quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Pena descobrirmos que dedicámos anos da nossa vida a uma pessoa à qual qualquer merda serve.

11 comentários:

  1. acontece tanto...e cada vez mais. por isso é que acho que nunca me vou casar...

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  2. Ora nem mais!
    O problema é que nos custa a ver isso, demoramos muito tempo! E quando a cabeça diz que não e o coração diz que sim, então é que está tudo estragado!

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  3. Temos que pensar que o que foi dado pode não ter sido pedido, deu-se porque se quis, porque nos fazia feliz. Também é certo que o que a pessoa foi na altura, agora pode já não o ser.
    Não terá a dedicação ter sido a mais sincera? Não terá sido merecida na altura em que foi?

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  4. Isso é muito relativo...

    Quem define "qualquer merda"? Tu? Ele (ou ela)?
    E o timing em que se deseja "qualquer merda" és tu que defines?
    Se calhar já quiseste "qualquer merda" e na altura nem te apercebeste que era "qualquer merda"... Se calhar até te avisaram e tu não achaste...

    Humm?

    Ou então até tens razão... Tu é que dedicaste anos a "qualquer merda"... Ou a uma pessoas que, como dizes, "qualquer merda" serve...

    Já pensaste bem nas voltas que isto pode dar?

    Beijinhos, Rita!

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  5. Miguel aqui no blogue e na minha vida sou eu que defino, faço-o segundo os meus valores. Enão tenho a mínima dúvida que é mesmo uma merda :) Beijo

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  6. :)

    Ok! Espero que não seja sushi a mais...

    bj

    ;)

    (dois, vá!)

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