quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Tenho tantas saudades das aulas de Yoga. A minha professora, a Carlota punha sempre o som do mar na fase de relaxamento e eu voava, voava...

Até estou corada

Peço desculpa. Ainda em relação a este post e quando, a conselho vosso, havia decidido dar o assunto por encerrado eis que sou avisada que tinha publicado um dos (ordinários) comentários do meu anónimo. Eu bem que estranhei alguns comentários que aqui me deixaram que implicitamente sugeriam conhecer o conteúdo das obscenidades que esse bandalho aqui deixou. Mas desligada como sou nem associei, até que às 3 da tarde de ontem ligam-me a avisar que um dos comentários está publicado desde a noite anterior. Era tão baixo nível que aqui deixo o meu pedido de desculpas. A seguir houve mais, mas tive o cuidado de verificar que os tinha eliminado MESMO.
Os comentários ordinários só apareceram depois de eu escrever o tal post , até aí, a besta, não tinha proferido um único palavrão. Foi para me imitar com toda a certeza.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010


Nós mulheres somos estrondosamente polivalentes. Enquanto escrevo este post, enrolo o cabelo com o baby liss, vejo televisão e leio as notícias aqui na internet.

Desejo # 1


Uma preta, uma encarnada e pronto uma camel...

Não gosto muito de homens com camisas pretas. Mas ao olhar para tudo isto pergunto-me: camisa? que camisa?

Eu sou uma pessoa super emotiva, tudo o que faço faço com o coração. A escrita não é excepção e aqui no blogue está sempre a acontecer. Estou com o coração na ponta dos dedos e escrevo com a velocidade das suas batidas. Depois ainda embriagada com tanto disparate que escrevo, leio e releio. Mas uma vez mais é o meu coração a fazê-lo e não o meu cérebro. Logo há demasiadas vezes que escrevo, publico e só horas depois, corrijo. Devem ver textos meus, com erros de sintaxe, de pontuação, às vezes até frases repetidas duas vezes como aconteceu na semana passada.
Sempre me ensinaram que devia encontrar o equilíbrio entre a razão e o coração. Mas (ainda) tenho fé que um dia encontro.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Oh pá, vamos ver se nos entendemos, eu sou uma gaja porreira e tal e até gosto de comentários anónimos porque sempre dão outro sabor ao blogue, os maldizentes claro. Agora, virem para aqui tentar adivinhar coisas da minha vida e tentarem intimidar-me a não escrever é que não.
Ontem uma amiga dizia-me que exponho muito a minha vida aqui no blogue e eu expliquei-lhe que ela entende porque é minha amiga, mas que por vezes o que aqui escrevo não é entendido por ninguém.
Porque este blogue é uma ínfima parte de mim. Eu não sou só isto, também sou isto mas não só. Por isso ao gajo ou gaja que deixou aquele comentário às 19:53 do dia de hoje, tenho uma coisa para te dizer: Vai-te foder!
Desculpem-me a linguagem, mas tem que ser assim, senão isto não vai lá. Esse género de comentários nunca vai ser publicado aqui, nunca. Isto é para eu me divertir não é para levar com as vossas taradices nem recalcamentos. Ide para o raio que vos parta.

Já sei que não me podem mais "ouvir" a falar de mãos, eu sei. Mas hoje quero falar de mãos de homens. Sim, são uma das coisas que mais me atrai. Gosto delas bonitas e grandes, bem tratadas mas o máximo são as unhas cortadas e um creme na altura do frio.
Agora vos digo, manicure, veniz, depilação e banho de parafina é um bocadinho de mais para a minha cabeça. Coisa assim de metrosexual. Completamente.


(cliquem em cima do texto)

Há homens que não se importam nada que as mulheres que estão ao seu lado sejam infelizes. É que não se incomodam mesmo nada. Desde que estas estejam lá para serem donas de casa, mães e amantes 3 vezes por semana o resto não conta nada.
Quando tentam alertar para o facto, eles subvalorizam desculpando-se com o facto de sermos mulheres e dadas a esses fanicos e exigências supérfluas.
Daí eu admirar tanto o Seal que diz que a missão da vida dele é fazer a Heidi Klum feliz. Diz ter a plena consciência que se ela estiver bem, sendo ela o pilar da família, todos eles estarão bem também. Homem inteligente, haveriam de existir muitos como ele.

domingo, 17 de janeiro de 2010

Chegou a hora de eu lamber as feridas e andar para a frente. Chega.

E há amigos que são para sempre

E em homenagem à bela tarde passada com a minha amiga Sofia. Minha amiga há mais de 30 anos. Lembras-te de mim assim desdentada? Obrigada por seres minha amiga.
Na fotografia eu e o meu irmão

Quando estamos da côr do tempo, estas bolinhas operam verdadeiros milagres.
As minhas são da Body Shop.

sábado, 16 de janeiro de 2010

Muito bom


Hoje a minha amiga A. vai dar um jantar em casa para uns amigos de infância. Estava a ver-se um bocado aflita com tanta coisa para fazer, ligou-me, lá fui eu socorrê-la.
As minhas amigas dizem que tenho imenso jeito e a verdade é que acho que tenho mesmo (desculpem-me a imodéstia). A sala ficou girissíma e a mesa linda de morrer. Nós todas excitadas com o resultado do nosso trabalho, entra o namorado e diz:
- Tanta coisa para quê? Ia-se buscar uns frangos e estava a andar!
Pppffffffff .... homens!!!


Que mania das pessoas de irem do lado esquerdo das escadas rolantes e quem diz escadas rolantes diz também tapetes. Dá-me cá uns nervos, Deus me livre. E quando são casais aos beijos um de cada lado? É que só à chapada.

Quando se pede para passar (porque vai com pressa, obviamente), olha-nos como se fossemos uns extra-terrestres. Não há paciência.

Nada acontece...
É que nem o telefone toca, uma mensagem, nada...

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Adoro # 2

Beber água fria num copo quente. Aquele contraste é delicioso. Cada maluco com as suas manias.

Asas ... para voar

Suas asas, amor
Quem deu fui eu
Para ver você conquistar o céu.

Observe tudo embaixo ser
Menor do que você,
Como tudo é.

E enquanto arde a coragem dos desejos seus,
Sem véus,
(proteus).

Abra seus poros, e papilas, e pupilas.
À luz da manhã.

E muito acima de Ipanema,
tão pequena, tão vã.
Viva o prazer, o som,
O estrondo de uma onda
Na arrebentação.

Enquanto eu piro à sua espera,
na esfera do chão.


Esta música arrepia-me. Traz-me memórias, sabores até cheiros.

Loubountin - Colecção Primavera/Verão 2010

Um bocadinho clássicos de mais para o meu gosto, mas que ficavam a matar nos meus pés ficavam.

Menos do que isto? Não, obrigada.

- Bom carácter, com valores morais e que tenha uma vontade indomável de crescer como ser humano;
- amigo. Sobretudo meu e da minha filha e que pense no nosso bem-estar;
- que goste da minha família e dos meus amigos;
- crente em algo. Peço desculpa, mas os ateus fazem-me uma certa confusão. Não tenho nada contra mas não me imagino a viver com um;
- educado, isto inclui muita coisa: saber estar em qualquer lado, saber vestir-se de acordo com a idade que tem e não querer parecer um adolescente, ser cavalheiro comigo e com os outros;
- ter uma relação sã com o dinheiro. Não estou a falar de ter muito, até porque quem me conhece sabe que não sou materialista. Mas saber lidar com o que tem e ter aversão a créditos tal como eu;
- ter sentido de humor;
- não ser metrossexual, detesto. Aquele género de homem que nós esperamos por ele para sair de casa, para os quais compramos produtos de estética. No way.
- que não use perfume de preferência, mas se tiver que ser que seja bem leve, fresco e que ponha só um bocadinho;
- que queira ter uma família e que seja chefe dela. Brincar aos médicos e casinhas? Não, obrigada;
- um bom pai, dedicado, brincalhão, disciplinador, amigo;
- que faça um desporto qualquer. Qualquer um. Mas que tenha um hoobie, acho horrível um homem que não faz nada. Só trabalho e sofá;
- Não vou aqui cair na hipocrisia de dizer que o físico não conta. Mas não preciso de um George Clooney (não me importava). Basta ser limpinho, com boa aparência e um pormaior que tenha um ar despenteado, isso mata-me num homem.
Não sei se esta lista está acabada ou não, provavelmente não. Mas ao tamanho que ela já leva vou ficar muitoooo tempo sozinha.
Adenda muito importante: antes que me venham buzinar para o ouvido miii-miii que ah e tal agora procuras homem na blogosfera. Esqueçam. Não ando à procura de ninguém. Isto foi um exercício mental que me apeteceu fazer no começo do dia. E olhem sabem que mais? Fez-me bem. Há coisas que só entram à força.