sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Os homens da minha rua andam consoladinhos. Sobem o passeio e logo ali na esquina podem ver a mulher do Cristiano Ronaldo em roupa interior.

Ontem quando chegava do ensaio à noite, vi um adolescente a tirar fotografias ao placard. O que me ri.

Arre lá para isto. Ter um blogue já não é uma diversão. Levo com cada uma, ele é mulheres erradas, ele é faustinas tomasinas disfarçadas de Tomás, ele é паперјаст´s da vida. Porra, esta gente diz que eu é que não tenho vida? Deus me livre. Bem que me avisaram que acabar com os comentários anónimos não seria o suficiente.

Tomás (que veio cá de madrugada ao blogue comentar):

Antes do mais deixe-me dizer-lhe que posso parecer, mas não sou lorpa. Que tipo de homem se daria ao trabalho de vir para aqui com aquele género de comentário? Só uma mulher seria disparatada ao ponto de vir para aqui escrever àquela hora (correu mal a celebração?). Logo a partir de agora, vou dirigir-me a si como Tomasina, ok? Quem lhe contou a história, contou-a totalmente deturpada. Mas você, como é lógico, acredita em quem quiser e em mim não será certamente. É só lêr o blogue e vai entender muita coisa. Aconselho-a vivamente a que não se meta comigo. É só um conselho.
Acho preferível ir para um hotel, do que ir para casa, a mesma casa onde o filho vive, com um homem que se conhece há dias. Pôr o filho a jantar com este e apresentá-lo como namorado ao fim de dez dias de namoro. Falar ao fim de vinte, em ir viver com ele, é revelador do seu carácter, da sua infantilidade e imaturidade. Vivem num mundo que não existe: um mundo de jantares, copos (ainda outro dia esteve para cair pelas escadas abaixo de tão bebada que estava), planos de férias, filmes vistos à lareira e coitados como trabalham vestidos um de fato outro de tailleur acham que são sérios e que têm vidas ambicionadas por todos. Coitados. Mil vezes bambi, a ser como você. Outro dia alguém a apelidou de Floribela com acne, quando vi, confirmei. Olhe que você era menina para fazer uma carreira de topo na CGD. Tente, envie o CV com uma das fotos do facebook e tenho certeza que chega ao CA.
Não volte a ter a covardia de comentar o meu blogue (aliás, que não é anónimo) envie-me um email para esteblogueprecisadeumnome@hotmail.com e eu terei todo o gosto em pagar-lhe um café aí ao lado do banco. Eu vou ter consigo. Eu não sou covarde e dou a cara, fale comigo a olhar-me nos olhos. Olhe Tomasina, volta a atacar-me e vai arrepender-se. Por favor, acredite em mim, para o seu próprio bem. O meu blogue não é a casa da tia Joana.

Nota: ora veja este post (de salientar, que eu até posso adulterar um post, mas nunca os comentários. os comentários são a prova viva que o post foi publicado naquele dia): aqui. Cuidado o nível de carência dele é tão grande que certamente hoje (dia 10) vai voltar a pedir alguém em casamento. pode ser a tomasina, cuidado. realmente, as mulheres são muito lorpas. deus me livre, leia o blogue, menina, leia o blogue que só lhe vai fazer bem.


Adenda: antes uma vida sem sal como a minha (acha você) que uma regada a alcóol como a sua. olhe e eu ainda tenho três anos antes dos 40. você já lá está e nota-se bem ah ah ah ah ah ah ah ah o pior é o pano que tem nas trombas, parece acne. Com sorte ainda vai para Fomentera no Verão, é o que ele gosta de fazer a todas. E é para isso que quer as mulheres: companhia para as férias; companhia para ver filmes ao fds; copos; jantaradas e tudo o que é fútil. Mas você tem ar que se deixa deslumbrar por isso, é da superficialidade.

Aguardo cheia de esperança duas Primaveras: uma lá fora e outra dentro de mim.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Bem, tenho que parar com as gargalhadas, o dever de mãe chama-me: vou ao último ensaio da missa de Natal do Colégio da MC. Este Natal canto, ou melhor, sou a gaja do play-back.

Há pessoas tão ridículas, mas tão ridículas que me sinto na obrigação de agradecer a sua existência. É que são tantas as gargalhadas que dou às custas delas. Coitadas. Senhor, perdoai os pobres de espírito.

Constatação do dia

Estou chocada com o que acabei de ler no facebook. Está tudo doido. E mais não digo...

Mas... há bambis e bambis... temos que concordar...

Sou tão bambi... mas gosto tanto de ser assim: uma verdadeira pateta alegre que se perde a olhar por exemplo para uma borboleta.


E a obra da garagem está a terminar... snifff...

Acabei de sair do Hospital. Fui fazer exames a tudo. Quando digo tudo, é tudo mesmo. Uma alegria. Só ficou a faltar uma tac à cabeça, mas a médica não achou importante. Também para se constatar que está tudo desregulado vê-se bem a olho nú, diz a minha amiga B.
Agora é esperar pelos resultados. Começo a pensar nisso e dá-me um frio na barriga. Será que é desta que quino?

Ontem estive com uma amiga mais de duas horas à conversa. Estivemos nós a falar de pessoas que saem de relações longas e intensas, saem magoadas, machucadas, carentes e sobretudo fragilizadas. Ela até contava a história na primeira pessoa, porque aconteceu com ela. Teve uma relação longa de 7 anos com uma pessoa e quando esta terminou, ela ficou sem chão, vazia, desamparada. Apareceu-lhe na altura, uma pessoa que quis preencher esse vazio, era amigo dela, fazia-lhe companhia, falavam, não lhe deixava (tanto) tempo para pensar no outro (naquele que hoje ao fim de vinte e tal anos ela apelida do amor da minha vida). Ele começou a ocupar um lugar na vida dela e ao fim de muito pouco tempo decidem ir viver juntos. Ela ainda apaixonada pelo outro mas a abafar esse sentimento, decide dar esse passo. Ela queria à viva força gostar deste e não do outro. Ela mesmo a sentir amor pelo outro decide ir viver com este. Viveram juntos 13 anos. Sim, leram bem: treze anos. E ela nunca o amou verdadeiramente e tinha consciência disso. Mas era a situação cómoda, confortável, ele era amigo, fazia o que ela queria, não a aborrecia, nunca estava sozinha e ela foi empurrando com a barriga, como se costuma dizer. Há uma coisa que ela nunca aceitou: ter filhos. Exactamente por sentir que não o amava, o resto viviam como um casal comum. Ao fim de uns longos 13 anos ela toma a decisão de se separar. Hoje, olha para trás e vê tudo como uma grande perda de tempo. Perdeu 13 anos da vida com alguém que ela nunca amou. E ainda hoje deve pensar como seria se tivesse lutado pelo outro.
Isto tudo pensado é de assustar. Pelo menos a mim, que vejo cada vez mais as relações a começarem pelo fim. As pessoas andam sedentas de amor e começam as relações pelo fim. Tudo é instantaneo, não é só a mousse de chocolate, não pensem vocês o amor também o é. As relações, na minha opinião, hoje começam pelo fim. As pessoas não se conhecem, não conversam. Não. As pessoas dão umas quecas, depois lá pelo meio dão dois dedos de conversa. Depois falam de assuntos importantissímos da vida com uma leviendade inacreditável e pronto toca a brincar às famílias felizes. Este caso da minha amiga deixando-me transtornada, não me deixa no estado em que deixam aqueles em que há crianças. A forma como metem as crianças "ao barulho" deixa-me incrédula. Jamais deixaria a minha filha achar que o amor é instantaneo. O amor constrói-se. O amor é um sentimento que demora tempo a solidificar e ganhar forma. O amor não é o que a maioria das pessoas julga que é. E um amor se é para a vida (como se fosse possível acreditar nisso ao fim de dias de se conhecer alguém) têm todo o tempo do mundo e deveriam fazer as coisas com mais calma, digo eu... Para não acontecer o que aconteceu à minha amiga.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Hoje fui ao circo com a MC e voltei a ser pequenina. Só não gostei da parte dos animais, sobretudo dos leões. Pensei que ia começar a chorar...mas portei-me à altura.


terça-feira, 7 de dezembro de 2010

E hoje lá vamos nós todas outra vez. Jantar, música, vinho tinto e conversa. Muita conversa. Somos felizes assim.

A psicóloga da minha filha (não, ela não está doente. a Ana acompanhou a MC na separação e agora está a ajudá-la numa nova etapa da vida) leu o meu blogue. O primeiro comentário foi: Ai Rita, é tão intensa e transparente. E depois disse uma coisa super-curiosa, disse-me, que se lhe dessem o blogue a ler, sem saber quem era a autora, acha que rapidamente chegaria à conclusão que é meu. (ainda não descobri se isso é bom ou mau)

Isto com a idade está a dar-me para ser atrevida

Esta semana, fiz duas coisas que nunca tinha feito: disse-lhe que estava especialmente giro e fiz um convite para o jantar mais inusitado de sempre. Isto deve ser reflexo dos 40 a chegar. Ainda vou dar numa quarentona faustina.

Frase do dia

Amiga: Tenho um gato, que chamo: "Flash, anda aqui!" e ele mesmo a dormir, vem e aquece-me os pés. Explica-me para que quero um homem?

Tenho pena. Tenho mesmo muita pena que nem toda a gente entenda o que escrevo. Quando aqui falo do паперјаст, não quer dizer que esteja apaixonada por ele. A paixão tem que ser alimentada e a minha nunca foi. Nunca. Logo, terminou, acabou. Se ainda penso nele? Penso. Se ainda gosto dele? Gosto. Mas eu gosto de uma pessoa que não existe. Uma pessoa que eu construi, uma pessoa não-real, uma pessoa que só vi o bom e não reparei no mau. Se fizer o rewind, ele deu tantos sinais que não tinha carácter, eu é que não os vi. Estava cega de paixão. E porque sou ingénua, eu sou muito ingénua. E eu que tanto critiquei quem caía em falinhas mansas e na canção do bandido, paguei pela boca.
Mas hoje, aqui a 7 de Dezembro de 2010, vos digo: não trocava aquela semana e o que senti por nada deste mundo. Veio muito sofrimento depois? Veio, mas agora entendi que isto é a vida, isto é (também) viver. E ele fez-me muito feliz naquela semana, muito mesmo. Foi uma semana, no meio de dez mais ou menos e duas terríveis. Mas mesmo assim, valeu a pena. Por tudo de óptimo que senti, por me ter mexido até às entranhas da alma. Mexeu-me em coisas que já nem me lembrava que existiam, que tinha. Mas eu arrumei tudo isso dentro de um saco verde- água que está dentro da minha alma - o das boas recordações e em dias que esteja triste, abro-o e vou com toda a certeza sorrir por uma pessoa que não existe.

Podias...

... ter vindo acordar-me com um beijo e dizer que sim à proposta que te fiz.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

A minha filha. Tenho tanto orgulho nela.

A feiticeira é demais...

... vejam o que esta menina fez... ah ah ah ah ah ah ah ah ...era bom minha querida, muito bom, sou parecida, assim tipo prima. ah ah ah ah ah ah ah ah ah

(clicar em cima do texto)

Estou preocupada

O паперјаст (lembram-se?) mandou email e entre muitas outras coisas disse que tem sérias dúvidas sobre a capacidade intelectual do meu exército de leitoras.
Meninas, aproveitem para o desancar à vontade. Usem o meu espaço. Claro que o esclareci que nós só gostamos de falar de filhos, fraldas, crochet e desancar nos homens...
Ele considera-vos umas iletradas porque lêem o meu blogue. Escrevam o que quiserem, não haverá censura aos comentários.

Tens que deixar de ser tão encantador e preocupado comigo... é que não estou habituada.

MC # 17

- Oh MC tu passas o dia a dançar, rapariga. És mesmo feliz, não és?
- Sou, muito...

domingo, 5 de dezembro de 2010

Pergunta número 29

Esta puta da chuva vai ficar até quando? O frio ainda é como o outro (mas também já não o estava a aguentar), agora esta barulheira lá fora e tudo alagado... é que amanhã é segunda e todos temos que sair de casa.

Sabem aquela sensação do ninguém engana ninguém? O jogo é tão limpo e claro, que só nos pode deixar serenas. Gosto de saber com que cartas jogo. A verticalidade numa pessoa não tem preço. E eu gosto disto, de saber com que linhas me coso, que jogo estou a jogar. Tudo preto no branco. Não me traz ansiedade, não me traz medos nem angústias. Porque eu sei tudo. Do presente claro, que do futuro ninguém sabe. E embora seja uma incógnita só vejo coisas boas, prevejo que vai haver sempre harmonia, nem que seja só numa amizade. Numa bela amizade.

N. eu sei que vens cá todos os dias e mais que uma vez por dia. Eu sei. Tenho certeza absoluta, eu sinto-o. Mas acho fofo dizeres que não.




E hoje o Natal chegou cá a casa. À minha alma não, mas cá a casa, sim. Porque nós fazemos tudo pelos filhos. *
*as fotografias são péssimas, eu sei. foram tiradas com o telemóvel e não ficaram grande coisa.

Constatação do dia

Eles não gostam mesmo de jardineiras. Não vale a pena...

Doce Domingo

Acordar com uma mensagem tua e um susurrado beijo da minha filha. Hummmm... Agora vou tomar um pequeno-almoço de princesa e começar este doce Domingo.

sábado, 4 de dezembro de 2010

Constatação do dia

A minha filha já não gosta que eu lhe leia histórias. Que tristeza...



Amiga: Parece que estás a viver uma comédia romântica bem ao estilo americano!


Ainda está muito no ínicio, mas tem algumas semelhanças sim. Muito cinematográfico.

Ontem aconteceu-me uma coisa engraçada (não foi a primeira vez e tem acontecido muito, ultimamente). Estava eu sentada no sofá e mandei uma mensagem à minha amiga B. que dizia: "dava tudo para que ele se lembrasse de mim e me enviasse uma mensagem". Acabo de carregar no enviar, e recebo uma mensagem dele... será que se pode chamar sintonia?

Ter à mesa de jantar um jornalista, torna a refeição muito mais agradável. São excelentes contadores de estórias, sem sombra de dúvidas.

Sou cabra, eu sei...

Quando vi a actual namorada do meu ex-marido e constatei que é feínha (é assim que se escreve?), fiquei contente. Que querem? Sou mesmo cabra...

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Andei eu aqui a queixar-me que não recebo cartas de amor há anos. E é verdade. Mas agora com esta inundação na garagem descobri uma caixa repleta delas. Eu encontrei cartas escritas pelo grande amor da minha vida. Já nem me lembrava que ele escrevia tão bem. Gostei de reler algumas.

O primeiro post encomendado ao meu blogue

Eu que gostava tanto de ser uma noiva abandonada no altar, não fui. Ele diz que não, mas que me comporto como tal.
E porque quem não se sente, não é filho de boa gente, acedi a um pedido que me foi feito ontem à noite. Vou dar o direito à defesa do bandalho/escroque que apareceu na minha vida em Agosto e saltou fora em Outubro. Vamos ver se eu consigo escrever isto em condições, já que ele acha a minha escrita confusa e acha que não estou a contar a verdade. Ora bem, então aqui vai disto: o bandalho (daqui para a frente tratado como: паперјаст - que quer dizer: fofo em sérvio*) nunca foi meu namorado; o паперјаст nunca me prometeu nada; eu e o паперјаст nunca estivemos noivos, nem com casamento marcado; eu e o паперјаст nunca tivemos uma relação, tivemos uma ligação durante esse tempo que já referi (desculpem, aqui parei para ir ver o que mais ele tinha pedido para eu dizer). Mas parece que não que o паперјаст só pediu isto: para vos dizer que nunca me tinha prometido "este mundo e o outro". Estão esclarecidas? (agora é a parte em que todas nós vamos pelo blogue fora procurar um post em que eu tenha dito isso). O паперјаст acha que eu o insulto de forma gratuita - quero que isso também fique aqui registado. Ah, e acha-me obsessiva, porque só falo dele. Desde o dia 17 de Novembro (dia em que descobri que o паперјаст estava acasalado com outra) até hoje escrevi 170 posts, 22 falam dele. Alguém faz o obséquio de fazer uma regra de três simples para esclarecer o паперјаст que ele está a ser narcisista? Disse-me também que tinha que mostrar o blogue à minha terapeuta (Júlia, já chegou? Já está aí? Se calhar só lê à noite que tem duas crianças).Uma muito importante também, no meio disto tudo, ele diz que criei um mundo só meu. Foda-se, não me bastava pagar uma psicóloga agora também tenho que pagar uma psiquiatra - sou esquizofrénica. Depois mais à frente na nossa conversa pediu-me para sublinhar no meu blogue isto: NÃO TIVEMOS UMA RELAÇÃO (desculpa,паперјаст, mas isto não dá para sublinhar, deu para usar bold e capitais) . O паперјаст pediu-me também para vos dizer que não havia promessas de amor eterno e de amor para a vida (alguém na casa dos 40 faz isso? pensei que eram os adolescentes que o faziam. ups, enganei-me...). Disse-me também o паперјаст que eu pareço uma "esposa traída" (com esta estou a rir-me desde a meia-noite de ontem). Quando pela centésima vez lhe disse que bastava me ter falado da existência dela, respondeu da forma brilhante que passo a transcrever:" se o dissesse a ti, teria de dizer às centenas de pessoas q conheço,melhor seria, colocar um anúncio".

Ora bem, perante tudo isto, nem sei bem que vos diga. Deixem-me pensar
, que eu não posso ofender mais o паперјаст. Eu poderia dizer-vos que durante (quase) todos esses dias falámos ao telefone, trocámos mensagens, manifestavamos o desejo de estarmos juntos (vivemos a 300 kms de distância um do outro), que ele veio à minha terra, que nos encontrámos a meio do caminho, que o mais importante: eu gostei muito dele, muito mesmo. E só isso valeria o respeito de ele ter pegado no telefone e me ter dito: Rita, eu tenho outra pessoa! Nada mais. Só isso. E que tudo o que aqui escrevi é verdade. O mais fácil seria eu pôr aqui uma fotografia dele (que há algumas no google imagens), o lugar onde trabalha e o link do blogue, mas ele é demasiado ocupado para responder às nossas questões. Ah e uma coisa muito importante, que ele sublinhou foi que eu não tenho o direito a ter opinião, que a liberdade de expressão só existe quando existe contraditório. Eu não penso assim, mas respeito. Se quiseres podes vir aqui e defender-te. Estás à vontadinha (não é à vontade é à vontadinha mesmo...), porque não tens defesa possível. Cheguei a dizer-te, ontem, que te revês no que aqui escrevi, daí a tua fúria. Não percebi é porque é que só ontem a sentiste.

Está como queres o post? Ou há mais alguma coisa que tu queiras? É só pedir...


* private joke, que só eu e ele percebemos

Alertada por uma das minhas leitoras mais queridas, a Ana, fiquei a saber que o nome do meu blogue apareceu no Diário Económico (de ontem), mesmo por cima da cabecinha do gatérrimo Ricardo Araújo Pereira (deumalibre). O meu blogue aparece entre os 100 mais lidos em Portugal. Hoje já está em 88º. Obrigada minhas fofissímas...*
*tenho pena, mas eu que sou uma naba em computadores não consegui abotar aqui o jornal. está em PDF e o blogger não aceita esse formato.

O comentário que deu post # 9

Oh pá, eu no fundo gosto disto. Rio-me tanto. Estou a ponderar voltar a abrir os comentários aos anónimos, ao menos divirto-me. Lembram-se disto?
Pois, ela voltou. E está indignada:

-A Mulher Errada disse:
"Não sei se este post me foi dedicado, mas deve ter sido uma vez que não publicaste os meus comentários que já agora nada tinham de ofensivos nem insultuosos como deste a entender.
Se o teu blogue é intimista como dizes todos os dias e se as pessoas que por aqui passam não têm a capacidade de desifrar correctamente os teus enigmas,pergunto o porquê de não fechares o mesmo aos comentários? Ou será que a tua vaidade e necessidade de atenção não o permitem?
Quanto à hora dos comentários, sabes, é que existem pessoas que têm empregos sérios e vidas de verdade e não têm tempo para estar durante e o dia todo na internet a escrever, ler e comentar blogues. Uma dessas pessoas sou eu. São 10h da manhã, está bom para ti? ".

E vocês que já me conhecem que sabem que gosto de rodar a bahiana, não resisti a responder:

- Este Blogue precisa de um nome disse:
"À mulher errada (este nome cai-lhe que nem uma luva):
Sim, os comentários foram os seus... que veio para aqui dizer que eu sofria de vaidosite por usar aquelas meias e que como não percebe português diz que deixo poemas ao bandalho. Sabe que lhe digo? Arranje uma vida, um perfil onde lhe possamos ver alguma coisa de jeito: a essência, a escrita (by the away, decifrar escreve-se com "c" e não com "s").
O comentário aos poemas era insultuoso sim, porque indirectamente chamava-me incoerente. Então se eu acho o gajo um bandalho ia deixar-lhe poemas? Esse género de leitoras "desatentas" não me interessam, desculpe. Vir aqui comentar por comentar, dispenso... E o das meias também, só mostra que você não deve ter pernas para as usar. E embora eu nem sequer tenha insinuado isso, digo-lhe: caminho a passos largos para os 40 e ainda as posso usar e uso, sem fazer figuras rídiculas. Temos pena, se calhar você não...
Peço desculpa não sabia que eu não tinha uma vida séria, nem de verdade porque tenho um blogue e comento outros (não tanto como queria por acaso, mas...). Foda-se sou mesmo uma puta.
"É isso, raio da cabra que tem tempo para ter um blogue. Vou lá de madrugada, de mansinho, com um perfil indisponível e vou dizer mal dela" (ou insinuar, que é o que fazem as covardes) e depois dar um ar de gaja séria. Olhe vá para o raio que a parta, vai? (já que não entendeu o baimàloja). Este blogue é meu, se o fecho ou não aos comentários é problema meu. Tenho-o é com os comentários moderados por causa de pessoas (para não dizer outra coisa) como você.
Passe bem, sim? Mas longe daqui, ok? (eu sei que vai continuar a cá vir todo o santo dia, mesmo com a vida séria e o emprego de verdade). Cá beijinho.".


Calma, que a toina voltou a comentar:

- A mulher errada disse:

"Tão típica a tua resposta. Na falta de argumentos inteligentes agarraste aos erros ortográficos e aos insultos ao aspecto físico. Fraco, fraco. Tu que passas a vida a dar a entender o quão boa, bronzeada e sensual és, muito me espanta que não haja homem que te queira. Deve ser da ruindade de carácter. É que os homens gostam das boas para a cama, mas das cultas e equilibradas para a casa. Aprende, apesar de já teres o prazo a expirar, pode ser que ainda arranjes um idiota que te ature. Claro que continuarei a cá vir. Todos os dias. São patetas como tu que me fazem rir as gargalhadas. Queres saber quem eu sou? Se calhar sou uma das tuas comentadoras com perfil público e que te mandas mails ao estilo “sei bem o que isso é...” Cá beijinho.".

Ora bem, aqui vamos nós rebater estes argumentos inteligentíssimos desta nobre leitora, que embora muito ocupada perde tempo com uma desocupada como eu. Eu não sou gira, nem bem feita, nem preta de solário e muito menos sensual. Não sei onde leu isso. Pode ter lido algo do género, mas em jeito de sarcasmo. Quanto aos meus argumentos, só respondi aos seus comentários: disse-me que eu era jeitosa por usar aquelas meias e disse-me que era uma incoerente por deixar poemas a um bandalho. Só expliquei que ainda as posso usar (mesmo perto do fim de prazo) e que os poemas não foram deixados a quem acha que foram. Quanto ao erro ortográfico: qual é o problema de o assinalar? Também devo ter alguns aqui no blogue. Isso diminui-a? Não. (desculpe, mas não é agarraste é agarras-te - presente do indicativo do verbo agarrar; quanto à frase: "Na falta de argumentos inteligentes agarraste aos erros ortográficos e aos insultos ao aspecto físico" teria que ser: na falta de argumentos inteligentes agarras-te aos erros ortográficos VÍRGULA aos insultos E ao aspecto fisíco ).

Mas a sua escrita não a diminui, o seu carácter é que o faz. E quem é que vem aqui anonimamente falar do carácter de alguém e insinuar coisas? Sou eu? Eu não comento anonimamente em lado nenhum. Nem vou dizer mal dos blogues alheios. Senão gosto, simples não vou. Ou até posso ir, mas não vou para lá insultar ninguém. Quem lhe disse a si que quero um homem ou que até já não tenho um? O que sabe você da minha vida? Nada, tal como eu não sei nada da sua. Ou melhor sei, sei que é vil, baixa e sem carácter, porque só um ser humano assim, se daria ao trabalho de criar um perfil indisponível para andar pela blogosfera com comentários destes. Passe muito bem, venha cá as vezes que entender. Mas de uma coisa esteja certa, foi a última vez que publiquei um comentário seu. *

*engraçado que tenho a nítida sensação que sei quem é e também dou gargalhadas que nem uma louca.

Mas vamos nos ter sempre uma à outra. Sempre...

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

E quando eu penso que tudo está a serenar e finalmente vou ter paz, lá vem a vida e dá-me outra traulitada.
Tipo: Toma lá! Pensavas que era desta? Resolve também isto...

Oh pá, parti o meu telefone, perdi metade dos números de telefone... Porra.

Por favor, não contem nada a ninguém: mas, eu tenho saudades dele.

Falado ou escrito. É impressionante, mas é totalmente diferente.

"O Amor...

É difícil para os indecisos.
É assustador para os medrosos.
Avassalador para os apaixonados!
Mas, os vencedores no amor são os
fortes.
Os que sabem o que querem e querem o que têm!
Sonhar um sonho a dois,
e nunca desistir da busca de ser feliz,
é para poucos!!"

Cecília Meireles


Eu sei que tenho falado aqui muito do F. (bandalho) e que quem me lê fica preocupado, com pena e sente-se revoltado. Imaginem, quem me conhece desde sempre. Fica no mínimo indignado. Fica indignado porque me conhece e porque sabe que eu nunca faria algo semelhante. Tenho uma amiga há 34 anos (nós, temos 37) que quando leu tudo aquilo, passou-se da cabeça e procurou-me. Como é lógico fez perguntas e eu respondi, mas houve uma que não consegui. Ela queria saber qual era o blogue dele - eu aqui há uns tempos falei que ele tinha um blogue de política. Eu sei que ela nada faria com essa informação, ela é super bem formada e perguntou por curiosidade. Mas eu nunca revelaria a identidade dele. Se eu fiquei furiosa por ele ter ido contar coisas minhas à cadela (namorada), nunca lhe faria o mesmo, entendem? O meu comportamento pauta-se por quem é melhor que eu e não o contrário. "Não faças aos outros o que não gostas que te façam a ti!", sempre me disse a minha mãe.
Pedi-lhe imensa desculpa e jurei-lhe que não é por falta de confiança nela, era porque a minha consciência não me deixava. Ela entendeu. Eu não devia era ter confiado nele, Sofia. Em ti vou confiar, sempre. Mas esta prova, não é prova nenhuma e eu sei que a nossa longa amizade continua intacta.

E a TRESemmé uma vez mais, enviou-me uma caixa cheia de produtos para a minha juba. E o incrível é que são uma marca que oferece sem pedir nada em troca. Só por isso, dá logo vontade de falar muito deles:
TRESemmé
TRESemmé
TRESemmé
TRESemmé
TRESemmé
Os produtos são óptimos e o meu cabelo - depois de um Verão em grande - agradece. Obrigada uma vez mais, TRESemmé. Se eu já acho o meu cabelo é bonito, agora acho que está fantástico.
O blogue traz-me muito mais coisas boas que más... tenho um post em rascunho, destas parcerias com marcas há mais de 2 meses. Um dia destes tenho que o acabar e publicá-lo.

A propósito de um texto do Fernando Alvim (pessoa pela qual sinto antipatia e aquele a que chamo pateta alegre) que acabei de ler:

Eu nunca me apaixonei pela pessoa errada. Naquela altura, ela foi sempre a certa. Sempre. E por nenhum me arrependi de me apaixonar, por nenhum. Por todos eles senti coisas óptimas e foi isso que ficou na minha memória: a melhor parte. *


*o bandalho ainda é recente

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

O que ando a copiar esta mulher...

... aposto que vão acusar-me de plágio. Ide ber, ide ber e já agora ajudem: AQUI e AQUI.

Não gosto de Dezembro


Se há mês que detesto é Dezembro. Não gosto. Por muitas razões, mas principalmente porque: é um mês frio que temos que usar muita roupa (coisa que abomino); um mês de balanços (por ser final do ano); o mês do Natal (festa que não deliro, aliás eu detesto estas datas); mês de uma azáfama infernal por uma noite e um dia. Enfim... ele chegou. Ainda ontem estava a chegar de férias e daqui a nada está a nevar.

Eu sinto que vais ficar sempre na minha vida. Sinto. Não me perguntes porquê, mas sinto. Há pessoas que vão estar sempre no meu coração, mas nunca mais na minha vida. Tu vais estar nos dois lugares até ao fim. Eu sinto-o. E sentir em mim é o que me move, é o que me faz acreditar. Eu não preciso ver as coisas, eu preciso senti-las. E eu sinto...

Mais simples do que isto é impossível.

- Tens um blogue cor-de-rosa?
- Não. É cinzento.

Eu sou uma princesa, trata-me como tal...

A minha maior companhia


Maria Bethânia - Reconvexo



Linda esta música, oiço-a muitas vezes no carro...