sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

MC # 20

Eu: Se calhar no próximo fim de semana vamos a Santiago de Compostela (...) podes pedir uma graça, pões a mão na cabeça do Santo e pedes...

MC: Já sei... vou pedir um cão.

Sexta é dia da MC vir almoçar a casa

E eu estou à espera dela...

*já sei que não tenho jeito para tirar fotografias com o telemóvel.

É o DETALHE. Faz toda a diferença.


Os textos que aqui publico e que provocam mais reacções, comentários e emails, são aqueles que escrevo num ápice. Assim: penso no assunto, escrevo, escrevo sem parar, leio uma vez (por vezes saem cheios de erros e gralhas) e tau, clico no publicar. Alguns desses eu agendo, mas quando isso acontece acabo por apagá-los, ou melhor, acabo por guardá-los na pasta dos rascunhos. E porquê? Porque tenho tempo para lêr e relêr e o meu lado racional impede-me de os publicar. Esses são os posts genuínos, esses são os posts que me saem de um espaço que tenho aqui junto ao coração, bem no meio do peito a que teimo chamar alma. Desde pequena que acho que o meu lado emocional faz coisas mais bonitas e é bem mais interessante que o racional. Mas a minha razão está sempre em alerta e sufoca-o.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

MC # 19

Há pouco no banho, depois da MC ter ido tomar a vacina do tétano:

MC: Mãe, quem é que inventou as vacinas? - perguntou isto com um ar queixoso por causa da dôr do braço.

Eu: O Pasteur (já sei que há quem diga que não, mas foi assim que aprendi).

MC: Esse homem acabou de destruir-me a vida!

Pelos Ares




Pelos Ares
Adriana Calcanhotto

Não lhe peço nada
mas se acaso você perguntar
por você não há o que eu não faça

Guardo inteira em mim
a casa que mandei
um dia
pelos ares
e a reconstruo em todos os detalhes
intactos e implacáveis

(...)
estante cama e eu
logo estará
tudo no seu lugar

Eis aqui
(...)
no seu lugar
pra ver você chegar

Hoje fui ao médico, pimba!, menos um kilo outra vez - 57. Agora, já começo a não achar piada nenhuma - e senão tivesse feito análises e a médica dito que estava tudo bem -, achava que era desta que quinava.

Depois do Carlos Castro, dos signos, dos vestidos e da filha da Floribela cheguei à conclusão que o que eu escrevo não interessa nem ao menino Jesus.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Hoje é noite de lua cheia.

Eu fazia muito isto quando era pequena, mas vocês já sabem que sou uma infantil

Estou a pensar numa coisa agora. Respondam-me sim ou não. Não vale perguntarem o que é. Só quero a vossa ajuda, para saber... sim ou não?


* eu sei, sou ridícula e infantil. eu sei...

Bomba de oxigénio para a mesa 3 por favor

Ainda o dia de anteontem

Foi dia de fazer biscoitos integrais para as merendas da MC. Huummm, é uma coisa muito boa o cheirinho deles espalhado pela casa, não é? Cheira a lar...

Constatação do dia (de anteontem)

Conversa entre mim e uma das minhas maiores amigas:
- Não tenhas a miníma dúvida que se fôssemos ôcas, amorais, fúteis e inconsequentes éramos muito mais felizes, é que não tenhas mesmo... Ninguém pensa assim como nós, ninguém pensa na consequência dos seus actos, das suas atitudes. Fazem - que se lixe -, depois logo se vê...
- Pois já não tenho, já não tenho... pelo que vejo...

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Meninas, viram o pedido de casamento em pleno vôo? Deu agora mesmo na televisão, na TVI.

Outro dia estava a arrumar umas caixas com a MC e encontrei uma data de negativos. Foi uma diversão só, quando nos pusemos a tentar descobrir quem é que ali estava retratado. Vou mandar revelar aquilo tudo. Ou é de mim, ou vou ter muitas surpresas.

Apetecia-me votar em branco. Mas acho que o país não está em estado de gastar dinheiro numa 2ª volta.

É a minha fé que me diz que tudo vai acabar bem. Eu sei que vai. Todos os dias rezo para isso e vai acontecer. Julgo que depois vai sobrar para mim, mas eu cá me aguento. Aliás, aguento sempre.

Eu tenho uma panca valente, aliás tenho várias mas hoje apetece-me falar desta: eu escrevo muito aqui no computador, mas quando estou a escrever as minhas histórias e contos (a coisa) só resulta se escrever à mão. Cada um com a sua maluqueira.