terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Esta mensagem não teria nada de extraordinário se não tivesse sido enviada por um pai à filha de 31 anos. Isso é - na minha opinião - espantoso. Mas, o amor pelos filhos é isso mesmo: ficar preocupado por ausência de notícias nos últimos DOIS dias. Nunca tive isso, mas fico feliz por quem o tenha. Fico feliz e enternecida.
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Não acreditas, eu sei, mas eu dei-te a minha alma - por instantes - mas dei-ta. Quando conheceu a tua, ficou: iluminada, grande, não era tocada há muito e ficou a arder, bonita e isso transparecia para fora, era como água límpida mas com luz, era o melhor de mim a vir ao de cima. Durou pouco, mas vivi isso.E agora? Agora está tudo normal...
A memória é algo que ninguém consegue apagar
Oiço-a (à música) muitas vezes, oiço-a vezes sem fim e durante esse tempo, esta transporta-me para aquilo que vivemos. Por vezes pergunto-me: será que aquela intensidade foi vivida só por mim? Tudo aquilo foi vivido unica e exclusivamente por mim? Mas que importância é que isso tem? Porque eu oiço a música, sorrio e fico leve. Só por isso já valeu a pena, só por isso já sou feliz.
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Descobri que gostava de ter mais tempo para mim, não que não o tenha porque de vez em quando até o tenho, falo de tempo de qualidade. De tempo vivido com serenidade, sem pressas, sem correrias. Gostava de ter mais tempo para mim, sem ter que preocupar-me com o que vem a seguir ou o que tenho a fazer depois daquele meu tempo. Por vezes, para ter um tempo só para mim é uma correria tal em preparativos que quando chega o momento de o gozar estou tão cansada que só sonho com a minha cama. Mas, este deve ser o drama de qualquer mãe solteira.domingo, 13 de fevereiro de 2011
Adriana Calcanhotto - Inverno
Um Domingo de Inverno. Ele ainda não acabou, estes dias de sol é que nos fizeram esquecer.
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Esta notícia provocou-me enjoos. Deus me livre de semelhante coisa, deve ser cansativo.


