quinta-feira, 25 de março de 2010

O livro da minha vida ...

... pelo menos para já, que pode aparecer outro. Já o li 4 vezes e fiz questão de o ler enquanto estava grávida. É uma história de amor tão bonita que até pensei em usar o nome do livro para dar nome a este blogue, devidamente adaptado - O Amor nos tempos da Blogosfera. Mas alguém teve essa ideia antes. Recomendo vivamente que o leiam e que se deixem levar pelas descrições daquele que é um dos meus autores preferidos.




Ainda muito jovem, o telegrafista, violinista e poeta Gabriel Elígio Garciá apaixonou-se por Luiza Márquez, mas o romance enfrentou a oposição do pai da rapariga, coronel Nicolas, que tentou impedir o casamento enviando a filha para o interior numa viagem de um ano. Para manter seu amor, Gabriel montou, com a ajuda de amigos telegrafistas, uma rede de comunicação que alcançava Luiza onde ela estivesse. Essa é a história real dos pais de Gabriel García Márquez e foi ponto de partida de 'O amor nos tempos do cólera', que acompanha a paixão do telegrafista, violinista e poeta Florentino Ariza por Fermina Daza.

9 comentários:

  1. Já li e já vi o filme!! Gostei muito dos dois :)

    Beijinhos :)

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  2. Tive agora um enorme choque. Este também é o livro da minha vida.

    No entanto não é pela história de amor, mas pelas diferentes histórias de amor.

    Uma enorme lição de tolerância para com as diversas vivências do amor.
    Porque acredito que ela amou profundamente o marido de muitos anos. E também acredito que ele amou profundamente as diferentes mulheres que lhe passaram pela vida...
    Ensinou-me a aceitar visões diferentes da minha, a deixar de lado preconceitos.
    E também duvido que apareça algum que supere O livro da minha vida.

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  3. Não li o livro mas vi o filme e sinceramente está lindo ^^

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  4. É mesmo lindo... Gosto bastante...

    Beijoca,
    http://medeixagozar.blogspot.com/

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  5. Amo este livro, um dia destes leio-o outra vez

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  6. Já perdi as contas de quantas vezes li o livro. Só me lembro de que a primeira vez foi aos 16 anos de idades. Tenho 47. O filme, vi. São obras distintas, incomparáveis. Porém, sempre gostei mais de ler. Imaginar as personagens, as cenas, como se fosse um filme:)))
    Boa, muito boa postagem a sua!!
    Aquele abraço!
    Renata

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  7. Adorei :) só me falta ver o filme...

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