Preciso de inspiração urgente, não tenho nada para escrever. Ou melhor, ter tenho, mas sobre o que (só) quero escrever não posso. Pelo menos, não aqui (suspiro).
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
terça-feira, 21 de setembro de 2010
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Só para ti
Tu sabes que se tivesses sido assim desde o início, nunca nos teríamos conhecido. Eu sei que tu sabes...
Cá estamos nós outra vez...
7 x 1 = 7
7 x 2 = 14
7 x 3 = 21
7 x 4 = 28
7 x 5 = 35
7 x 6 = 42
7 x 7 = 49
7 x 8 = 56
7 x 9 = 63
7 x 10 = 70
Consumado - Arnaldo Antunes (2004)
Tô louco pra fazer
Um rock prá você
Tô punk de gritar
Seu nome sem parar...
Primeiro eu fiz um blues
Não era tão feliz
E de um samba-canção
Até baião eu fiz...
Tentei o tchá tchá tchá
Tentei um yê yê yê
Tô louco prá fazer
Um funk prá você...
E tá consumado
Tá consumado
Tá consumado
Tá consumado...
Fiz uma chanson d'amour
Fiz um love song for you
Fiz una canzone per te
Para impressionar você...
Prá todo mundo usar
Prá todo mundo ouvir
Prá quem quiser chorar
Prá quem quiser sorrir...
Na rádio e sem jabá
Na pista e sem cair
Um samba prá você
Um rock and roll to me...
E tá consumido
Tá consumido
Tá consumido
Tá consumido...
Fiz uma chanson d'amour
Fiz um love song for you
Fiz una canzone per te
Para impressionar você...
domingo, 19 de setembro de 2010
sábado, 18 de setembro de 2010
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
E pronto... acordei a dançar. Tenho que ser internada. E não venham para aqui dizer: ai e tal, aposto que estás apaixonada, por isso danças... Nada disso, não estou apaixonada. Não sei explicar, tenho uma força aqui dentro que me manda fazer uma loucura e dar um chuto a tudo. Como hoje é sexta, é possível.quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Barry White - Can't Get Enough Of Your Love Baby.
Casava com este homem se ele prometesse que me cantava todas as noites ao ouvido. Fico arrepiada de o ouvir. Eu e os homens negros... vai ser sempre isto.
Já nem me lembrava do quanto gosto da letra desta música
Looking out on the morning rain
I used to feel so uninspired
and when i knew i had to face another day
lord it made me feel so tired.
before the day i met you,
life was so unkind
You're the key to my piece of mind
chorus:
cause you make me feel
you make me feel
you make me feel like a natural woman (woman)
when my soul was in the lost and found
you came along to claim it
i didnt know just what was wrong with me
till your kiss helped me name it.
now im no longer doubtful of what im living for
and if i make you happy i dont need to do more
chorus:
cause you make me feel
you make me feel
you make me feel like a natural woman (woman)
ohh baby what ya done to me (whatcha done to me)
made me feel so good inside (good inside)
and i just wanna be (wanna be)
close to you you make me feel so alive
Prince - Nothing Compares 2 U
Adorava saber cantar, adorava. Amava ter uma voz estrondosa daquelas que só as mulheres negras têm. Talvez a desta: Rosie Gaines.
Constatação do dia # 11
Retomemos a futilidade
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Outra futilidade:
Dava o meu dedo mindinho por uma tablete de chocolate.
Pormenor: não morro de amores por chocolate.
Conclusão: descompensei.
Pergunta número 19
Numa altura que acho que as pessoas não se olham, nem se observam, gostava de perguntar: sabem quais são os maiores sonhos e ambições daqueles com quem vocês partilham a vida? Não vale responder: serem felizes, porque isso todos queremos e é demasiado óbvio. Sonhos objectivos.*terça-feira, 14 de setembro de 2010
NUMA ENTREVISTA antiga feita a Agustina Bessa Luís, ela citava o que o avô lhe ensinara: «Apoia-te sempre, nunca te agarres». Aprender a encontrar o equilíbrio entre o afecto e o apego é uma tarefa árdua e perpétua, porque queremos sempre agarrar aqueles que amamos, da mesma forma que os nossos filhos adormecem agarrados a nós ou deixamos que o cão se deite aos pés da cama. O apego é um vírus inteligente e poderoso que cresce e se multiplica de forma descontrolada, que entra em mutação para sobreviver, que se mascara de dedicação e de amizade, que raramente morre embora se possa neutralizar, correndo nas nossas veias sem cor nem forma, sempre em busca de uma circunstância favorável à materialização. E essa circunstância pode ser um olhar, um sorriso afável de alguém que nos chamou a atenção, que nos agradou e que de um momento para o outro queremos tornar próximo. São momentos de prazer difíceis de descrever quando olhamos para alguém e sentimos o sabor doce e morno do apego. Passar do apego à dependência é passar uma linha muito ténue, tão suave como a que separa a generosidade da estupidez. É preciso treinar o espírito e o coração para que o nosso afecto não se torne um peso tantas vezes insustentável para aqueles que amamos.
O problema é que precisamos dos outros para nos vermos. Sem aqueles que amamos por perto, tornamo-nos invisíveis. O amor leva-nos sempre a qualquer lado e situa-nos. Enquanto crianças procuramos instintivamente o amor e resistimos à indiferença com grande heroísmo. Depois, vivemos os primeiros amores da adolescência com todo o fervor e sem medos. A vida vai deixando as suas marcas, com umas aprendemos a amar melhor, com outras transformamos os nossos erros em hábitos.
E O APEGO cresce como uma erva daninha, quanto mais tempo passa, mais difícil se torna vermo-nos sem aquela pessoa ao nosso lado, não apenas porque a amamos e já criámos laços cheios de nós, mas porque o que somos hoje é já resultado do que vivemos, aprendemos e sentimos juntos.
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
A vida prega-nos rasteiras, coloca-nos em situações que por vezes ali naquele momento não temos coragem para viver. E depois pensamos que se calhar o deviamos ter feito. Mas atirar-me sem rede por baixo, não faz parte da minha forma de ser e de estar. Sou fraca? Sim, sou. É uma defesa que adquiri ao longo da vida e que já me poupou de muito sofrimento. Lutei para ser mais calculista e agora que o sou não me arrependo. Ney Matogrosso - Exagerado
Agora mesmo ao telefone, uma amiga: Ai Rita, tu és tão exageradaaaaa...
(tenho que concordar com ela)
domingo, 12 de setembro de 2010
Mais uns Ais
sábado, 11 de setembro de 2010
Já não há solidariedade feminina...
Cenário:
Eu a pintar as unhas compenetradissíma, toca o telefone, era a minha amiga B. A custo consigo atender. Baralho-me toda com o verniz, com unhas pintadas outras por pintar mas, lá consigo atender. Digo:
- Estou a pintar as unhas, já te ligo!
- Marcaste o restaurante? Para que horas?
- ... já te ligo estou a pintar as unhas e isto vai ficar uma merda!
- Nem imaginas o P. disse logo que não vinha...
- Oh pá, ainda não percebeste que estou a pintar as unhas ????? (isto já aos berros)
- Ele vai lá ter. Mas nem sei se vai, já sabes como é...
- Olha vou desligar. Até logo. Ligo quando secarem!
Arre lá para isto, senão posso contar com a solidariedade das minhas amigas, vou contar com a de quem?
Soneto do Orfeu
São demais os perigos dessa vida
Para quem tem paixão, principalmente
Quando uma lua surge de repente
E se deixa no céu, como esquecida
E se ao luar, que atua desvairado
Vem unir-se uma música qualquer
Aí então é preciso ter cuidado
Porque deve andar perto uma mulher
Uma mulher que é feita de música,
Luar e sentimento, e que a vida
Não quer, de tão perfeita
Uma mulher que é como a própria lua:Tão linda que só espalha sofrimento,Tão cheia de pudor que vive nua.
Vinícius de Moraes
E por falar em saudade onde anda você
Onde andam seus olhos que a gente não vê
Onde anda esse corpo
Que me deixou louco de tanto prazer
E por falar em beleza onde anda a canção
Que se ouvia na noite dos bares de então
Onde a gente ficava,onde a gente se amava
Em total solidão
Hoje eu saio da noite vazia
Numa boemia sem razão de ser
Na rotina dos bares,que apesar dos pesares
Me trazem você
E por falar em paixão, em razão de viver
Você bem que podia me aparecer
Nesses mesmos lugares, na noite, nos bares
Onde anda você.
Vinícius de Moraes
Prince - I Would Die 4 U
A minha (re)descoberta nas férias. Já nem me lembrava do que gostava deste homem.
Nunca entendi muito bem a rivalidade entre ele e o Michael Jackson, o Prince mete-o no chinelo em tudo.








































