertado? E francês é mais difícil, sim, mas eu acho que é para lá que vou. É que eu, num curso de Verão aprendo o espanhol e o francês, não. Vou mesmo para francês.
E eu que sou uma mãe babada, fiquei orgulhosa da decisão e apoiei-a. Daqui a um ano ou dois há-de aprender espanhol num curso de Verão ou num curso intensivo. Agora, vai aprender uma das mais românticas línguas do mundo, logo a seguir ao italiano.
Muito obrigada pelas vossas opiniões, foi enriquecedor e mal tenha oportunidade vou mostrá-las à MC.
Neurótica, eu sei...
Já ouvi esta música mais de 20 vezes. 20 vezes seguidas... estou preocupada :-)
Pergunta número 97
Se tivessem que aconselhar ao vosso filho ou filha, uma segunda língua, qual delas seria? Francês ou Espanhol?
quinta-feira, 6 de junho de 2013
Adoro
o teu cheiro. É incrível, acabamos sempre por pagar pela boca. Eu não gosto de perfumes, mas o teu é tão diferente, e não te encharcas nele {algo de extrema importância}.
Quando ontem não puseste, com medo de exagerares e ficares daquele género por onde passo, todos sentem, sorri. Impossível. Só eu, consigo cheirar-te :-)
E felizmente correu tudo bem
Quando já vimos de tudo, nestas coisas da regulação dos poderes parentais, ficamos descrentes.
E hoje, pese embora te tenha dado força, temia que fossem para julgamento. Mas não, tu conseguiste chegar a acordo. Vocês mandaram os advogados calarem-se e chegaram a um entendimento. No fim, o pai dos teus filhos piscou-te o olho. E quando me contaste, emocionei-me e fiquei tão feliz por ti e pelas crianças. Não se dão bem, não se entenderam no casamento, mas ele percebeu que não era por estarem separados, que devia prejudicar os filhos. Assim, mesmo separados, as crianças continuarão com o mesmo nível de vida que teriam se os pais vivessem juntos. Isso é justiça, mas sem ter que recorrer a ela. Isso é civismo. E mesmo com todos os defeitos que tem {e que nós sabemos que tem}, mesmo depois de ter refeito a vida e de já estar à espera do terceiro filho, entendeu que estes já cá estavam e que não podiam ser colocados em segundo plano.
Vai suportar as despesas com a Educação e com a Saúde na totalidade e ainda assim, aceitou dividir as despesas do dia-a-dia. Porque este pai não precisou que nenhum Juíz lhe explicasse, que as crianças não têm que perder qualidade de vida porque os pais decidiram ir cada um para seu lado; que não têm que abandonar o Colégio onde andam porque a mãe não pode pagar metade; que não há dinheiro nenhum no mundo que possa pagar o tempo, o prejuízo profissional, o facto da mãe estar sozinha com eles no dia-a-dia; este pai sabe que as pensões de alimentos calculam-se com base na taxa de esforço de cada um {aliás, há tabelas que calculam isso} e que não pressupõem que as despesas sejam pagas a meias; este pai sabe que quem ganha MUIIIIITTTOOOO acima da média não pode dar uma pensão de cem euros; este pai sabe que tem que dividir o fruto do seu trabalho com os filhos, é {também} seu dever sustentá-los. Estou tão feliz por ti e pelas crianças. Mas tão feliz...
I love ♥
e como te ris dos meus disparates.
Haverá coisa melhor que nos rirmos? Rirmo-nos de nós próprios, isso até é o mais importante: rirmo-nos de nós próprios.
quarta-feira, 5 de junho de 2013
A escola da minha filha é óptima
Há pouco o explicador da MC, dizia-me que as escolas estavam a dar 3 aulas de matemática e outras 3 de língua portuguesa para a preparação para os exames nacionais. Pois, a Escola onde a minha filha anda, dá mais.
Os professores de lá, costumam dizer que o que faz a diferença na Escola, somos nós, encarregados de educação. Eu acho que o que faz mesmo a diferença são eles: os Professores.
Eu poderia dar dezenas de motivos
para me sentir uma adolescente nos últimos tempos, mas as duas espinhas que me apareceram {na cara} são as mais evidentes {para os outros}.
terça-feira, 4 de junho de 2013
Não, ainda não é agora que volta à normalidade
Estava a ler o meu blogue e recuei até ao ano de 2010. Li estes posts e pensei: as voltas que a vida dá.
★
Sei que estou em modo parvinha de todo. Mas, prometo que é só hoje. Em breve, o blogue volta à normalidade.
É oficial: já é adolescente
Hoje à porta da escola:
Eu - Oh MC, dá-me um beijo. Hoje, só nos vemos à noite...
MC {a olhar à volta}: Oh mãe, pelo amor de Deus...
segunda-feira, 3 de junho de 2013
Ontem
foi a Profissão de fé da MC: ela assumiu que quer e gosta de ser católica, perante a comunidade à qual pertencemos. Gostei imenso da cerimónia. Como fiz parte do coro, tive um olhar priveligiado para tudo. Quando a minha filha linda entrou na Igreja emocionei-me, e foi assim em muitos dos momentos daquela missa. Aquando da acção de graças, um amigo da MC agradeceu aos pais o dia do baptismo, chorei... Enfim, sou mesmo uma toina que aqui ando.
Ontem, pedi muito a Deus para me dar forças para saber educá-la sozinha.
*Este foi o bolo da MC, mas em cor-de-rosa
Não sei se já aqui disse
que adoro o som do vento leste. Adoro o som, e senti-lo na minha pele. Mas, não é um leste qualquer, é o da minha terra.
sábado, 1 de junho de 2013
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